Belfast city tour – o vlog!

Já estamos quase a acabar os relatos da viagem incrível às Irlandas. Foi mesmo um sucesso, e não me canso de ficar impressionada com a Natureza que vimos por lá. Ainda falta um vídeo com as imagens do dia em que fizemos o tour pela costa, visitamos a Calçada dos Gigantes e a Ponte de Corda, mas hoje despedimo-nos de Belfast com um vídeo gravado durante o city tour na cidade.  Isto de enveredar pelo vídeo tem sido engraçado, e atendendo ao meu nível elevado de infoexclusão, estou até bastante orgulhosa com o resultado final.  Para além da escolha das músicas que é sempre dramática – neste caso nem por isso, os U2 salvam qualquer viagem à Irlanda – o que mais me tem aborrecido é a estabilização da imagem e as mudanças de cor por causa da luz. Alguém conhece algum truque incrível para minimizar esse problema? A gerência agradece as dicas. E já agora, façam a gentileza de subscrever o meu canal do Youtube – aqui! -, ainda somos só quatro por lá, o que é triste, a menina ia ficar muito contente se também vos visse por lá. 🙂 Câmaras: Nikon J1, iPhone 6S

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Titanic Museum Quartier.

Esta é talvez a maior atracção da cidade de Belfast, foi aqui, nas docas da cidade que foi construído, no início do século passado o famoso paquete transatlântico que não cumpriu sequer a sua viagem inaugural, e se afundou nas águas geladas do norte, a caminho da América. O navio, construído pela empresa ainda hoje presente em Belfast, a Harland and Wolff foi propriedade da companhia White Star Line e prometia ser o navio mais luxuoso e seguro do mundo. Diziam até ser inafundável.  Partiu de Southampton a 10 de Abril de 1912 e acabaria por se afundar, contra todas as previsões, dia 15 de Abril depois de embater com o casco num iceberg. Seguiam mcerca de 1500 pessoas a bordo e é considerado um dos maiores desastres marítimos de sempre, já que grande parte delas ainda se encontrava no barco quando este se afundou. Depois de ter chegado ao cinema, com Leonardo DiCaprio e Kate Winslet  nos idos anos 90, dificilmente alguém não conhece esta história. O museu de Belfast conta toda a história da construção do navio de forma interactiva, numa infraestrutura super moderna que nasceu mesmo ao lado das docas. Não conhecemos o museu por dentro, mas visitamos a zona, vimos o estaleiro que ainda funciona da H&W, a doca seca onde o Titanic foi construída e o próprio edifício do museu, que parece um navio e que já rende muitas fotografias. “Titanic: Built by Irishmen, sunk by an Englishman” não é simpático para o capitão Edward Smith, mas pode ser uma maneira de conquistarem os irlandeses 🙂

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Belfast Hop-On Hop-Off city tour

Como vos disse no post geral com dicas da viagem, este tour entrou no programa como um bónus. Já que por apenas 5 libras tinhamos direito a ele, depois de ter comprado o Tour à Calçada dos Gigantes. Já que foi um bónus tentamos aproveitá-lo ao máximo, e foi a primeira coisa que fizemos quando chegámos a Belfast. Para tentar ficar com um ideia geral da cidade e visitar os locais mais distantes. O tour completo começa perto do Albert Clock, próximo ao centro da cidade, que podem ver marcado com o número 1 no mapa abaixo.
Clicar na imagem para ver em tamanho maior ou ir diretamente ao site da empresa aqui!
Como em frente ao nosso hotel havia uma paragem, a número 10 (Dublin Road) foi exactamente aqui que começamos o passeio, que fizemos de seguida até ao final (paragem número 20), visitando nesta primeira fase a Universidade de Belfast, os bairros mais periféricos da cidade, passando pela Shankill Road e pela Falls Road onde são famosos os murais – pintados com mensagens políticas e relacionas com a guerra ainda recente no país que dividiu durante anos a comunidade cristã e protestante. A volta completa acaba novamente perto do Albert Clock e tivemos meia hora livre por lá até apanhar o autocarro seguinte para fazer a parte inicial do tour. Desta vez a viagem foi mais curta e saímos logo na paragem 4/5, junto às docas, para visitar o Titanic Quartier, que será o assunto do próximo post. O horário dos autocarros é bastante certinho (claro que estará sempre sujeito ao trânsito) e portante dali a meia hora estava a passar o seguinte, que apanhámos novamente para fazer a terceira e última parte do percurso. O começamos por sair completamente do centro da cidade até à colina onde se encontra o Parlamento de Belfast, o edifício é imponente e desta-se bem lá no alto, o autocarro faz aquela voltinha que permite tirar a melhor fotografia, sem sair e assim voltamos novamente ao centro da cidade para cruzar a zona do rio – bem gira, já ao lusco-fusco – até novamente ao centro, onde saímos no porto 8 (por trás do City Hall onde estava o mercado de Natal que virão neste post aqui!). O caminho ebtre o ponto 8 (onde saímos) e o ponto 10 (onde entramos) acabámos por não fazer de autocarro, mas era o caminho a pé entre o nosso hotel e o centro da cidade, pelo que não ficou por explorar. Não tendo nenhum atractivo turístico imprescindível eram rua comerciais, com várias opções de bares e restaurantes. Como falei no post geral com as informações da viagem, tive muito azar com o guia que nos tocou para o primeiro troço do percurso, gostaria de ter ouvido melhor a parte histórica sobre os conflitos recentes no país mas o sotaque cerrado do senhor não me permitiu perceber nem metade do que ia dizendo. No geral achei uma opção bem válida para ficar com uma ideia geral da cidade, que nos permitiu ir a locais mais distantes sem ter de recorrer aos transportes públicos. No total, com as paragens e os tempos de espera fizemos este passeio em cerca de 3 horas.

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Belfast, o centro da cidade e o mercado de Natal

O factor limitante de qualquer viagem no Inverno, principalmente para o Norte da Europa, é o tempo médio de sol por dia. Já vos contei aqui o flop que foi ir a Hallstatt e ainda estávamos em Outubro, pois que ir à Irlanda em Dezembro torna tudo muito pior. A vantagem é que não há como não estar a contar com a situação por isso acabamos por tentar fazer todos os passeios o mais cedo possível e sobraram dois fins de dia (a partir das quatro) para conhecer o centro de Belfast e passear pelo mercado de Natal. E se nos dias de sol aberto ainda há um lusco-fusco, nos dias enevoados é o breu total.  Não deixa de ser bonito, principalmente nesta época de Natal, as decorações e as luzinhas ajudam a dar um ar mais agradável, mas às vezes gostava de um bocadinho de luz para tirar umas fotografias mais giras, ou mesmo para me pôr na frente de alguma foto, porque pessoas sem luz é o fim de qualquer tentativa de foto, até respirar a deixa tremida. Gostei de passear nesta zona da cidade, havia uma série de ruas comerciais animadas, com lojas abertas e muita gente dum lado para o outro – ser sexta e sábado deve ter ajudado – o jardim em frente ao Cityhall tinha sido inteiramente vedado para pôr a funcionar um mercado de Natal bem giro, com barraquinhas de vários países com comidinhas típicas e decorações de natal em tudo quanto era lado. Os Irlandeses aderiram em massa e saíram à rua com o seus ugly Christmas Jumpers para comer e beber de tal maneira que nas horas mais concorridas havia fila de espera para entrar no mercado. Já se sabe que sou fã de qualquer mercado de Natal, mas este de Belfast surpreendeu-me bastante pela positiva, talvez porque não estava a contar que fosse tão típico e porque vinha de Dublin onde não havia nada de especial em termos de decorações natalícias. Deixo-vos com as fotografias possíveis!

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As Irlandas, o roteiro!

Hoje começamos com a última viagem de 2016. Aproveitando o regresso de mais um feriado, desta vez o 1º de Dezembro, saiu do forno mais um destino que estava na bucket list há algum tempo – as Irlandas! Na verdade o que estava mesmo a mira era o passeio pela Antrim Coastal Route, na Irlanda do Norte até à Calçada dos Gigantes, Belfast entrou na equação porque seria a melhor base para o fazer, e como ainda não conhecia foi perfeito e Dublin entrou ao barulho quando percebi que ir para Belfast com escala em Londres (a ideia inicial) não ia ser viável porque os preços estavam impossíveis! Portanto, depois de muita ginástica de voos e ligações, apesar de tudo eram apenas quatro dias e era preciso ir e voltar, o roteiro do fim-de-semana ficou montado assim: Dia 1 – Porto – Madrid – Dublin. Tarde de passeio em Dublin, conseguimos ainda visitar por dentro o castelo e fomos à Guiness Store House, pois claro. Dia 2 – Comboio de manhã cedo para Belfast. Fizemos um city tour em Belfast, num Hop-On Hop-Off, visitamos o Titanic Quartier e acabamos o dia no centro, num mercado de Natal bem giro Dia 3 – Tour de dia inteiro ao Norte, pela Antrim Coastal route, estivemos em

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