Lago di Como | Roteiro e dicas práticas, tudo o que precisam saber.

Depois dos posts das últimas semanas com as fotografias incrivelmente azuis e verdes do Lago di Como, assumo que estão todos a morrer de vontade de ir até lá um destes fins-de-semana, certo? Para facilitar essa tarefa aqui estou eu com todas as dicas imprescindíveis para que seja um sucesso.

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Aeroporto de Memmingen (Munique) e alugar carro na Baviera! Todas as dicas.

Eu sou fã de carteirinha da Ryanair, já devem ter percebido isso, mas é evidente que a companhia tem vários inconvenientes, que podem tornar uma viagem muito desagradável se não formos preparados para eles, e um deles é o facto de alguns aeroportos ficaram onde o diabo perdeu as botas.=&0=&: entra naquela categoria de apeadeiro de aviões, super pequeno, daqueles em que o painel das partidas/chegadas mostra os voos todos do dia e ainda sobra espaço. Nós chegamos lá por volta das 18h30, no regresso, e o único voo que falta naquele dia era o da Ryanair que vinha para o Porto, portanto não têm como se confundir muito lá dentro. Antes de passarem pelo controle de bagagem têm uma sala de espera, um cafezinho bem simples e muitas agências de rent-a-car. Depois do controle de bagagem têm o mesmo cafezinho, uma lojinha de dutty free e outra sala de espera. Simples e eficaz, não tem o que enganar. Supostamente há wi-fi gratuito em todo o lado, mas o seu funcionamento não é lá grandes coisas, dava nuns telefones, noutros não, primeiro dava, depois não dava. Melhor não levarem muitas ilusões.=&1=&

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Fizemo-nos à estrada… na Madeira.

Depois de uns dias no Funchal, tirámos um dia para alugar um carro e visitar outras zonas da ilha. Já tínhamos reservado online um carro na Europcar e de manhã cedo estávamos lá para preencher todas a mil papeladas que existem de seguros, identificações e tal (guardem à vontade uma meia hora para tudo, nada de chegar pegar na chave e zarpar).Depois de tudo resolvido e chave na mão, partimos finalmente em direcção à zona norte da ilha. As estradas são óptimas, com imensos túneis e foi bem depressa que por entre paisagens incríveis, atravessamos a ilha bem pelo centro, parámos pelo caminho no ´Véu da Noiva’ -perto do Seixal – e chegamos a Porto Moniz. Seguimos viagem em direcção a Santana, passando por São Vicente, e seguindo em cerca de 30 km o troço de estrada antiga da costa – demoramos uma hora só nesse pedaço e felizmente quase contamos o numero de carros com que nos cruzámos, bem empregues os milhões dos túneis e vias-rápidas, lembrem-se de não mais criticar o défice público da região – De Santana seguimos em direcção à ponta mais leste da ilha, a Ponta de São Lourenço, e ainda paramos na Prainha, Caniçal. Voltamos ao Funchal já no fim do dia descendo até ao sul da ilha pelo lado leste – zona do aeroporto e de Santa Cruz. Ao longo do percurso foi possível ver as mais variadas paisagens, todas elas incríveis. Foi uma viagem muito engraçada e que fizemos bem nas calmas. Ficaram algumas regiões por conhecer melhor, nomeadamente o lado oeste da ilha. Se quiserem uma visita mais completa penso que dois dias de carro serão suficientes. Posso dizer-vos que com um mapa actualizado na mão vão a qualquer lado na Madeira, até porque não há assim tantas estradas e está tudo bastante bem indicado, inclusivamente nos acessos na zona do Funchal, mas se sentirem mesmo um zero em orientação basta alugar um GPS junto com o carro e a ilha é vossa. São apenas 50 km entre as duas pontas mais distantes da ilha, não têm muito para onde ir 🙂 Ainda esta semana chegam os posts dos locais que visitámos ao longo deste dia. Deixo-vos um mapa do percurso detalhado. (clique para aumentar)

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de carro pela Hungria.

No terceiro fim-de-semana que passei com base em Bratislva, foi a vez de explorar as redondezas de carro.  – Foi alugado para o fim-de-semana inteiro num rental car no centro de Bratislava, tínhamos direito a levantá-lo no sábado a partir das 9h e entregar até segunda-feira de manhã à mesma hora, alugando apenas dois dias, normalmente todas as agências trabalham por blocos de 24h, e que nos permitia estar mais à vontade com a hora de chegada no domingo à noite –  No primeiro dia, rumo a sul, à Hungria, e com destino final nas margens do lago Balaton. Pelo caminho encontramos zonas muito rurais, grandes extensões de campos cultivados, pequenas mas agradáveis aldeias e ruínas de castelos. Tudo muito verde e muito plano. Estradas bastantes fracas mas um percurso interessante. 

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