Roteiro de 3 dias em Malta

Ainda estou na ressaca do regresso de férias, e a vontade de fazer alguma coisa é pouca ou nenhuma mas vamos lá tentar passar para o papel o que andei a fazer por Malta, na última semana. A verdade é que fui na segunda e regressei na sexta, mas os voos Porto – Malta são à segunda à noite e na sexta apesar do voo ser à tarde, aproveitei para dar mais um mergulho, curtir o sol e fazer umas comprinhas, pelo que visitas não houve. Sobram os dias do meio, três dias intensos de passeios que permitiram conhecer um pouco do que as ilhas do arquipélago têm de melhor, entre beleza natural e património.

Dia 1 – Acordei o mais cedo que consegui e apanhei o autocarro em direcão ao sul da ilha à pequena vila piscatória de Marsaxlokk. De lá apanhei o táxi aquático até à famosa piscina de São Pedro, onde tive o primeiro contacto com as maravilhosas águas mediterrâneas de Malta. De regresso a Marsaxlokk, explorei um pouco a marina e os seus famosos barcos Luzzu e almocei um polvo ao alho que estava de comer e chorar por mais. Depois de almoço voltei a fazer-me à estrada para a última paragem do dia, a antiga capital do país, Mdina, com a sua cidade muralhada. A visita às ruas ruelas à luz do fim do dia não poderia ter sido melhor escolhida.

Dia 2 – Dia dedicado a explorar as outras ilhas, Comino e Gozo. Madruguei a sério para chegar ao porto de Cirkewwa antes das 08:30 da manhã. O ferry para Comino saiu cedo e ainda não eram nove quando chegamos à pequena ilhota com o paraíso mesmo ali e (quase) só para nós. As águas mais turquesa que já vi encantaram-me e passei quase uma hora de molho. Mas infelizmente havia ainda muito para conhecer e antes que os turistas menos madrugadores chegassem já eu estava de novo no ferry a caminho de Gozo. Aqui chegada, a primeira visita do dia foi à costa oeste, ao que ainda resta daquilo que foi em tempos a famosa Janela Azul. Depois voltei à capital da ilha, Vittoriosa, onde explorei o centro histórico e a sua citadela, antes de fazer todo o caminho inverso de regresso “a casa”.

Dia 3 – Finalmente o dia em que visitei a capital da ilha Valletta, e os seus arredores. Comecei o dia no centro da cidade, com as suas ruas íngremes e estreitas, com varandas empoleiradas em toda a sua extensão, e igrejas a espreitar a cada esquina, Valetta foi uma agradável surpresa. São imensos os locais de interesse e as vistas para os portos de mar e as marinas que a rodeiam valem a pena. Para completar a visita a tarde foi passada entre um passeio até às três cidades (a Birgu mais precisamente) e o regresso ao outro lado a Sliema, com uma das vistas mais famosas para a cidade.

Em breve prometo todas as dicas de sobrevivência em Malta, bem como imensas fotografias e posts detalhados sobre tudo o que visitei. Me aguardem. Na fotografia de capa, euzinha estupefacta com a belezura das águas da Lagoa Azul em Comino.

2 Comments

  1. Filipe Morato Gomes

    July 12, 2018 at 11:13 am

    Olá Inês, isso é que foi correr! Alguma promoção de voo maluca ou não tinhas mesmo mais dias? 🙂

    1. Inês

      July 13, 2018 at 1:14 pm

      Foi uma mistura dos dois, surgiram-me uns dias de férias inesperados, e como decidi que ia aproveitá-los para ir a algum lado com apenas uma semana de antecedência o critério de escolha foi mais ou menos, deixa-me lá ver que voos é que não me vão levar à falência… Malta surgiu assim. Mas valeu a pena, acabei por conseguir passear bastante e ainda apanhar sol e deliciar-me com as águas do Mediterrâneo. Para mim a maior vantagem de viajar sozinha é que os dias parece que têm 48 horas. 🙂

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