Está marcada, planeada e muito desejada – A viagem de 2017.

Tal como prometi ontem, aqui está a grande novidade! Já estou em pulgas para as férias de Verão deste ano. Daqui a exactos três meses estarei a embarcar rumo a uma viagem muuuuuito sonhada e planeada nos últimos anos. Já esteve na mira, já saiu de planos e voltou a entrar, vezes sem conta, mas desta é que é, bilhetes na mão!Vão ser duas semanas e meia pelo Sudeste Asiático, 5 novos países se tudo correr bem e milhares de histórias para vos contar no regresso. Como podem imaginar, mal posso esperar! Vietname Ho Chi Minh e Delta do Mekong Hue e Hoi An Hanoi e Halong Bay Laos Luang Prabang Cambodja Phnom Phen e Angkor Wat Singapura E se tudo correr bem com os voos, um stop-over em…  Hong Kong! Vai ser épico!

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Índia, as pessoas.

Para terminar em beleza a série de posts sobre a Índia, cerca de 3 meses depois de ter chegado (shame on me), aqui ficam algumas das fotos incríveis que tirámos. As pessoas. Vale a pena só ficar sentado em algum lado a vê-las passar, principalmente às mulheres nos seus sarees e kurtas coloridas. É uma imagem tão contrastante com a pobreza e a sujeira que nos rodeia. A diferença cultural na forma de vestir, de se enfeitarem, é fascinante. Dava vontade de tirar fotografias a todas as pessoas que passavam na rua. Felizmente também ninguém se ofendia, até se aproximavam e ‘posavam’ para as fotografias, e o que eles gostavam de tirar fotos também connosco. Acho que ainda somos mais exóticos para eles (o guia disse-nos que algumas daquelas pessoas que nos abordavam e tentavam tirar fotografias muito provavelmente nunca tinham visto um Europeu branco, incrível!).

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Índia, dicas e roteiro.

-Roteiro A ideia de viajar para a Índia sem o apoio de uma agência de viagens nacional começou a ganhar força quando reparamos que os preços caiam quase para metade. Depois de semanas de pesquisa na internet, de ler todos os reviews e mais alguns decidimos avançar por conta própria e apenas com o suporte ‘no terreno’ de uma agência de viagens Indiana. Comprámos os bilhetes de avião na Internet, à Lufthansa, e começamos a negociar os percursos e os passeios com a agência A1 – Tour and Travels, India (A1toursindia@gmail.com). Acabamos por fechar um roteiro que incluía o Triângulo Dourado – passeio clássico entre Delhi, Jaipur e Agra – de carro, e uma extensão de uma noite (viagem de avião) a Varanasi. Dia 1 – Lisboa – Delhi (voo) Dia 2 – Delhi – Jaipur Dia 3 – Jaipur          (Posts detalhados sobre Jal MahalCity PalaceJaipur, Palácio dos Ventos e Amber Palace) Dia 4 – Jaipur – Agra             (Posts detalhados sobre Fatehpur Sikri e, claro, o Taj Mahal!) Dia 5 – Agra – Delhi             (Post detalhado sobre Agra para além do Taj Mahal) Dia 6 – Delhi – Varanasi (voo)             (Posts detalhados sobre Cerimónia sagrada ao pôr do Sol e Passeio de Rickshaw) Dia 7 – Varanasi – Delhi (voo)             (Posts detalhados sobre Nascer do sol no Ganges, =&11=& Dia 8 – Delhi             (Posts detalhados sobre New DelhiOld DelhiMesquita Jama Majid e =&15=& Dia 9 – Delhi – Lisboa (voo) As viagens por estrada na Índia são uma verdadeira aventura e extremamente cansativas, vão preparados para demorar sete horas para fazer uns míseros 250 km, por isso se hoje fosse a refazer este roteiro teria passado todo o quinto dia em Agra e no sexto dia apanhava  o avião de Agra para Varanasi. De resto penso que foi bem optimizado e aproveitamos ao máximo. – Alojamento e alimentação Não arriscámos em nada, escolhemos a cadeia sueca Radisson como hotel em todos os destinos onde pernoitamos. Hotéis bastante bons e com padrão ‘europeu’. Definitivamente evitámos tudo o que fosse comida ‘de rua’, as condições eram péssimas e não dava para arriscar. Comemos em alguns restaurantes Indianos, sempre em locais recomendados. – frutas e saladas interditas -. A culinária é bastante alternativa, de peixe nem passamos perto e de carne apenas frango e cordeiro, os legumes abundam, o arroz também e tudo pica quanto baste. O pão (naan) de alho é uma maravilha que salva qualquer refeição. Chamuças indianas, as nossas são melhores. MacEgg, um hamburguer alternativo.  -Segurança Perguntaram-me então e é seguro andar sozinho na Índia? Penso que não. A verdade é que nunca me senti insegura ou em perigo em lado nenhum, mas a verdade também é que a agência Indiana tinha à nossa espera no aeroporto um motorista e um acompanhante que só nos largavam sozinhos no hotel ou com um guia à entrada dos locais que íamos visitar. (Coisa que nós não solicitamos directamente, mas eles estavam sempre lá!) Só nos deixaram andar sozinhos às compras num centro comercial claramente classe alta e nos mercados veio sempre alguém acompanhar-nos, praticamente nunca estivemos sozinhos. Ou seja, acho que apesar de não sentirmos os problemas eles existem, a maneira como nos supervisionavam a todo o instante não era comum (andei muito mais à vontade no Cairo em 2010, por exemplo), o que nos leva a concluir que o perigo deve ser bem real. – Peculiaridades culturais O conceito de caixote do lixo ainda está muito longe de chegar à Índia, vão preparados para o pior que conseguem imaginar. A convivência com os animais é demasiado próxima, estejam atentos porque podem olhar para o lado e ter uma vaca a 20 cm de vós, ou então um cão, ou uma cabra, ou um camelo, ou um macaco, enfim… a fauna é variada. Aquele livro de código que todos temos que decorar um dia, se quisermos passar no exame e obter a carta de condução… Fiquei na dúvida se lá nem há regras ou se só não as cumprem. (Andei em contra-mão!!) Casa de banho, pois… tendo em conta algumas coisas que vi, se calhar não têm! Os indianos, principalmente as indianas e as suas roupas e enfeites, terão um post à parte.

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Mesquita ‘Jama Masjid’

A construção da mesquita mais imponente e famosa da Índia foi ordenada pelo imperador mongol Shah Jahan, o mesmo que mandou construir o Taj Mahal, e foi concluída no ano de 1656. Possui uma área enorme de pátios interiores que podem acomodar até 25000 fiéis e o edifício principal apresenta três cúpulas e dois minaretes de 41 metros de altura. Construída numa pequena colina bem no meio de Old Delhi, a sua figura destaca-se na imagem da cidade. Somos nós, lindas.  Bem em frente à mesquita fica o Red Fort, que não tivemos oportunidade de ver de perto.

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Old Delhi.

A cidade antiga de Delhi foi fundada em 1639 pelo imperador , e manteve-se como capital da Índia até ao fim da dinastia Mongol. Hoje em dia a sua silhueta é dominada pela presença da mesquita Jama e do Red Fort e toda a área é coberta por um imenso mercado a seu aberto, onde todo o tipo de veículos, pessoas e animais se cruzaram a toda a hora nas suas ruas estreitas.Com a ajuda de um rickshaw e os conselhos do guia, andamos cerca de duas horas ‘perdidas’ por este labirinto à caça de especiarias, lenços, bijuterias e pechinchas variadas.

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New Delhi.

A zona nova da cidade de Déli (conhecida como New Dehli) transformou-se na capital do país em 1947 (antes era Calcutá) e é a antítese do resto do país pela sua organização e limpeza. Herança do Império Britânico – foi projectada pelo arquitecto britânico Edwin Lutyens -, nesta zona da cidade é possível encontrar nos dias de hoje apenas o Palácio Presidencial, edifícios do Governo, embaixadas e consulados, alguns hotéis de luxo de cadeias internacionais, ligados por largas avenidas. Até o trânsito, em nada se compara ao caos instalado no resto da cidade. O maior destaque desta zona da cidade são os seus parques, zonas arborizadas e jardins, sendo que no meio de todos estes edifícios o verde é a cor predominante. Aqui visitamos o memorial a Mahatma Gandhi – local onde este foi cremado e as suas cinzas estão depositadas -, a famosa Porta da Índia (Arco do Triunfo indiano) e circulamos pela zona do palácio presidencial e embaixadas para absorver o ambiente. A marca inglesa na construção e organização é indiscutível. India Gate Gandhi Memorial

 Palácio Presidencial

 Isto não parece, mas ainda é a Índia.

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Qutb Minar

A cidade arqueológica de Qutb (também chamado de Qutub ou Qutab) fica na cidade de Déli e possui a maior – mais alta – torre de tijolo do mundo, um minarete de 72,5 metros de altura com 14,3 metros de diâmetro de base. É o cartão postal do complexo arqueológico, que data de 1193, e um bom representante da arquitectura indo-islâmica. No interior do minarete existe uma escadaria de 379 degraus mas hoje em dia a entrada não está aberta ao público por questões de segurança e de conservação do edifício. As gravações esculpidas no seu exterior são citações do Corão.

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Rituais nos Ghats.

Conhecido entre os Indianos pelas suas águas sagradas, o rio Ganges é a maior atracção da cidade de Varanasi. Milhares de Indianos deslocam-se diariamente à cidade para se poderem banhar nas suas águas e de lá sair purificado. É também comum, entre os habitantes da cidade, banharem-se diariamente no rio ao nascer do dia e antes de começarem com a sua rotina diária. Devido às características religiosas e espirituais deste lugar é também uma ambição de um hindu poder passar os últimos dias da sua vida em Varanasi e morrer e ser cremado junto ao Ganges onde as suas cinzas deverão ser deitadas. Estes rituais de cremação ocorrem 24h por dia nos Ghats de Varanasi. Assistir a ambos os rituais – os banhos e a cremação – no passeio de barco que fizemos ao nascer do Sol do segundo dia em Varanasi. Visitamos o local de cremação (não foi possível tirar fotos ao perto) e vimos e ouvimos as explicações de como ocorre todo o processo para que alguém possa ser cremado aqui. São imagens impressionantes, uma experiência única. É um daqueles lugares a visitar uma vez na vida.

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Nascer do Sol no Ganges.

No segundo dia em Varanasi acordamos ainda de noite para poder fazer um passeio de barco no Ganges com a primeira luz da manhã. A luz do nascer do Sol no rio e nos Ghats é única e valeu bem a pena a hora da madrugada a que tivemos de nos levantar. As imagens falam por si.

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Cerimónia sagrada do pôr-do-sol nos ghats.

Depois da viagem mais louca de sempre pelas ruas de Varanasi, chegamos finalmente aos ghats, mesmo a tempo das cerimónias de homenagem que acontecem todos os dias depois do pôr-do-sol na beira do rio Ganges, no Dasaswamedt Ghat, um dos mais famosos da cidade.
Toda a cidade de mobiliza para este ritual e os turistas podem assistir a partir de um dos centenas de barcos que se aglomeram no rio a essa hora.
Para os indianos esta é uma cerimónia de agradecimento, em que durante quase uma hora os sacerdotes hindus usam fogo, água, flores, danças e música para agradecer ao Ganges. Ao mesmo tempo centenas de velas são também ‘oferecidas’ ao rio, a minha também deve estar algures por lá, ainda a navegar.
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