November 22, 1963.

Nas poucas horas que passei em Dallas, gostei de tudo o que vi. O passeio ficou-se apenas pelo West-End, onde se situa a Dealey Plaza e todas as memórias daquele dia de 22.10.63. E não dá para negar que toda a história da cidade gira em torno dessa situação e tudo o resto passa para segundo plano.
Há placas explicativas nas ruas que mostram o que ocorreu em cada local, um memorial e ainda o famoso Sixth Floor Museum, que percorre toda a administração Kennedy especialmente focada nas fatídicas horas que passou na cidade e os detalhes da investigação que se desenvolveu depois. A exposição está instalada no local onde a versão oficial dos acontecimentos diz que Lee Harvey Oswald disparou (apesar das inúmeras teorias que o contradizem) e é recriada junto à janela o cenário que compunha este antigo depósito de livros da cidade.
Infelizmente não é possível tirar fotos no interior do museu, mas a visita (que é acompanhada de audioguia) vale cada cêntimo e dura cerca de 2h.
Para além disso, a cidade tem um silhueta de contrastes, entre os modernos arranha-céus espelhados e os típicos prédios tijolo-burro. As poucas horas que passei por lá, não permitiram muito mais do que passear por aqui, tomar um belo pequeno-almoço americano e gastar os últimos cartuxos de compras na CVS pharmacy mais perto de si.. 🙂 read more

Read more

Umas horas em Dallas-Fort Worth.

Eu sei se esta viagem parece que já foi feita noutra vida, tanto foi o tempo que passou entretanto, mas finalmente conseguir pôr em dia os posts da América do Sul e para regressar a casa (antes de partir para a próxima viagem) só falta mesmo contar-vos como foi o dia passado em Dallas. Se bem se lembram, e depois das desgraças relatadas aqui, fiz escala em Dallas tanto à ida como no regresso de Santiago.E hoje venho dizer-vos que, comparado com Miami, o aeroporto de Dallas-Fort Worth é o paraíso na terra. Enooooooorme (é o hub da American Airlines) mas incrivelmente bem organizado. Tudo rápido, simples e eficaz. Sem filas nem confusões, com o controle eletrónico a funcionar efectivamente na saída, em 20 minutos consegui pôr oficialmente os pés nos EUA. E ainda hoje estou à espera de passar pelo controle de passaportes para apanhar o voo de regresso para Madrid. Claro que confirmaram a minha identificação com o cartão de embarque no controle de bagagem e na porta de embarque, mas polícia mal encarado a olhar de cima a baixo e a passar o passaporte no leitor para saber até o que eu comi ao pequeno-almoço… nada.O aeroporto tem incontáveis lojas, restaurantes e cafés, em cada um dos seus terminais (A – E), hotéis de luxo, hotéis express onde podem alugar uma cama e um chuveiro para algumas horas, wi-fi livre em todo o lado, e tudo mais que possam imaginar. Se estiverem na zona interna do aeroporto há um comboio Skylink que liga todos os terminais, se estiverem na zona externa, a ligação é feita por autocarro. Ambos são gratuitos.As opções são mais que muitas e claro que não conheci nem metade do aeroporto.

Imensos voos da American Airlines, para os mais variados destinos, fazem escala aqui, por isso se tiverem umas horinhas livres vale bem a pena apostar em ir até à cidade indiscutivelmente marcada pelo assassinato do Kennedy.
Há um comboio que vai desde o aeroporto até ao centro de Dallas em cerca de 45 minutos (depende da paragem em que saírem) e que parte do Terminal A. É super-fácil tirar os bilhetes, tem máquinas na estação e o bilhete para 1 dia custa cinco dólares – mais informações aqui. read more

Read more