Cinco coisas a não perder na Cidade do Cabo | África do Sul

Conhecer a Cidade do Cabo sempre foi um dos meus objetivos como viajante. O motivo número um era a proximidade à Península do Cabo e a chance de estar no Cabo da Boa Esperança (geek alert!) e o número dois eram os relatos de toda a gente que já passou por lá e descreve a cidade como uma das mais bonitas do mundo. Estive por lá em Agosto deste ano e posso garantir que não desiludiu em nada! Ficam as minhas sugestões para aproveitarem ao máximo a cidade.

1. Subir à Table Mountain
É o passeio incontornável na cidade. Se não tiverem tempo para mais nada vão ter de subir à table Mountain. Podem chegar ao topo da montanha a pé (há trilhos) ou de teleférico. Claro que nós fomos de teleférico – por falta de tempo e de vontade de caminhar – apesar do bilhete de ida/volta não ser nada barato (aproximadamente 20 Euros).
Para chegar até à base do teleférico, podem apanhar um Uber, o autocarro, ou fazer como nós e apostar num clássico, o Red Bus. Permitiu passar por todas as atrações deste roteiro.
Chegando ao topo… a vista é de cortar a respiração! A cidade é linda, com os seus picos, as praias e a ligação ao mar e à baía. O verde, o azul e a luz. Eu sei que isto parece só mais um clichê, mas é mesmo uma das cidades mais bonitas do mundo, não no sentido edificado, mas foi abençoada pela natureza. Assim de repente só me lembra o Rio de Janeiro e isso diz tudo.

2. Victoria & Alfred Waterfront
A nova zona queridinha da cidade do Cabo surgiu junto às antigas docas e estaleiros navais. Hoje em dia tem ar de Marina moderninha, cheia de restaurantes, lojinhas, zonas de passeio, uma roda gigante, o Aquarium. Um mercado de artesanato e design sul africano e ainda o Food Market e um pequeno centro comercial.
Resumindo, o local para onde os turistas vão sempre desembocar. Há também uma série de hotéis novos nesta região – opção óptima de hospedagem.
Uma nota para o nome Victoria & Alfred e não Victoria & Albert – como a sigla V&A parecem inicialmente sugerir. A rainha Victoria e o seu filho príncipe Albert inauguraram duas docas importantes no século XIX, em fases distantes daí o nome escolhido. Recomendo o restaurante Harbour House onde comemos um peixe fresco muito bom numa das noites que passamos por lá.

3. Explorar o centro da cidade
O centro da cidade possui uma mistura interessante entre edifícios coloniais que ainda se mantêm em bom estado, bem como prédios novos que tocam os céus e que estão espalhados por downtown. Para além de alguns marcos históricos, como o castelo, o parlamento ou a casa presidêncial.
Esta é um zona comercial cuja principal artéria é a Long Street, onde também vão encontrar muitas opções de alojamento e restauração. Aqui perto também não podem perder o colorido bairro de Bo Kaap – prometo que a pequena encosta que têm de subir para lá chegar vai render as fotos mais instagramáveis da viagem.

4. Camps Bay e frente marítima
A cidade do Cabo expandiu-se naturalmente para a zona sul, de forma a aproveitar a proximidade ao mar. Se no início do século passado Camps Bay era quase outra cidade, hoje em dia está completamente ligada ao centro da cidade, pelas inúmeras praias e zonas residenciais que encontramos pelo caminho. Esta região é também um boa opção para ficar alojado durante a época de Verão, já que estas pequenas praias estão bem protegidas do vento (pelas montanhas de Lion’s Head e Signal Hill) e são o melhor local da cidade para se estenderem ao sol.
Finalmente chegam a Camps Bay, famosa pela sua praia extensa de areia branca, um bairro de classe média-alta, com vista para as montanhas dos doze apóstolos – as comparações são inevitáveis – e aquele jeitinho cariosa de ser.

5. Visitar Robben Island
Infelizmente não conseguimos visitar a ilha onde Nélson Mandela esteve na prisão de alta segurança durante o regime sul-africano do apartheid.
A poucos quilómetros da costa da cidade do Cabo, é possível ver a ilha de qualquer um dos seus picos mas há apenas uma companhia, cujos escritórios e pier de partida fica no Victoria and Alfred Waterfront, a fazer visitas guiadas à ilha em três horários fixos ao longo do dia.
A procura é mais que muita e nós descobrimos da pior maneira, época baixa e já nem um bilhete sobrava para contar história, mesmo para uma segunda-feira. O simbolismo é o maior atrativo do passeio.

(+) Um dia na Península do Cabo (em breve)

(+) Parque Nacional do cabo da Boa Esperança (em breve)

 

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