20 Hábitos, costumes ou loucuras. Guia de introdução ao Japão!

Talvez este seja um dos posts mais aguardados dos últimos tempos! Mais do que locais a visitar, arquitetura, natureza, museus, templos ou qualquer outra coisa que possam imaginar, o Japão é uma viagem incrível pela questão cultural e social. Por mais tempo que possam eventualmente passar por lá, duvido que algum dia uma cabeça ocidental consiga ser reformatada e pensar como eles. E isso é estranho, impressionante mas proporciona uma experiência única. Mas viajar é isso mesmo, certo?

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Como organizar uma viagem a Angkor | Todas as dicas

Esta é normalmente a primeira pergunta que nos passa pela cabeça quando temos vontade de conhecer algo marcante e longe de casa. Quero ver o Angkor Wat, ou o Taj Mahal, ou a muralha da china, e toda a programação gira em torno desse objectivo. E há alguns destinos que têm mesmo de ser o foco de toda a viagem, como foi a ida ao Machu Picchu no verão passado, mas felizmente visitar Angkor não é nada complicado. Basta decidirem ir, que ajudo-vos já com tudo o resto!

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Imprescindíveis de São João | Porto

Diz que é já no final desta semana que chega mais uma noite de São João. Celebrada um pouco por todo o país, a festa que não podem mesmo perder é a do Porto. Ser a mais fixe de todas é relativo mas a maior é com certeza e isso já é motivo para lhe darem uma oportunidade.
Já vivia há uma série de anos no Porto quando me aventurei pela primeira vez num são João e fiquei sem saber porque é que tinha demorado tanto tempo – claro que sabia, calhava sempre em época de exames e eu nem era nada dada a romarias, nunca me atraiu especialmente a ideia. Mas a verdade é que depressa fiquei rendida. O ambiente nas ruas por si só já vale a pena, é sempre bom sentir que toda a gente que nos rodeia está de bem com a vida, e na noite de São João toda a gente parece feliz. read more

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Lago di Como | Roteiro e dicas práticas, tudo o que precisam saber.

Depois dos posts das últimas semanas com as fotografias incrivelmente azuis e verdes do Lago di Como, assumo que estão todos a morrer de vontade de ir até lá um destes fins-de-semana, certo? Para facilitar essa tarefa aqui estou eu com todas as dicas imprescindíveis para que seja um sucesso.

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Todas as dicas sobre Valência.

Como chegar?

Eu cheguei de avião, há voos diários directos a partir do Portugal, mas dada a proximidade podem também chegar de carro com cerca de 1 dia de viagem – pode ser uma boa opção se viajarem com tempo e vontade de explorar a região. Vindos de outra cidade espanhola, a opção comboio ou autocarro também é válida e prática, Valência está bem servida de transportes inter-regionais.

Onde se alojar?

Há três zonas principais onde se podem alojar em Valência, dependendo do estilo de viagem que pretendem fazer. Se forem no Verão, a zona das praias, junto ao Mediterrâneo está repleta de opções de hotéis de todas as gamas e para todas as carteiras, para fazer praia é – sem dúvida – a melhor opção. Para mim não há nada pior do que não poder ir para a praia a pé, perco logo a vontade. Caso viagem no Inverno/Outono/Primavera o centro da cidade é uma óptima opção, é lá que tudo acontece, estarão pertinho de tudo e as principais estações de comboio e autocarro, que vos permitem fazer uns passeios para fora da cidade também são nesta região. Por último, há sempre a opção de se alojarem nos arredores. Normalmente não é uma opção que pondere, mas desta vez foi a ideal para mim. Tem a desvantagem de terem de apanhar transportes para ir a qualquer lado, mas como cheguei bem tarde na sexta à noite, e ia só ficar duas noites optei por ficar bem perto do aeroporto no IBIS Budget Valencia Aeropuerto. Os pontos fortes desta opção são a proximidade ao aeroporto (1 paragem de metro), o preço do alojamento (normalmente muito mais barato que qualquer das opções anteriores), a facilidade em estacionar sem arrombar o orçamento das férias (podem ser boa opção para quem vem de carro e também estará só um dia ou dois na cidade de passagem), e ainda o facto de estar a 300 metros de uma estação de metro que em 15 minutos estava no centro da cidade. Se optarem pela opção de ficar nos arredores, certifiquem-se que têm bons acessos à cidade, senão tudo será um problema.        O hotel Ibis onde fiquei foi uma óptima opção, segue aquele padrão clássico da cadeia, quarto básico mas limpinho e com casa de banho, sem luxos mas com a comodidade que precisam para uma noite descansada. Fiz a minha reserva através do Booking e como sempre correu tudo sem problemas. Podem consultar este post com todas as dicas para fazerem uma pesquisa bem sucedida e encontrarem o vosso hotel ideal aqui, ou reservar este mesmo hotel na página do Booking online.=&0=& A linha de metro da cidade não é a melhor de sempre porque não achei que servisse muito bem a zona da Cidade das Artes e das Ciências, o que me parece um ponto bastante negativo, mas para tudo o resto foi perfeito para mim. Estava mesmo ao lado do hotel, havia paragens perto do centro (Xátiva e Colón), perto da estação de comboios de alta-velocidade e ia quase até à praia, onde fazia ligação ao tram que percorre a zona costeira. Conveniente e fácil de usar. Depois de analisar bem o tipo de bilhes disponíveis acabei por comprar um cartão TuiN, em que se carrega dinheiro (mínimo 10 euros) que depois vai sendo descontado a cada viagem. Para 48 horas na cidade ainda me sobraram uns trocos no cartão. Pode ser comprado logo no aeroporto ou em qualquer outra máquina de estação e o preço da viagem varia entre 0.72 euros para viagens de zon 1, as mais baratas, ou 2 euros para viagens até ao aeroporto, as mais caras. Pode ser usado em toda a rede de metro e tram e pareceu uma opção bem fixe. Podem ver mais detalhes =&1=&.

O que comer?

Estamos em Espanha e portanto não podem fugir a umas belas cañas y tapas. Há de tudo o que podem imaginar mas não deixem passar una tortilha, jamón, unas setas, gambas al ajillo, enfim, até me deu água na boca só de pensar.  Outro clássico que eu adoro e nunca dispenso é um desayuno, gente, pão com azeite e tomate é muuuuito bom, não percebo porque é que nós não tivemos a mesma ideia. Os churros com chocolate quente dispenso, mas vocês ataquem à vontade. E o mais regional de tudo, o famoso arroz à Valenciana, conhecido em todo o mundo como Paella.            =&2=&  (clicar nos links para informações mais detalhadas) Já tenho no blogue imensos posts sobre esta zona de Espanha. Em relação a Valência, há três zonas distintas que podem (e devem) conhecer: o =&3=&, a =&4=& e a =&5=&. Se estiverem com tempo e com vontade de conhecer mais para além da cidade, recomendo uma visita de 1 dia a Cuenca (=&6=& e =&7=&) ou uma escapadinha à região da =&8=&, cerca de 150 km a sul de Valência, entre =&9=& e =&10=&, com praias magníficas, óptimo para passeios de barco, =&12=& e =&13=&

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Dicas práticas para um bate-volta a Cuenca.

Eu fiz este passeio a partir de Valência mas também é uma boa opção de passeio a partir da capital espanhola, ou de qualquer outra zona próxima que estejam a visitar em terras de nuestros hermanos, já que Cuenca fica bem no centro do país e é próxima de muita coisa. Se os Reis de Espanha resolveram lá ir passar a sua lua-de-mel, é porque aquilo vale mesmo a pena, não se vão arrepender. Como chegar? De carro: Fácil, prático e sem grandes falhas, a cidade não é gigante portanto vão lá parar direitinhos mesmo sem GPS. Vindos da zona sul de Madrid têm autoestrada até lá (A-40), a partir de outras direcções as estradas são mais secundárias. De comboio ou autocarro: A estação de autocarros e de comboio ficam quase uma em frente à outra, na zona baixa da cidade, esta zona não tem grande atractivo turístico, é uma cidade espanhola recente com tudo o que isso tem de bom e de mau (não consigo bem perceber como é que eles conseguem combinar centro históricos fantásticos com os arredores mais feios da história, os arquitectos espanhóis desaprenderam com o passar dos séculos, só pode!). Ainda é uma esticada até ao centro histórico, principalmente porque têm de subir até à zona alta da cidade, mas faz-se a pé em meia hora. Caso não estejam com vontade de gastar pernas logo à chegada na rua principal, paralela à estação passam os autocarros (linhas 1 e linha 2, que sobem até à Plaza Mayor)=&1=&

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Dicas práticas sobre Londres: Tudo o que precisam saber!

Ainda antes da pergunta sobre o que visitar (em Londres ou em qualquer outro lugar…) vem sempre aquele clássico… como chego daqui ali? normalmente do aeroporto ao hotel… e há autocarro? e há comboio? e tiro o bilhete de 1 semana de metro ou não vale a pena? E fico alojada onde? Enfim, o pessoal não quer é ficar perdido, o que se compreende, ahah. Portanto vamos lá ao que interessa, e por partes: =&0=& – de avião A cidade de Londres está servida por tantos aeroportos que uma pessoa até quase lhes perde a conta. São eles, o aeroporto de Heathrow, o de Gatwick, o de Luton, o de Stansted e o City. Os aeroportos de Heathrow e Gatwick são os mais tradicionais, operam voos para todo o canto do mundo e estão bem conectados à cidade. A partir de Heathrow podem chegar à cidade de metro, mais fácil impossível vão até à estação que mais vos convier mas a viagem dura cerca de 1h, No entanto também há opções de comboio expresso para a estação de Paddington ou de autocarro até à estação de Victoria. Podem consultar os detalhes de todos as formas de chegar à cidade,=&1=&! A partir de Gatwick têm comboios regulares para a estação de Victoria, no centro de Londres que fazem o trajecto em cerca de meia hora, ou como opção mais em conta há vários autocarros que ligam o aeroporto ao centro da cidade, mas que demoram entre 1h a 2 h. Podem consultar os detalhes das diferentes opções de transporte =&2=&!

Os aeroportos de Luton e Stansted são mais pequenos (força de expressão quando comparados com o de Heathrow, se partirem do Porto para Stansted vão achar o aeroporto gigante!) e os preferidos das companhias aéreas low cost, portanto tornaram-se opções muito válidas nos últimos anos.
A partir do aeroporto de Luton há autocarros a sair regularmente para Victoria Station, num trajecto de cerca de 50 minutos, mais detalhes aqui. Também existe a opção de comboio até à estação St. Pancras (ou para quem segue para sul ou para o aeroporto de Gatwick) e podem ver os detalhes de horários e preços aqui. read more

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Irlanda, dicas práticas: Aeroportos, transportes, tours e alojamento

Ora, então vamos lá aquele post que ajuda todo e qualquer viajante desesperado por informação no maravilhoso mundo da internet. Tudo o que precisam saber para a vossa viagem ser mesmo um sucesso, sem surpresas a meio do caminho. =&0=& A Ryanair é irlandesa, e apesar do aeroporto de Dublin não ser o maior de sempre é quase o hub da low cost mais famosa da Europa, por isso há imensos voos a chegar e a partir de lá a todo o momento para quase toda a Europa, já que para além da Ryanair também opera com as companhias regulares num aeroporto único, de dois terminais.  Foi a nossa opção de entrada na Irlanda pois conseguimos para qui muito melhores horários e preços do que voando para Belfast, que tem dois aeroportos, o Internacional e o George Best, boas opções se voarem a partir do Reino Unido. O aeroporto de Dublin não fica muito longe da cidade e há duas companhias de autocarros que fazem ligações regulares ao centro da cidade. Ficam mesmo à vossa frente, à saída do terminal – difícil não ver. Nós usamos a Airlink e o bilhete de ida e volta custou 10 euros (mais detalhes aqui). Cerca de meia-hora até ao centro, dependendo do trânsito e da paragem em que saírem.=&1=& Chegados ao centro de Dublin fizemos tudo a pé. Há autocarros urbanos na cidade e parecem cumprir bem a função, podem inclusivamente apanhar um deles para ir até à Guiness Store House que não é propriamente no centro da cidade, mas também não é tão longe assim, a pé aproveitam para conhecer melhor a cidade até lá chegar. Para se locomoverem pelo país, e no nosso caso para ir de Dublin a Belfast, optamos pelo comboio. As estações (Connolly Station em Dublin e Central Statio em Belfast) são walking distance do centro, a ligação é rápida e eficaz e o serviço a bordo (cafeteria e wi-fi) sem reclamações. Sugiro que comprei o bilhete online (aqui), porque nós tivemos um problema com o cartão de crédito para efectuar o pagamento online e acabámos por deixar para comprar por lá e foi má ideia, foi mais caro!=&2=&

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Aeroporto de Memmingen (Munique) e alugar carro na Baviera! Todas as dicas.

Eu sou fã de carteirinha da Ryanair, já devem ter percebido isso, mas é evidente que a companhia tem vários inconvenientes, que podem tornar uma viagem muito desagradável se não formos preparados para eles, e um deles é o facto de alguns aeroportos ficaram onde o diabo perdeu as botas.=&0=&: entra naquela categoria de apeadeiro de aviões, super pequeno, daqueles em que o painel das partidas/chegadas mostra os voos todos do dia e ainda sobra espaço. Nós chegamos lá por volta das 18h30, no regresso, e o único voo que falta naquele dia era o da Ryanair que vinha para o Porto, portanto não têm como se confundir muito lá dentro. Antes de passarem pelo controle de bagagem têm uma sala de espera, um cafezinho bem simples e muitas agências de rent-a-car. Depois do controle de bagagem têm o mesmo cafezinho, uma lojinha de dutty free e outra sala de espera. Simples e eficaz, não tem o que enganar. Supostamente há wi-fi gratuito em todo o lado, mas o seu funcionamento não é lá grandes coisas, dava nuns telefones, noutros não, primeiro dava, depois não dava. Melhor não levarem muitas ilusões.=&1=&

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Lima, dicas práticas!

Estamos a entrar na última fase da minha viagem pelo Perú. Nos últimos dias assentamos arraiais em Lima e aproveitamos para conhecer um pouco da capital peruana e da costa litoral a Sul. Então nos próximos dias entrarão posts mais detalhados sobre o que visitamos na capital:=&0=&=&1=&

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