Enotel Quinta do Sol, Funchal.

Para finalmente acabar com a série de posts da Madeira e começar a sério com as mil e uma peripécias deste Verão, ficou a faltar falar sobre o maravilhoso hotel em que nos hospedamos, Enotel Quinta do Sol.Não vale ficarem a achar que vai ser um cinco estrelas maravilhoso em que só falta andarem convosco ao colo, nada disso. O quarto era simples mas conforatável, com uma casa de banho agradável e uma simpática varanda com vista para o mar. Mas nós nem estavamos lá para disfrutar do quarto e sim do Sol e da água. E as zonas comuns de lazer, piscina exterior, piscina interior com vista para o jardim, spa, esplanada, eram incrivelmente sossegadas e agradáveis.Essa área do hotel havia sido remodelada há pouco tempo e está perfeita para descansar. Ajuda muito o facto de não ser um hotel children friendly.Aqui ficam algumas fotos para vos abrir o apetite. Enotel Quinta do SolRua Dr. Pita, 69000-089 Funchal(A reserva deste hotel pode ser feita aqui, ou na barra lateral do blogue onde encontram a parceria com o Booking.com, vocês não irão pagar nada a mais pela reserva e o blogue recebe uma comissão conforme o número de reservas feitas por vós, obrigada!)

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Centro histórico do Funchal.

Após a sua descoberta em , a ilha da madeira começou a ser povoada em 1424. Foi dividiva em duas capitanias sendo que a Gonçalves Zarco coube a capitania do Funchal, onde instalou com a família. Pela sua posição geográfica favorável, acesso ao mar e a solos produtíveis, cedo o Funchal se tornou um importante núcleo de desenvolvimento da ilha. A primeira carta de foral chegou à povoação entre 1452 e 1454 e em 1508 foi elevada a cidade. No centro histórico do Funchal, ainda hoje se veêm fortes traços do estilo colonial português. Passeamos um pouco por lá e fomos até à marina, que infelizmente estava em obras, mas deu para ficar com uma ideia simpática da cidade.  

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Complexo Balnear da Ponta Gorda.

A madeira é maravilhosa e exótica e tem um tempo óptimo e bláblá tudo de bom que vocês já ouviram falar… Mas aí se associaram tudo isto a maravilhosas praia, esqueçam! Praia só mesmo de calhaus, e daqueles bem grandes, nada agradável/confortável onde estender a toalha e as costas/barriga. Mas como quem não tem cão caça com gato já tudo está resolvido e é fácil arranjar um lugar para uma pessoa se esticar ao sol e para os mais aventureiros até entrar no mar. Praias artificiais, piscinas naturais, um cimentadinho com espreguiçadeiras, haja imaginação. – e nem tudo é mau, pensem que pelo menos não trazem areia para casa – Ao longo da linha de costa a oeste do Funchal, na zona nova da cidade (Promenade) onde ficam a maioria dos hotéis e resorts mais badalados há imensas destas opções, muitas privadas de alguns dos hotéis mas outras que permitem o acesso do público em geral. Numa das manhãs que passamos por lá fomos conhecer o Complexo Balnear da Ponta Gorda. É uma praia vigiada, com diferentes acessos ao mar, para além de uma piscina de água salgada. O bilhete que inclui duas entradas de adulto, duas espreguiçadeiras e um guarda-sol fica por 12,5 euros mas podem lá passar o dia todo. Para além das facilidades de praia dispõem ainda de snack-bar e balneários. Promenade do Lido Complexo balnear da Ponta Gorda O perigo é a minha profissão.O meu maior objectivo ao ir até uma destas zonas de ‘praia’ (já que a piscina do nosso hotel era fantástica, vai ter post exclusivo), era o acesso ao mar. Queria tomar banho em ‘alto-mar’ e nem quando lá cheguei e descobri que havia a visita de um cardume (?) de alforrecas desisti. Devo ter sangue ruim, nenhuma se aproximou de mim!

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O Funchal visto de cima, aldeia do Monte.

Há terras que são famosas pelos seus ‘altos e baixos’, eu diria que a Madeira fica famosa porque toda ela são ‘altos’, baixos nem vê-los.  Tudo é a subir a pique e não esperem caminhadas fáceis. Ou a preparação fisíca é boa ou vão ficar à morte ao fim dos primeiros 100 metros. Mas nem tudo é mau, e tamanhos declives haveriam de ter as suas vantagens. No caso da Madeira são as vistas incríveis que se têm do alto das montanhas, e claro, as descidas de cestos. Numa das tardes que passamos no Funchal resolvemos ir até à aldeia do Monte. É possível chegar lá cima no famoso teleférico (15 euros ida/volta) ou então apanhar o autocarro, posso garantir-vos que também é uma aventura e tanto (a juntar aos precipícios, aos declives acentuados e às curvas apertadas das estradas, os condutores são bem loucos para o padrão ‘continental’ – mas fácil para quem acabou de chegar da Índia). Uma vez lá em cima há a possibilidade de visitar a igreja do Monte, o Jardim Tropical (com a colecção Berardo), apanhar outro teleférico até ao Jardim Botânico, ou dar uma voltinha de cesto (25 euros por pessoa, 15 euros se dividirem os cesto). Se assumirem a forretice (tal como eu!), podem só disfrutar do ambiente tropical que vos rodeia, subir ao topo da igreja (a melhor vista) e ficar a apreciar a cara das inglesas/alemãs a descer os cestos com ar de quem ‘não sei se estou em pânico se estou a adorar’. Só isso já vale a deslocação.

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Mercado dos Lavradores, Funchal.

Inaugurado em 1940, o mercado do Funchal é uma das principais atracções da cidade. A variedade de frutas e legumes frescos, produtos regionais e peixe faz com que diariamente passem por lá milhares de pessoas (e muitos turistas). É incrível passear no meio de todas aquelas bancas e apreciar a qualidade dos produtos, acho que provei algumas dez espécies de maracujás diferentes! O edifício foi desenhado por Edmundo Tavares e preserva o estilo do estado Novo, os painéis de azulejo que decoram a entrada principal têm motivos regionais e foram pintados por João Rodrigues.

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