um roteiro alternativo em Tallin.

O segundo dia em Tallin começou na incerteza do que fazer. Já tinhamos visitado tudo o que havia de turisticamente assinalável no centro de Tallin e estavamos um pouco perdidas sem saber bem o que fazer. Depois de pedirmos algumas informações no hotel e de consultar todos os folhetos turísticos que apanhamos à mão lá decidimos apanhar um autocarro e ir para a a zona mais a leste da cidade. Primeira paragem: Torre da Televisão. Subimos os 170 m da torre até à plataforma superior que tem uma sala panorámica e um restaurante (de elevador, claro está!). A vista para o mar Báltico e para a floresta circundante, bemc omo a cidade ao fundo, era incrível e o tempo permitiu disfrutar ao máximo. Assim que terminamos a visita à torre, apanhamos o autocarro de volta e paramos a meio do caminho na zona de Pirita. Aqui é possível visitar as ruínas de um convento, bem como a atracção máxima do dia. A praia! Foi óptimo poder experimentar as águas calmas do Báltico, mesmo que só nos pés, e estava surpreendentemente agradável.   Sapatos em terra… …pés no Báltico! Acabamos o dia a passear perto do hotel, pelos jardins do palácio presidencial Kadriorg, antes de voltar para o hotel e pegar nas malas, prontas para o destino seguinte.

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Tallin, uma cidade de contrastes.

À saída do centro histórico de Tallin, e fazendo apenas uma pequena caminhada como quem vai em direcção ao porto de mar, vamos passar pelo centro moderno de Tallin. Recheado de bancos, sedes de empresas internacionais, hotéis, centros comerciais, lojas e restaurantes, podemos encontrar aqui um outro lado da cidade. Bastante interessante também, principalmente pelo contraste. Este era um lado que eu de todo não esperava encontrar e que me surpreendeu. O bairro Rotermann é uma bom exemplo de um destes novos complexos arquitectónicos que vale a pena visitar. Um complexo moderno, com restaurantes e bares variados, lojas de marcas internacionais e uma arquitectura diferente, no que resta de uma antiga zona industrial.

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Centro histórico medieval de Tallin

Tallinn não é a típica cidade turística europeia. Aliás, acho que quando 90% das pessoas pensa em Tallin simplesmente não consegue pensar em nada. Falo por mim, que quando tive o primeiro contacto com a ideia de ir até lá (há uns anos atrás, mas que nunca se concretizou) não sabia bem sequer se era mesmo a capital da Estónia ou da Letónia. Países que ficam lá longe, pequenos, ex-URSS e já toda a gente os confunde. Depois do primeiro impacto (do “onde?”) e de ouvir alguns relatos, de descobrir que ficava apenas a uns 80 km de barco da Helsínquia, que havia low cost até lá e de alguns pormenores mais, entrou definitivamente na minha lista de lugares a visitar um dia. Ia com uma ideia de uma cidade pequenina, perdida na idade média mas engraçada, e instalada no meio do frio. Os lindos dias que fizeram ajudaram em muito a moldar a ideia inicial, sem dúvida que o centro histórico é totalmente medieval, mas muito vivo. Os edifícios são coloridos, a primavera dá uma alma incrível a cada recanto, cada ruela, a cada esplanada. O centro desenvolve-se à volta de dois pontos principais, a praça da Cidade Velha onde se encontra o edifício da Câmara e a Catedral Nevsky, no topo da colina de Toompea. Praça da Cidade Velha, a Câmara é o edifício em pedra que se vê na segunda fotografia. Com o bom tempo toda a praça fica inundada de esplanadas.  Catedral de Alexandre Nevsky, catedral ortodoxa que foi construída entre 1894 e 1900, durante o período em que a estónia fazia parte do Império Russo. Fiquei com a memória de uma cidade viva e colorida, provavelmente uma ideia muito diferente daquela que a cidade tem para oferecer durante o Inverno.

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Travessia Tallin – Helsínquia

O voo que saiu de Londres levou-nos directamente para Tallin, onde chegamos já de “noite” – como quem diz, estavamos no hotel às 22:00 mas noite que é bom nem vê-la – vai daí, fomos directas para a cama, porque no dia seguinte, o barco que nos levaria a passar o dia em Helsínquia saía às oito da manhã e era preciso chegar com antecedência para as formalidades do embarque. O barco é indiscritívelmente grande, quem pensa que vai encontrar um ferry simpático para fazer uma travessia de cerca de 80 km, desengane-se. A viagem é efectuada por verdadeiros navios de cruzeiro, cheios de cafés, bares, restaurantes, lojas de tudo e mais alguma coisa (dutty free) andares de cabines com pequenos quartos individuais, decks e mais decks. Para além dos porões de carga gigantescos onde estacionam, para além de carros, dezenas de camiões TIR.

Para além do barco (navio?) em si, que já nos levaria horas para explorar em condições, a paisagem durante a viagem, que dura cerca de 2h30, é fantástica.
Disfrutar da vista do horizonte, em mar alto e com o tempo fantástico que estava, por si só já tornariam o passeio agradável. Mas a entrada em Helsínquia, que se estende por dezenas de pequenas ilhas, à volta do centro na parte “continental” é a cereja no topo do bolo. Uma imagem que só é possível ter nesta época do ano.
As cores do mar, do céu e das ilhas justificam a viagem. read more

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