November 22, 1963.

 Nas poucas horas que passei em Dallas, gostei de tudo o que vi. O passeio ficou-se apenas pelo West-End, onde se situa a Dealey Plaza e todas as memórias daquele dia de 22.11.63. E não dá para negar que toda a história da cidade gira em torno dessa situação e tudo o resto passa para segundo plano.

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Cervejaria Brasão

A última vez que estive no Porto, fomos testar mais uma das típicas cervejarias do Porto. A Brasão. Como não podia deixar de ser, a francesinha é o maior atrativo do restaurante e dispensa grandes apresentações. Vale referir que esta era feita no forno, uma versão sempre interessante e o molho era assim para o picante, mesmo a pedir uma cerveja – que é a outra especialidade da casa, com uma carta com uma série de cervejas diferentes e estrangeiras, para além da clássica caneca de pressão. O ambiente era óptimo, o espaço muito giro e os funcionários simpáticos e prestáveis, ao que parece está sempre lotado, havia fila à porta toda a noite e nós tivemos que reservar mesa. Mas valeu a pena conhecer o espaço, para além de que fica numa das transversais à Av. dos Aliados, local ideal para engatar com uma noite na Baixa. Aprovado e recomendado! Cervejaria Brasão Rua Ramalho Ortigão, 28 Porto

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Umas horas em Dallas-Fort Worth.

Eu sei se esta viagem parece que já foi feita noutra vida, tanto foi o tempo que passou entretanto, mas finalmente conseguir pôr em dia os posts da América do Sul e para regressar a casa (antes de partir para a próxima viagem) só falta mesmo contar-vos como foi o dia passado em Dallas. Se bem se lembram, e depois das desgraças relatadas aqui, fiz escala em Dallas tanto à ida como no regresso de Santiago.E hoje venho dizer-vos que, comparado com Miami, o aeroporto de Dallas-Fort Worth é o paraíso na terra. Enooooooorme (é o hub da American Airlines) mas incrivelmente bem organizado. Tudo rápido, simples e eficaz. Sem filas nem confusões, com o controle eletrónico a funcionar efectivamente na saída, em 20 minutos consegui pôr oficialmente os pés nos EUA. E ainda hoje estou à espera de passar pelo controle de passaportes para apanhar o voo de regresso para Madrid. Claro que confirmaram a minha identificação com o cartão de embarque no controle de bagagem e na porta de embarque, mas polícia mal encarado a olhar de cima a baixo e a passar o passaporte no leitor para saber até o que eu comi ao pequeno-almoço… nada.O aeroporto tem incontáveis lojas, restaurantes e cafés, em cada um dos seus terminais (A – E), hotéis de luxo, hotéis express onde podem alugar uma cama e um chuveiro para algumas horas, wi-fi livre em todo o lado, e tudo mais que possam imaginar. Se estiverem na zona interna do aeroporto há um comboio Skylink que liga todos os terminais, se estiverem na zona externa, a ligação é feita por autocarro. Ambos são gratuitos.As opções são mais que muitas e claro que não conheci nem metade do aeroporto.

Imensos voos da American Airlines, para os mais variados destinos, fazem escala aqui, por isso se tiverem umas horinhas livres vale bem a pena apostar em ir até à cidade indiscutivelmente marcada pelo assassinato do Kennedy.
Há um comboio que vai desde o aeroporto até ao centro de Dallas em cerca de 45 minutos (depende da paragem em que saírem) e que parte do Terminal A. É super-fácil tirar os bilhetes, tem máquinas na estação e o bilhete para 1 dia custa cinco dólares – mais informações aqui. read more

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Na cordilheira dos Andes.

Acho que já contei aqui várias vezes a furada que esta viagem saiu (podem ler mais detalhes aqui) mas hoje vou tentar só mesmo falar das coisas boas.E as coisas boas é que a cordilheira dos Andes ficam mesmo pertinho de Santiago, cerca de 40 km já têm algumas estâncias de desportos de Inverno, e há imensos sítios até onde podem conduzir para apenas brincar na neve e conhecer a montanha. Apesar de não ser óbvio para leigos como eu algumas destas montanhas que se veem nas imagens são vulcões, o Chile tem centenas de vulcões e algumas dezenas deles encontram-se activos, por isso os avisos e instruções para evacuar as montanhas em casa de erupção estão também por todo o lado, tal como junto ao mar as vias de evacuação em caso de tsunami aparecem por todo o lado. Mas a natureza tem tanto de assustador como de incrível, e num dia de Sol como o que apanhamos, a Cordilheira dos Andes branquinha é uma das incríveis!

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