Souvenirs de Cabo Verde

Ah, o sol e o mar.
Tive de regressar de Cabo Verde, com muita pena minha e aterrar em cheio num tempo dos infernos de chuva e frio. A vida custa. Mas também é hora de aproveitar o sofá e as mantas e descansar que o Inverno serve para isso mesmo. Vou estar o mês de Novembro todo em casa e já estou aliviada com isso. Estou a precisar de repor energias, organizar o meu lar para o Natal, hehe, sim já estou a pensar nas decorações, mesmo tendo acabado de chegar da praia.
Para já deixo-vos com as minhas comprinhas africanas.
Para começar, não há lojas em Cabo Verde, ou praticamente. Há lojas do chinês e pouco mais, esqueçam lá as febres de consumo porque não dá.
Para compensar há o mega mercado de Sucupira, na cidade da Praia, onde podem encontrar roupas e calçados, mais tradicionais ou mais ocidentais, pendurados num emaranhado de barracas onde também vão encontrar artesanato, obras de arte e muito mais.
Para casa trouxe um dos imensos tecidos giros que vi por lá, do qual estou a pensar fazer uma toalha de praia (mas aceito sugestões), umas havaianas – que como ficam a meio caminho de quem vem do Brasil, só custam metade do preço, no mercado que eu disse que não havia lojas -, uns brincos e uma fita para o cabelo.
Ah, e um queijinho local, já que vinho não podia vir na mala de mão.
Estão a sentir a falta de um magnete, verdade? Eu também. Mas Cabo Verde ainda não acordou verdadeiramente para o turismo, pelo menos não em Santiago e os magnetes eram raros e feiinhos, portanto vou contentar-me com um que a minha mãe me trouxe há uns anos de lá que nenhum outro me fez cair o queixo.

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