Mdina | A antiga capital maltesa

Valletta é a cidade que domina a pequena ilha de malta, mas até ao séc. XVI a principal cidade na região era Mdina. Uma cidade ocre com muita história para contar. Fui até lá num dos dias que passei na ilha e recomendo muito a visita.
A fundação da cidade de Mdina remonta ao séc. VIII antes de cristo, com a chegada dos fenícios à ilha de Malta.
Nos séculos posteriores foi ocupada pelos romanos, pelo império Bizantino, pelos Árabes do norte de África e teve vários nomes, Maleth, Melite, antes de adquirir o nome atual de Mdina – que tem origem na palavra árabe para medina.
Permaneceu a capital da ilha até 1530, quando a ordem de São joão chegou á ilha e transferiu o poder para a cidade de Birgu, próximo a Valletta.

A sua muralha bem preservada, a inúmera quantidade de igrejas de interiores coloridos, bem como a sua arquitetura medieval austera (e ocre), dá um aspeto único. É também conhecida pela cidade silenciosa, já que poucos são os seus habitantes hoje em dia, e o interior da muralha transmite uma calma e uma paz difícil de imaginar para uma região tão turística como é Malta.

O que visitar em Mdina?
A cidade muralhada é bem pequena e o melhor mesmo é caminharem sem grandes planos, que facilmente vão cobrir toda a área. Comecem na porta de Mdina em direção à Catedral e de lá continuem até à extremidade oposta da cidade, a Praça do Bastião. Pelo caminho vão passar por inúmeras igrejas e palácios, vielas e recantos únicos. Entrem na igreja da Anunciação que tem uns tetos e painéis de cor única.

Como chegar?
Há autocarros a partir de Valletta até Mdina, que vos vão deixar mesmo junto à porta principal da cidade muralhada. podem consultar aqui os horários. (autocarro número 51, 52, 53)
Se vierem de Sliema ou St. Julians também podem apanhar um autocarro direto, se bem que daqui as opções de transporte não são tão frequentes e a viagem é mais longa. (autocarro número 202) – provavelmente a viagem é mais curta se forem a Valletta apanhar um dos autocarros que partem de lá.

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