O leãozinho ruge…

…e assusta. De repente tem fases do jogo em que jogam p’ra caraças. Fizeram pelo menos uns 30 min finais fantásticos, não vi muito bem o resto do jogo. Têm garra e fazem umas transições rápidas incríveis.
Era isto, parabéns!

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Este tempo…

…de chuva e frio, já não estava nos planos. Já tinha os casacos arrumados, as botas também, e começava na imaginar-me dentro de roupas fresquinhas de Primavera! Como esta…
E se possível num cenário parecido, um mar com vida, mesmo como eu gosto…

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Os adeptos benfiquistas e Oscar Cardozo, uma relação de amor e ódio…

Pronto, e eis que descubro um maravilhoso blogue de grandes benfiquistas e não consigo mais parar de lê-lo (estou a exagerar pronto – também tem alguns meio fanáticos mas isso não interessa nada agora). O que interessa é que na minha busca encontrei esta maravilhosa teoria acerca da relação amor/ódio entre os adeptos benfiquistas e o Cardozo. Parece-me bastante interessante, quem sabe até verdadeira… Ora atentem… (daqui) “A relação entre Cardozo e os benfiquistas é uma telenovela que merece atenção científica. Mesmo quando marca dois golos num jogo, o índio Guarani não convence os índios do terceiro anel. Eu sei do que falo, porque eu tenho várias penas de índio-do-terceiro-anel na cabeça. O homem marca que se farta, mas eu estou há meses a sonhar com a dupla Nélson Oliveira/Rodrigo. Se Cardozo marca golos até ao infinito, se o homem já salvou a equipa em inúmeras vezes, por que razão não gostamos dele? Bom, eu tenho uma teoria altamente científica, destinada a revolucionar uma área de estudo em crescente desenvolvimento: o choque cultural entre a Europa Latina e a Europa Germânica. A Ti’Joana e a Ti’Maria, as senhoras que me ensinam novas combinações de palavrões lá na Luz, gostaram muito. E é assim: o Cardozo é um sueco numa pele de sul-americano, é um tosco com tez morena, e os toscos só podem ser branquinhos e lourinhos, caramba. Há ali uma dissonância, vá, epidérmica. Porquê? Porque nós perdoamos a falta de jeito num sueco, mas semelhante falta de chá futebolística é imperdoável num sul-americano. Um sueco pode ser tosco, mas um latino não. Porque isso ofende a nossa vaidade latina. Um latino, do mediterrâneo ou da América, é habilidoso, fino, manhoso, serpenteante, aristocrático. Sim senhor, os gajos lá do norte, que jogam curling e assim, podem ser toscos, mas um latino não pode ter dois tijolos nos pés. Cardozo tem pés de chumbo, e um latino tem de dançar o tango, o samba ou o vira. Cardozo é melhor do que Magnusson. Aliás, Cardozo já tem mais golos do que Magnusson na história do clube. Porém, nós amamos o sueco (“ai, que fofo, o tosco lá do norte, tão engraçado”) e desprezamos o paraguaio (“puxa, não consegue fazer uma finta”). Sendo latino, Cardozo trai a nossa identidade. Ou seja, Cardozo é uma blasfémia mesmo quando salva a equipa, sendo que Magnusson é apenas um infiel que dá jeito. Como se pode ver, a minha teoria é altamente científica e devia ser aplicada às análises sobre a troika e demais temáticas sobre Norte/Sul na Europa.” Daqui para a frente, sempre que vir o Cardozo falhar um golo de baliza aberta – ou então um penaltie, errar um passe ou atrapalhar-se com as próprias pernas ao tentar correr cinco metros com a bola nos pés, vou fechar os olhos, imaginá-lo louro e de olhos azuis e tentar que toda a raiva passe. Tentem vocês também!

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