Palermo e Recoleta, os bairros mais fancy da cidade.

No segundo dia, e apesar da chuva que não deixou de chatear durante todo o dia, passeei a pé pelos bairros da Recoleta e Palermo.O passeio começou perto do famoso cemitério onde o túmulo da família Duarte, onde se encontra sepultada Evita Perón, atrai centenas de turistas, percorreu as avenidas e os jardins junto ao rio de la Plata onde se encontram o Museu das Bellas Artes e a Floralis Generica, continuou até Palermo, onde o museu MALBA foi o local ideal para me abrigar de mais uma chuvada. Continuando agora para o interior do bairro visitei ainda o Museu Evita Perón e acabei o dia na zona da Plaza Serrano. Já debaixo de chuva mais uma vez, e regressada à Avenida Santa Fé (uma das mais movimentadas e que valeria a pena fazer a pé de novo até à 9 de Julio) acabei por apanhar o metro por imposição do São Pedro. – Cemitério da Recoleta, famoso devido à presença do mausoléo da família Duarte. e às constantes peregrinações ao túmulo de Evita.   – Museo Evita, pequenino mas bem interessante, acompanha cronologicamente a vida da primeira dama argentina, infelizmente não permite fotografias no interior. – Museo Nacional de Bellas de Artes, de entrada gratuita, óptimo para abrigar da chuva ou então se tiverem uns dias a mais que eu pela cidade

MALBA, Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, outro museu interessante, de arquitectura mais moderna que o de Bellas Artes, com a exposição permanente latinoamericana e algumas exposições temporárias. Cafetaria e lojinha simpáticas.

– Palermo, à volta da Plaza Serrano, surgiu uma zona mais cool da cidade, com novos espaços, uma decoração excêntrica, cafés, bares, lojas de novos criadores ou em segunda mão. Um lado B da cidade que merece o passeio.

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O centro de Buenos Aires.

Seja pela pedonal Calle Florida ou pela avenida mais larga do mundo, doze faixas de rodagem para cada lado – 9 de Julio. Pela imponência do Teatro Colón ou pelo ar pitoresco da Casa Rosada, o centro da cidade vale a pena ser explorado a pé.  Curtir o ambiente parisiense dos cafés mais tradicionais ou dos edifícios da Av de Mayo. Assistir às manifestações permanentes nos jardins em frente à Casa Rosada ou cambiar ilegalmente dinheiro na Calle Florida, tudo faz parte do espírito da cidade. Infelizmente nenhum dos tempos ajudou à minha exploração do centro da cidade, nem a meteorologia, já que esteve de chuva todo o tempo – nota-se pela fraca qualidade das fotografias – nem os dias que passei na cidade, que foram bem poucos (praticamente 1 dia e meio). Espero um dia voltar para curtir com calma e com tempo esta capital surpreendente no outro hemisfério, do outro lado do mar. Dica importante: As fotografias da tiradas do alto da 9 de Julio foram conseguidas do último piso do Hotel Panamericano, um 5 estrelas modesto perto do Obelisco. Tinham-me dito que havia uma cafetaria no último piso e eu muni-me do meu ar confiante de hóspede five stars, entrei pelo hotel dentro directa ao elevador (antes que fosse barrada por algum segurança) e carreguei para subir ao último piso. Só que quando cheguei lá cima e a porta se abriu estava… dentro do spa. Supostamente não devia estar ali sem ser hóspede, mas estavam a preparar um evento e o meu ar equivocado e inocente conseguiu arrancar autorização para ir num instante à varanda tirar umas fotos e voltar. Informaram-me que a câmara da cidade organiza um tour semanal à cidade que inclui uma subida ao topo do hotel para ‘ver as vistas’. Podem tentar a abordagem oficial ou perder a vergonha e tentar o mesmo que eu.

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Estou a concorrer ao #vouchercortesia do BdC.

Ontem li este post num blog alheio e depois de me ter rido bastante, pensei que a história era mais uma piada do 1 de Abril que tinha esquecido de ser apagada. Afinal, diz a Bola, que não.Por isso decidi avançar com a minha candidatura.Isto vai ser renhido, mas ‘támos muit’a fortes.Saudações benfiquistas.

No concurso do bruno,
também quero participar.
Vou compor a minha quadra
e pelo cartão vermelho esperar.

Porque tudo que não seja verde,
é digno de sanção,
penalty, falta ou amarelo,
interessa é que haja punição.

A cereja no topo do bolo
é com o Benfica implicar,
ou não fosse o eterno rival,
o alvo preferido a apontar.

Ao presidente do Sporting,e às lutas que prossegue,só tenho uma coisa a dizer:“Vá para o diabo que o carregue!”

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E se fosse eu?

Quando vi este vídeo comecei a pensar (acho que é meio inevitável) no que eu iria querer levar comigo numa situação destas, surgiram logo imensas coisas que não iam caber todas numa mochila. Pensei que se calhar não conseguia estabelecer prioridades porque esta não era (felizmente) a minha realidade e que provavelmente não teria nunca sensibilidade para a perceber e conseguir com base nisso tomar uma decisão.Mas depois percebi que estas pessoas acabam por enfiar coisas meio aleatórias para dentro dum saco e também não conseguem escolher, porque é impossível escolher, porque não há nenhum objecto que possa ser colocado dentro duma mochila que possa de alguma forma minimizar a perda do que se deixa para trás, a vida.

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O futebol e o tango em la Boca.

Esta é a imagem mais Sul Americana e menos Europeia que temos da capital da Argentina. O colorido Caminito no bairro de La Boca e os seus bailarinos de rua que posam com os turistas e que convivem lado a lado com a imagem da lenda viva do futebol, que o estádio La Bombonera viu jogar ao vivo por tantas vezes, Diego Armando Maradona ‘El Pibe’.Apanhei o autocarro para La Boca na Avenida de Mayo (esta zona da cidade não é servida pelo metro) que atravessou outro bairro famosa da cidade, pelos seus mercados e vida mais boémia, San Telmo. Chegados a La Boca não tem o que enganar e seguindo os turistas vão dar de caras com o famoso e colorido Caminito, o cartão-postal da cidade. Em cerca de 2 horas explorei a zona a pé e visitei também o famoso estádio do Boca Juniors e o seu Museu, a uma curta caminhada de distância. Preparem a máquina para muito cliques, os dançarinos de tango e os sócias do Maradona vão estar em todo o lado, prontos para uma foto assim que virem uma moeda. A visita ao estádio vale a pena, mas só se forem amantes do futebol.

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Buenos Aires, a Europa do outro lado do mar.

Eu sei que isto parece um clichê, mas eu ia com as expectativas tão em baixo quanto a esse lado europeu de Buenos Aires, que a surpresa foi enorme. Depois de tudo o que li sobre o assunto, a ideia que assentou na minha mente é que Buenos Aires só parecia uma capital europeia para brasileiro que nunca tinha saído da América do Sul, mas… a verdade é que eu fiquei encantada com a imponência parisiense do centro da cidade.

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