#Cochinchina500anosdepois – dia 11

Hoje despedimo-nos de Halong Bay e de uma das paisagens mais bonitas que já vi para regressar à caótica cidade de Hanoi. 

Depois de algum passeio pelo centro e a destilar a cada passo (35 graus that feels like  45) embarcamos numa aventura bem fixe – um food tour. Provei coisas óptimas e outras terríveis, em tascos onde nunca pensei entrar. Recomendo a experiência. 

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#Cochinchina500anosdepois – dia 10

Por mais segundas como esta, podia ser o título desta fotografia que vos trago – já na terça. Estivemos 24h num cruzeiro em Halong Bay (sem internet) só com tempo para contemplar esta paisagem. Palavras para quê?

Foi um dos pontos altos da viagem. Não é por acaso que é Património da UNESCO. Vale muito a pena o passeio, apesar da programação meio turística inevitável. Contar-vos-ei tudo em breve e tenho milhões de fotografias para acompanhar!

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#Cochinchina500anosdepois – dia 9

Todos os dias, ao nascer do sol, os monges budistas de Luang Prabang saem às ruas para a cerimónia da Ronda das Almas, em que as pessoas nas ruas lhes oferecem comida. Levantar cedo é difícil mas valeu a pena participar da cerimónia. 

Hoje despedimo-nos não só da cidade, mas do Laos. Acabamos de chegar a Hanoi, no Vietname, onde vamos começar a conhecer o país de norte para sul.

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#Cochinchina500anosdepois – dia 8

Luang Prabang é a cidade mais turística do Laos. Parece uma pequena aldeia de casinhas baixas e os seus templos budistas, classificados património mundial, que visitamos pela manhã, perdem-se na imensidão verde da floresta luxuriante, que visitamos pela tarde.

Para terminar em beleza o fim de dia no monte Phousi, com a vista que vos trago hoje, para a cidade, a floresta e o rio Mekong.

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#Cochinchina500anosdepois – dia 6

O que eu andei para aqui chegar adequa-se bem a este dia. Aquele em que finalmente madrugamos em Angkor Wat e adicionei mais uma maravilha do mundo a lista de viagem.

Foi um dia muito cansativo, acordamos bem cedo e esteve um calor infernal, visitamos varios templos no complexo de Angkor e tenho centenas de fotografias para vos mostrar. Hoje deixo apenas um cheirinho do que ai vem.

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#Cochinchina500anosdepois – dia 5

Hoje passamos parte do dia em trânsito. Desta vez na estrada, para cruzar o Cambodja desde a capital, Phnom Penh, até Siem Reap, onde amanhã visitaremos o complexo de Angkor Wat.

Foi uma viagem longa, mas bem interessante, para conhecer um pouco mais do interior do país. O Cambodja continua a surpreender, como podem ver pela fotografia a Estrada Nacional 6 – que liga as duas cidades e continua para a fronteira na Tailândia – e é bem melhor do que eu esperava. Pelo caminho tivemos direito a arrozais, rios, casas em palafitas, pequenas vilas e aldeias e mercados com insectos grelhados.  Alguém se atreve numa aranha, um escaravelho ou uma barata? read more

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#Cochinchina500anosdepois – dia 4

Finalmente o primeiro dia de viagem a sério chegou e não podia ter corrido melhor. Voamos para o Cambodja e a sua capital, virada ao rio Mekong foi uma surpresa muito agradável. 

Foi uma óptima ideia tê-la incluído no roteiro, e não voar diretamente para Siem Reap, a cidade que atrai todos os viajante pela sua proximidade ao complexo de Angkor Wat. 

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#Cochinchina500anosdepois – dia 3

Sessenta horas depois de ter saído de casa, no sábado de madrugada, e com as trocas de fuso, chegamos a Ho Chi Minh na segunda à noite. 

Esta é a vista do meu quarto, mesmo no centro da cidade. Voltaremos aqui no fim da viagem já que com estas idas e vindas perdemos os dias que teríamos aqui. Deu apenas para sair para jantar uns fried noodles bem agradáveis, dar uma volta pelo mercado e descobrir que afinal atravessar a rua não é impossível. Pior é cruzar-se no passeio com ratos e baratas. Amanhã partimos cedo para o Cambodja. Let the trip begin! read more

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#Cochinchina500anosdepois – dia 2

Oh hell! Dia de aeroporto em aeroporto. Acabei de aterrar em Hong Kong, aqui já é segunda à tarde e sai de casa no sábado de madrugada pelo que já nem sei bem se é manhã, tarde, noite, se me apetece comer ou dormir. 

Em vista, uma fila dos infernos para remarcar o voo até Ho Chi Minh, sendo que o (muito aguardado) tour ao delta do Mekong que deveria estar quase a acabar a esta hora, já parece apenas uma miragem. Difícil começar com um pé mais esquerdo. Wish me luck!

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