Viajar com a Cathay Pacific

Ponderei se esta era uma boa hora para fazer este post ou se deveria deixar passar mais algum tempo sobre a experiência para conseguir fazer uma avaliação mais fria e isenta da viagem. Mas acho que está na altura certa, já não estou furiosa com o que correu mal e ainda me lembro bem do que funcionou de maravilha. Portanto aqui vai a minha sentença.

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Bérgamo | Muito mais do que um aeroporto nos arredores de Milão.

Com o surgimento das companhias de aviação low cost, há alguns anos atrás, começamos todos a ter a possibilidade de ir aqui e ali na Europa quase tão facilmente como íamos passar um fim-de-semana ao Porto ou a Lisboa. difícil imaginar algo melhor para quem adora viajar e não nada em dinheiro. Eu sou fã da Ryanair, já que a partir da minha base (o Porto) é aquela que oferece mais opções de voos.

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Irlanda, dicas práticas: Aeroportos, transportes, tours e alojamento

Ora, então vamos lá aquele post que ajuda todo e qualquer viajante desesperado por informação no maravilhoso mundo da internet. Tudo o que precisam saber para a vossa viagem ser mesmo um sucesso, sem surpresas a meio do caminho. =&0=& A Ryanair é irlandesa, e apesar do aeroporto de Dublin não ser o maior de sempre é quase o hub da low cost mais famosa da Europa, por isso há imensos voos a chegar e a partir de lá a todo o momento para quase toda a Europa, já que para além da Ryanair também opera com as companhias regulares num aeroporto único, de dois terminais.  Foi a nossa opção de entrada na Irlanda pois conseguimos para qui muito melhores horários e preços do que voando para Belfast, que tem dois aeroportos, o Internacional e o George Best, boas opções se voarem a partir do Reino Unido. O aeroporto de Dublin não fica muito longe da cidade e há duas companhias de autocarros que fazem ligações regulares ao centro da cidade. Ficam mesmo à vossa frente, à saída do terminal – difícil não ver. Nós usamos a Airlink e o bilhete de ida e volta custou 10 euros (mais detalhes aqui). Cerca de meia-hora até ao centro, dependendo do trânsito e da paragem em que saírem.=&1=& Chegados ao centro de Dublin fizemos tudo a pé. Há autocarros urbanos na cidade e parecem cumprir bem a função, podem inclusivamente apanhar um deles para ir até à Guiness Store House que não é propriamente no centro da cidade, mas também não é tão longe assim, a pé aproveitam para conhecer melhor a cidade até lá chegar. Para se locomoverem pelo país, e no nosso caso para ir de Dublin a Belfast, optamos pelo comboio. As estações (Connolly Station em Dublin e Central Statio em Belfast) são walking distance do centro, a ligação é rápida e eficaz e o serviço a bordo (cafeteria e wi-fi) sem reclamações. Sugiro que comprei o bilhete online (aqui), porque nós tivemos um problema com o cartão de crédito para efectuar o pagamento online e acabámos por deixar para comprar por lá e foi má ideia, foi mais caro!=&2=&

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Aeroporto de Memmingen (Munique) e alugar carro na Baviera! Todas as dicas.

Eu sou fã de carteirinha da Ryanair, já devem ter percebido isso, mas é evidente que a companhia tem vários inconvenientes, que podem tornar uma viagem muito desagradável se não formos preparados para eles, e um deles é o facto de alguns aeroportos ficaram onde o diabo perdeu as botas.=&0=&: entra naquela categoria de apeadeiro de aviões, super pequeno, daqueles em que o painel das partidas/chegadas mostra os voos todos do dia e ainda sobra espaço. Nós chegamos lá por volta das 18h30, no regresso, e o único voo que falta naquele dia era o da Ryanair que vinha para o Porto, portanto não têm como se confundir muito lá dentro. Antes de passarem pelo controle de bagagem têm uma sala de espera, um cafezinho bem simples e muitas agências de rent-a-car. Depois do controle de bagagem têm o mesmo cafezinho, uma lojinha de dutty free e outra sala de espera. Simples e eficaz, não tem o que enganar. Supostamente há wi-fi gratuito em todo o lado, mas o seu funcionamento não é lá grandes coisas, dava nuns telefones, noutros não, primeiro dava, depois não dava. Melhor não levarem muitas ilusões.=&1=&

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Antuérpia, dicas práticas.

Como chegar a Antuérpia:A dica mais óbvia tanto para chegar como partir da cidade é de comboio. Junta-se o útil ao agradável, já que a estação de comboios é uma atracção turística em si, de tão impressionante que é o edifício, e os comboios na região são óptimos, rápidos, frequentes e confortáveis.E então porque é que eu não segui à risca o meu próprio conselho? Pois, porque resolvi voar para Bruxelas pouco tempo depois dos atentados no aeroporto de Zaventem e aquilo ainda estava uma pequena confusão, demorou até que os comboios voltassem a circular no aeroporto, quando começou havia imensas restrições, eu não queria ter de ir até à cidade para apanhar ligação… Uma série de contratempos que me levaram a decidir apanhar um autocarro directo entre o aeroporto de Bruxelas e Antuérpia. Não foi nada que atrapalhasse em demasia a minha viagem, já que o autocarro demora apenas mais 15 minutos que o comboio (45 min em vez de meia-hora) e a paragem final na cidade é mesmo em frente à estação. Portanto é uma opção válida também para fazer o trajecto. Eu viajei na companhia Airport Express, o bilhete só de ida custou 10 euros, há cerca de um autocarro por hora, e podem comprar o bilhete directamente ao motorista. Simples e rápido.Deixo-vos aqui também o horário do sentido Aeroporto – Antuérpia, que não encontrei disponível no site e que me teria dado muito jeito conhecer antes de lá chegar, para poder organizar a minha vida.– Como não sabia o horário, a primeira coisa que fiz à chegada foi sair do aeroporto para consultá-lo e como tinha ainda 45 minutos de espera resolvi voltar a entrar para tentar comer alguma coisa que a fome já apertava, graças às medidas extremas de segurança, um senhor de metralhadora em riste não me deixou voltar a entrar sem novo cartão de embarque e fiquei cá fora à seca e à fome até chegar o bus. –À saída da cidade, desta vez em direcção a Roterdão, apanhei um comboio, cujo bilhete tinha comprado antecipadamente no site da BelgianRail e foi tudo fácil, recebi no email o bilhete em .pdf e foi só imprimir e embarcar.

Como se locomover:
Se forem alojar-se por lá prvavelmente o tram ou o autocarro podem levar-vos praticamente a qualquer lado em pouco tempo, a rede pareceu boa e havia transportes por todo o lado, mas a verdade é que para fazer um roteiro básico pelo centro da cidade não vão precisar de nenhum deles. A estação é perto do centro e completamente walking-distance até ao rio. Se como eu forem passar apenas umas horas na cidade, o que vão precisar, muito mais do que um autocarro é de um local onde deixar a mala.
Apesar de todas as restrições de segurança óbvias depois do que já contei em cima, os lockers da estação estavam completamente disponíveis e acessíveis a qualquer pessoa (portanto presumo que não estejam impedidos nunca!). Havia diferentes tamanhos, para diferente tipo de bagagem, diferentes preços e tudo self-service, então também não havia restrição de horário de levantamento, como quando há um guichet. Ficavam no piso da entrada principal na parte de baixo/atrás da escadaria principal. Foi só chegar, largar a mala, e estava pronta para explorar a cidade. read more

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O aeroporto mais internacional do centro da Europa – dicas.

Eu tinha prometido um post sobre o aeroporto de Basileia (ou Freiburg ou Mulhouse), a explicar tudo direitinho de como sai de lá e as diferentes opções. Não sei bem como, todas as fotos de plaquinhas a dizer Suiça/França/Alemanha, horários de autocarros e afins… desapareceram. Sobrou apenas esta, onde podem ver que o autocarro que vos leva até ao centro de Basileia, é o 50, para mesmo em frente à porta de saída do aeroporto, parte frequentemente e não tem o que enganar. É só tirar o bilhete na maquininha que também vêem na fotografia. A partir daqui vou ver em que é que a minha memória e o google me salvam, para tentar completar este post. Então vamos lá, o aeroporto está fisicamente situado em França, mas tem imigração Suiça e Alemã também. Como os três fazem parte do espaço Schengen, viajando de Portugal torna as coisas mais ou menos indiferentes, e dá para ‘sair’ por qualquer uma das opções. Apesar de bem pequeno, quando comparado com os grandes aeroportos europeus, este Europark para além da posição super privilegiada no centro da Europa tem óptimas ligações a tudo quanto é canto do continente e opera principalmente com companhias low cost. Está também bem servido de opções de serviços e à sua volta não faltam opções para preencher uma escala mais longa, se passarem por lá algum dia. Chegar a França: Existem autocarros que ligam às cidades mais próximas de Colmar e Estrasburgo. Para viajar de comboio a estação mais próxima (St. Louis) fica a cerca de 10 min de autocarro (linha 11) e daí há ligação para todo o país. Chegar à Alemanha:  Há também autocarros a ligar à cidade alemã mais próxima Freiburg. A companhia que opera todas estas linhas, tanto em França como na Alemanha é a Flixbus, podem consultar horários e outros detalhes aqui. Chegar à Suiça: Acho que é a opção mais fácil e prática. Como disse acima, a linha 50 liga à Bahnhof de Basileia e daí podem ir para qualquer lado. Foi esta a opção que usamos para ir visitar o Vitra Museum (já na Aleamanha, em Weil-em-Rhein), e foi daqui que saímos mais tarde para Colmar. Apesar da estação de Saint Louis em França ser ais próxima é também mais secundária, ou seja, vir até Basileia compensa pelo facto de haver mais opção de comboios mais rápidos e directos. Os horários dos comboios (e demais informações) a partir de Basileia podem ser consultados aqui, e a estação principal é Basel SBB.

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Umas horas em Dallas-Fort Worth.

Eu sei se esta viagem parece que já foi feita noutra vida, tanto foi o tempo que passou entretanto, mas finalmente conseguir pôr em dia os posts da América do Sul e para regressar a casa (antes de partir para a próxima viagem) só falta mesmo contar-vos como foi o dia passado em Dallas. Se bem se lembram, e depois das desgraças relatadas aqui, fiz escala em Dallas tanto à ida como no regresso de Santiago.E hoje venho dizer-vos que, comparado com Miami, o aeroporto de Dallas-Fort Worth é o paraíso na terra. Enooooooorme (é o hub da American Airlines) mas incrivelmente bem organizado. Tudo rápido, simples e eficaz. Sem filas nem confusões, com o controle eletrónico a funcionar efectivamente na saída, em 20 minutos consegui pôr oficialmente os pés nos EUA. E ainda hoje estou à espera de passar pelo controle de passaportes para apanhar o voo de regresso para Madrid. Claro que confirmaram a minha identificação com o cartão de embarque no controle de bagagem e na porta de embarque, mas polícia mal encarado a olhar de cima a baixo e a passar o passaporte no leitor para saber até o que eu comi ao pequeno-almoço… nada.O aeroporto tem incontáveis lojas, restaurantes e cafés, em cada um dos seus terminais (A – E), hotéis de luxo, hotéis express onde podem alugar uma cama e um chuveiro para algumas horas, wi-fi livre em todo o lado, e tudo mais que possam imaginar. Se estiverem na zona interna do aeroporto há um comboio Skylink que liga todos os terminais, se estiverem na zona externa, a ligação é feita por autocarro. Ambos são gratuitos.As opções são mais que muitas e claro que não conheci nem metade do aeroporto.

Imensos voos da American Airlines, para os mais variados destinos, fazem escala aqui, por isso se tiverem umas horinhas livres vale bem a pena apostar em ir até à cidade indiscutivelmente marcada pelo assassinato do Kennedy.
Há um comboio que vai desde o aeroporto até ao centro de Dallas em cerca de 45 minutos (depende da paragem em que saírem) e que parte do Terminal A. É super-fácil tirar os bilhetes, tem máquinas na estação e o bilhete para 1 dia custa cinco dólares – mais informações aqui. read more

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Stop-over forçado em Miami. Chatices e dicas!

Isto sim, foi uma verdadeira aventura!Esta paragem estratégica de quase 24 horas em Miami não estava nos planos. Quer dizer, se o guião se cumprisse sem falhas, não iria acontecer. Mas o guião era tão pouco viável que perder o voo de ligação em Miami era algo que já tinha pensado várias vezes que ia acontecer, ahahah. Os deuses uniram-se para me ajudar.Mas como não há bela sem senão, a provação para poder molhar os pés nas águas quentes de South Beach não foi pequena.Tudo começou com o facto de já termos saído atrasados de Madrid, não muito tempo, mas o suficiente para atrasar meia hora a chegada a Miami, o que fez passar o nosso tempo para apanhar o voo para Santiago de 2h para hora e meia. Para ajudar à festa fomos informados à chegada que afinal as nossas malinhas não seguiam felizes da vida até Santiago e que era necessário ir levantá-las e despachar de novo. What? É desta que vai tudo ao charco.Mas não, o problema mesmo foi passar a imigração, eram quilómetros de fila, várias filas, procedimentos manuais, procedimentos automáticos, acho que fomos controlados umas três vezes antes de finalmente entrar nos Estados Unidos. A mala foi o menos importante, porque quando chegamos até ela (que estava largada no meio da sala de recolha de bagagem, há muito que os tapetes tinham malas de outros voos a circular) já o nosso avião seguinte estava a descolar!Pelo que vim a perceber mais tarde, aquele aeroporto é sempre um caos, e informaram-me também que esta recolha de malas inesperada acontece sempre para os voos da Iberia e da British Airways que chegam lá, por isso se quiserem evitar surpresas destas aconselho a fazerem escalas de no mínimo umas 3h, para garantir que tudo vai correr mais ou menos bem. Pois muito bem, que bonito, estamos na América, e agora?Três horas de fila no balcão da American Airlines para conseguir novos cartões de embarque para o dia seguinte!! Eu já estava mal disposta, que sou pessoa que enjoa com facilidade e a falta de descanso e abanicos de aviões não ajudam nada à festa, mas aquela espera, desesperou-me, mal podia esperar por ver uma cama.Era quase meia noite quando finalmente tinhamos na mão bilhetes para o dia seguinte às 17h e um novo desafio pela frente… Arranjar um hotel. Existe um hotel dentro do próprio aeroporto, mas estava completamente cheio, tal como quase todos os hotéis mais ou menos em conta, nos arredores do aeroporto.Para ajudar à busca de hotel o aeroporto disponibiliza, no piso inferior, junto à saída onde podem apanhar os táxis ou transfers, uns ecrãns interactivos onde podem consultar uma lista de hotéis e fazer directamente de lá as chamadas a pedir reserva. Ao fim de umas 15 tentativas, e já a ter palpitações, o Holiday Inn Miami Airport não estava sold out como todos os outros! Aleluia senhores, e mandou um transfer para nos levar até à melhor cama do mundo, fofinha, king size, para finalmente descansar, por cerca de 120 dólares.Em princípio todos os hotéis que estão listados tem um transfer regular que passa a buscar e levar as pessoas ao aeroporto sempre que necessário. Depois de confirmar a reserva em cerca de 10 minutos estava uma carrinha a apanhar-nos e 10 minutos de pois estávamos no hotel. Foi um sufoco só, isto tudo carregadas de malas e acordadas há quase 20 horas, depois de quilómetros de filas e horas no ar, mas valeu tudo a pena, só por causa disto:No dia seguinte de manhã acordamos cedo para conseguir aproveitar o lado bom da chatice e saltamos da cama quase directas para um táxi, destino South Beach.A zona onde fica o aeroporto internacional ainda é um pouco distante das praias, Miami Beach e South Beach e de Miami Downtown. É possível fazer o percurso de autocarro mas leva mais de uma hora devido às paragens. Se tiverem pouco tempo a melhor opção será apanhar um táxi que por 35 dólares e entre 20 min a meia hora nos deixou numa das pontas da Ocean Drive em South Beach.Depois de uma manhã de passeio voltamos ao hotel. Como o check-out estava já feito e era impossível voltar ao quarto para tomar um banho depois de uma manhã debaixo de 35 graus e meio sujas de areia, ainda demos um mergulho na piscina do hotel e mudamos para a roupa de aeroporto, que nos ia permitir aterrar no Inverno Chileno.Voltamos com tempo para o aeroporto a fim de evitar mais surpresas. Já tínhamos tido um cheirinho de Miami, estava de bom tamanho, melhor regressar ao plano inicial das férias!Voltando às coisas práticas, a companhia aérea responsabilizou-se pela emissão de um novo bilhete, aliás nem perguntaram duas vezes porque é que tínhamos perdido o avião, emitiram um cartão de embarque novo sem problema nenhum. Mas à partida não nos deram nenhuma alternativa de alojamento, transporte e refeições, alegadamente porque o problema não tinha sido deles mas sim da imigração.Ao comprar o bilhete no site da edreams, comprei também o seguro que eles disponibilizavam da Europe Assistance, que não altura me custou quarenta e tal euros. A companhia foi alertada imediatamente e deram instruções para guardar as facturas, à chegada a Portugal entrando em contacto com eles, pediram alguns dados, que enviasse os recibos originais e poucos dias depois tinha na minha conta o dinheiro que paguei pelo hotel e pelas refeições. Foi tudo bastante simples e não implicaram com nada, nem com o facto de eu não ter nenhuma ‘prova’ em como a culpa de ter perdido o voo não tinha sido minha.

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