A caminho da América do Sul…

Se tudo correr como previsto, a esta hora estamos a iniciar mais uma viagem incrível!Daqui a umas… 20h (?) horas… estaremos a aterrar em La Paz para conhecer a Bolívia, de onde seguiremos viagem até ao Perú. (alô Machu Picchu!)Como habitualmente deixei alguns posts agendados para entrarem durante as próximas semanas – enquanto estiver por lá e nos dias seguintes ao regresso, porque chegarei com certeza mais morta do que viva -, até lá tentarei ir dando notícias por aqui sempre que houver tempo e assim a internet o permita. Seguro que não faltarão coisas incríveis para partilhar!Stay tuned!

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Vitra Museum – Weil em Rhein

Para chegar ao Vitra Museum a partir da Bahnhof SBB de Basileia é preciso apanhar o tram nº8 em direcção a Weil-em-Rhein e sair em Claraplatz, ainda do lado suiço, onde apanham o bus nº55 que vai parar mesmo em frente à entrada do Vitra Museum. Foi o que fizemos à ida, no regresso e depois de esperar uma infinidade de tempo pelo nº55 que já devia ter passado há que tempos, acabamos por entrar num outro bus e depois de uma conversa de loucos com a condutora (que só falava alemão) ficamos na mão de Deus do meu fraco alemão. Não percebi qual era efectivamente o problema, apenas que havia algum, mas aquele autocarro também nos ia deixar algures onde era possível apanhar o tram 8. E assim foi, apanhamos a linha na última estação, demorou mais tempo, mas conseguimos sair da Alemanha 🙂 O complexo do Vitra Museum é todo virado ao design, tem um campus imenso com fábricas onde se produzem todo o tipo de móveis, sendo que as cadeiras são as mais famosas, e ainda museus abertos ao público. Recomendo muito para quem gosta de decoração.  No edifício Das Bauhaus tem uma exposição temporária que se paga, mas na Vitra House está aquilo que queríamos mesmo ver e a entrada é gratuita. É possível expreitar uma fábrica artesanal de cadeiras, escolher a que mais vos agrade e deixar lá os ordenados de uma vida, ou apenas passear pelo inúmeros ambientes criados com os objectos de design e sonhar em ter um dia uma casa assim. Fiquei pela última opção.  O parque tem ainda a opção de visita arquitectónica, pois todos os edifícios (não só os dos museus mas também os das fábricas) foram desenhados por arquitectos de renome, esta visita é preciso ser marcada com antecedência, mas podem ver edifícios assinados por Frank Gehry ou Siza Vieira.

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Não sei quem foi de vós que resolveu pedir um clima tropical para o Alto-Minho… Mas eu gostava que nos devolvessem as nossas noites fresquinhas de Verão! Estão quase 30 graus e eu não consigo dormir. Agradecida.

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Fim de tarde em Basileia.

Depois da saga que foi voltar do Vitra Museum, graças ao 55 que resolveu evaporar-se do mapa (e estamos nós na Alemanha, pffff!), lá chegamos de novo a Basileia, do lado Suiço e resolvemos sair do tram na ClaraPlatz e fazer o percurso a pé até à estação para poder aproveitar melhor o fim do dia na cidade. É verdade que ainda eram umas quatro da tarde, mas em Dezembro escurece cedo e a luz do dia acompanhou-nos durante pouco tempo. Basileia pareceu uma cidade interessante, as decorações de Natal estavam muito giras, e havia mercadinhos espalhados por toda a cidade. O meu favorito, que rendeu as fotos mais giras ficava mesmo ao lado da Catedral. A cidade estava apinhada de gente, era um sábado e havia ainda algum tipo de desfile/parada que nem chegamos bem a perceber o que era, e estavam milhares de pessoas a postos nas ruas à espera. Ficou um gostinho bom na boca para, quem sabe, um dia voltar. À hora de jantar apanhamos o comboio para Colmar, a ‘base’ da viagem.

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