Northern Ireland Coastal Route Tour

E assim terminamos com os relatos de mais um viagem. Digam ohhhhhhhhh, porque esta foi mesmo gira. Mas também vai acabar em grande, com o vlog do tour pela estrada costeira entre Belfast e a Calçada dos Gigantes. Foi mesmo incrível (acho que já disse isto aqui várias vezes, não?) Como podem ver, o São Pedro reservou para nós o pior dia da viagem para fazer o passeio. Esteve um diazinho mesmo irlandês, com uma morrinha bem chata, mas felizmente também não esteve um frio de morrer. Portanto se isto assim já é bonito, e oh se o céu cinzento dá cabo de uma imagem, imaginem se o sol brilhar num céu azul. Acho que tinha lá ficado, ainda bem que não estava. Espero que gostem de mais um vídeo e voltamos à lenga-lenga do costume, subscrevam lá o canal que isto de publicar vídeos para o boneco não é fixe. (olhinhos de gato das botas do Shreck…) Câmaras: Nikon J1, iPhone 6S

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Giant’s Causeway!

A visita à Calçada dos Gigantes foi, sem dúvida, o ponto alto da viagem. Acho que as fotografias que possa mostrar aqui nem sequer fazem jus ao que se vê no local. É mesmo impressionante! Este conjunto de cerca de 40 000 colunas de pedra basalto em forma de prisma, ao longo de três quilómetros junto ao mar, foi formado durante o arrefecimento do magma expelido durante uma erupção vulcânica há cerca de 60 milhões de anos.  A forma está relacionada com a velocidade de arrefecimento e as fendas que existiam na rocha, mas sinceramente nem percebo muuuuito bem como é que saíram uns hexágonos tão perfeitinhos. Há ainda uma lenda, uma bocado parva que diz que um gigante irlandês construiu a calçada desde a irlanda até à escócia para poder lutar com um gigante escocês, já que eram tão grandes que não havia barco que aguentasse com nenhum deles. O gigante irlandês era grande, mas bem mais pequeno do que o escocês, e um belo dia quando o gigante escocês atravessou o mar para lutar com ele vestiu-se de bebé. Quando o gigante escocês chegou e o viu pensou que era o seu filho e fugiu cheio de medo – se o filho já era daquele tamanho, imaginem o pai – e pelo caminho de regresso destruiu a calçada que atravessava o mar, só sobrando um bocadinho de cada um dos lados – irlandês e escocês. Muito parvo, I know, mas o guia fartou-se de rir enquanto contava isto. Existe uma pequena extensão de formação rochosa semelhante numa pequena ilha da costa da Escócia, que corrobora a lenda e lembra aos geólogos que aqueles dois pedaços de terra já estiveram bastante mais perto um do outro. No local existe agora um pequeno museu com explicação sobre o fenómeno geológico e a sua lenda, uma cafeteria e uma lojinha com coisas imperdíveis. Só visitei a loja porque gastamos o resto do tempo todo a percorrer a praia até à zona da calçada e a tirar milhares de fotografias. Há um mini bus que faz esse percurso entre o centro de interpretação e a calçada, cerca de 20 minutos de caminhada, mas o passeio é bonito, ao longo de uma baía basáltica. Deixo-vos algumas das fotografias que tirámos. Espero que tenham oportunidade de lá ir um dia, porque vale bem a pena. Toda esta zona costeira da Irlanda foi uma surpresa mais do que agradável, apesar das expectativas já irem bem altas.      

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Carrick-a-Rede Rope Bridge.

Atravessar uma ponte de corda em cima do mar a bater nos penhascos pode não ser muito apelativo para algumas pessoas, dá um bocadinho de medo, mas a ponte é curta e o medo passa depressa. Aconselho a que tentem porque a vista é incrível! Caso não consigam mesmo, e sob pena de cair de lá abaixo com as vertigens, pelo menos vão ver a ponte, que já vale a pena!

Carrick-a-Rede é uma ilhota na ponta norte da Irlanda bem próxima do continente, inserida numa paisagem natural de cortar a respiração, e que ficou famosa graças à sua ponte de corda, que atrai diariamente imensos turistas.
Nós estivemos lá ao fim da manhã num sábado de inverno, e tinha bastantes pessoas, mas nada impossível.
Toda a zona envolvente é cercada e paga-se para entrar. Ou seja, mesmo que só queiram “ver” a ponte, têm de pagar para ir até lá. A travessia depois é controlada por um segurança que não permite mais do que umas 8 ou 10 pessoas em cima da ponte de cada vez.
Desde a entrada do parque até à ponte a caminhada é de um pouco mais de 1 km, os 45 minutos que nos deram foram justos para ir, tirar milhares de fotos pelo caminho, e voltar. Se forem por conta própria talvez gastem um pouco mais de tempo. Deixo-vos com as fotografias que são a melhor parte! read more

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A costa nordeste da Irlanda do Norte.

Este foi, sem dúvida, o passeio da viagem!  O dia estava meio cinzento e molhado, ou não estivéssemos nós na Irlanda, mas valeu mais do que a pena, e recomendo a todos que tenham a oportunidade de o fazer que vão, sem hesitar. As principais atracções do passeio são a Calçada dos Gigantes e a Ponte de Corda de Carrick-a-Rede, mas são tãããão fixes, que depois de milhares de fotografias vão ter direito a post próprio. Hoje mostro-vos o resto do caminho que percorremos até lá chegar. A estrada ao longo da costa, Antrim Coastal Route e Causeway Coastal Route, não incríveis, com mar de um lado e verde de outro, passa por sítios lindíssimos, muitas ovelhas e pequenas aldeias que merecem uma paragem para fotografias. Mas só ir sentado no banco do carro, a olhar pela janela, já deixa qualquer um embasbacado. A primeira paragem do tour – que compramos à Belfast City Sightseeing mas que foi operado pela McComb – foi no castelo de Carrick Fergus, mesmo junto ao mar, e ao porto da cidade.

Após esta paragem estratégica para fotos, seguimos o nosso rumo para norte, fazendo a Antrim Costal Route, passando em Balleygalley até pararmos de novo em Carnlough. a zona piscatória da cidade, com os seus barquinhos e pequenas casas é muito gira, vão até ao pontão tirar umas fotografias que ficam incríveis.

Depois desta paragem e de passarmos também em Carrick-a-Rede (amanhã!) continuamos ainda mais para norte, agora um pouco afastado da costa, para atravessar as montanhas (nada de especial de altura nem de curvas) até ao topo norte. Antes de chegarmos finalmente à Calçada dos Gigantes fizemos um paragem na destilaria de Bushmills, para aproveitar para almoçar e permitir aos interessados abastecer-se de whiskey.  Esta zona estava repleta de ovelhinhas brancas a pastar pelo verde, mesmo aquela imagem da Irlanda que temos na mente. Foi um passeio incrível que espero que tenham oportunidade de fazer um dia 🙂

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Titanic Museum Quartier.

Esta é talvez a maior atracção da cidade de Belfast, foi aqui, nas docas da cidade que foi construído, no início do século passado o famoso paquete transatlântico que não cumpriu sequer a sua viagem inaugural, e se afundou nas águas geladas do norte, a caminho da América. O navio, construído pela empresa ainda hoje presente em Belfast, a Harland and Wolff foi propriedade da companhia White Star Line e prometia ser o navio mais luxuoso e seguro do mundo. Diziam até ser inafundável.  Partiu de Southampton a 10 de Abril de 1912 e acabaria por se afundar, contra todas as previsões, dia 15 de Abril depois de embater com o casco num iceberg. Seguiam mcerca de 1500 pessoas a bordo e é considerado um dos maiores desastres marítimos de sempre, já que grande parte delas ainda se encontrava no barco quando este se afundou. Depois de ter chegado ao cinema, com Leonardo DiCaprio e Kate Winslet  nos idos anos 90, dificilmente alguém não conhece esta história. O museu de Belfast conta toda a história da construção do navio de forma interactiva, numa infraestrutura super moderna que nasceu mesmo ao lado das docas. Não conhecemos o museu por dentro, mas visitamos a zona, vimos o estaleiro que ainda funciona da H&W, a doca seca onde o Titanic foi construída e o próprio edifício do museu, que parece um navio e que já rende muitas fotografias. “Titanic: Built by Irishmen, sunk by an Englishman” não é simpático para o capitão Edward Smith, mas pode ser uma maneira de conquistarem os irlandeses 🙂

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Belfast Hop-On Hop-Off city tour

Como vos disse no post geral com dicas da viagem, este tour entrou no programa como um bónus. Já que por apenas 5 libras tinhamos direito a ele, depois de ter comprado o Tour à Calçada dos Gigantes. Já que foi um bónus tentamos aproveitá-lo ao máximo, e foi a primeira coisa que fizemos quando chegámos a Belfast. Para tentar ficar com um ideia geral da cidade e visitar os locais mais distantes. O tour completo começa perto do Albert Clock, próximo ao centro da cidade, que podem ver marcado com o número 1 no mapa abaixo.
Clicar na imagem para ver em tamanho maior ou ir diretamente ao site da empresa aqui!
Como em frente ao nosso hotel havia uma paragem, a número 10 (Dublin Road) foi exactamente aqui que começamos o passeio, que fizemos de seguida até ao final (paragem número 20), visitando nesta primeira fase a Universidade de Belfast, os bairros mais periféricos da cidade, passando pela Shankill Road e pela Falls Road onde são famosos os murais – pintados com mensagens políticas e relacionas com a guerra ainda recente no país que dividiu durante anos a comunidade cristã e protestante. A volta completa acaba novamente perto do Albert Clock e tivemos meia hora livre por lá até apanhar o autocarro seguinte para fazer a parte inicial do tour. Desta vez a viagem foi mais curta e saímos logo na paragem 4/5, junto às docas, para visitar o Titanic Quartier, que será o assunto do próximo post. O horário dos autocarros é bastante certinho (claro que estará sempre sujeito ao trânsito) e portante dali a meia hora estava a passar o seguinte, que apanhámos novamente para fazer a terceira e última parte do percurso. O começamos por sair completamente do centro da cidade até à colina onde se encontra o Parlamento de Belfast, o edifício é imponente e desta-se bem lá no alto, o autocarro faz aquela voltinha que permite tirar a melhor fotografia, sem sair e assim voltamos novamente ao centro da cidade para cruzar a zona do rio – bem gira, já ao lusco-fusco – até novamente ao centro, onde saímos no porto 8 (por trás do City Hall onde estava o mercado de Natal que virão neste post aqui!). O caminho ebtre o ponto 8 (onde saímos) e o ponto 10 (onde entramos) acabámos por não fazer de autocarro, mas era o caminho a pé entre o nosso hotel e o centro da cidade, pelo que não ficou por explorar. Não tendo nenhum atractivo turístico imprescindível eram rua comerciais, com várias opções de bares e restaurantes. Como falei no post geral com as informações da viagem, tive muito azar com o guia que nos tocou para o primeiro troço do percurso, gostaria de ter ouvido melhor a parte histórica sobre os conflitos recentes no país mas o sotaque cerrado do senhor não me permitiu perceber nem metade do que ia dizendo. No geral achei uma opção bem válida para ficar com uma ideia geral da cidade, que nos permitiu ir a locais mais distantes sem ter de recorrer aos transportes públicos. No total, com as paragens e os tempos de espera fizemos este passeio em cerca de 3 horas.

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Belfast, o centro da cidade e o mercado de Natal

O factor limitante de qualquer viagem no Inverno, principalmente para o Norte da Europa, é o tempo médio de sol por dia. Já vos contei aqui o flop que foi ir a Hallstatt e ainda estávamos em Outubro, pois que ir à Irlanda em Dezembro torna tudo muito pior. A vantagem é que não há como não estar a contar com a situação por isso acabamos por tentar fazer todos os passeios o mais cedo possível e sobraram dois fins de dia (a partir das quatro) para conhecer o centro de Belfast e passear pelo mercado de Natal. E se nos dias de sol aberto ainda há um lusco-fusco, nos dias enevoados é o breu total.  Não deixa de ser bonito, principalmente nesta época de Natal, as decorações e as luzinhas ajudam a dar um ar mais agradável, mas às vezes gostava de um bocadinho de luz para tirar umas fotografias mais giras, ou mesmo para me pôr na frente de alguma foto, porque pessoas sem luz é o fim de qualquer tentativa de foto, até respirar a deixa tremida. Gostei de passear nesta zona da cidade, havia uma série de ruas comerciais animadas, com lojas abertas e muita gente dum lado para o outro – ser sexta e sábado deve ter ajudado – o jardim em frente ao Cityhall tinha sido inteiramente vedado para pôr a funcionar um mercado de Natal bem giro, com barraquinhas de vários países com comidinhas típicas e decorações de natal em tudo quanto era lado. Os Irlandeses aderiram em massa e saíram à rua com o seus ugly Christmas Jumpers para comer e beber de tal maneira que nas horas mais concorridas havia fila de espera para entrar no mercado. Já se sabe que sou fã de qualquer mercado de Natal, mas este de Belfast surpreendeu-me bastante pela positiva, talvez porque não estava a contar que fosse tão típico e porque vinha de Dublin onde não havia nada de especial em termos de decorações natalícias. Deixo-vos com as fotografias possíveis!

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Irlanda, dicas práticas: Aeroportos, transportes, tours e alojamento

Ora, então vamos lá aquele post que ajuda todo e qualquer viajante desesperado por informação no maravilhoso mundo da internet. Tudo o que precisam saber para a vossa viagem ser mesmo um sucesso, sem surpresas a meio do caminho. =&0=& A Ryanair é irlandesa, e apesar do aeroporto de Dublin não ser o maior de sempre é quase o hub da low cost mais famosa da Europa, por isso há imensos voos a chegar e a partir de lá a todo o momento para quase toda a Europa, já que para além da Ryanair também opera com as companhias regulares num aeroporto único, de dois terminais.  Foi a nossa opção de entrada na Irlanda pois conseguimos para qui muito melhores horários e preços do que voando para Belfast, que tem dois aeroportos, o Internacional e o George Best, boas opções se voarem a partir do Reino Unido. O aeroporto de Dublin não fica muito longe da cidade e há duas companhias de autocarros que fazem ligações regulares ao centro da cidade. Ficam mesmo à vossa frente, à saída do terminal – difícil não ver. Nós usamos a Airlink e o bilhete de ida e volta custou 10 euros (mais detalhes aqui). Cerca de meia-hora até ao centro, dependendo do trânsito e da paragem em que saírem.=&1=& Chegados ao centro de Dublin fizemos tudo a pé. Há autocarros urbanos na cidade e parecem cumprir bem a função, podem inclusivamente apanhar um deles para ir até à Guiness Store House que não é propriamente no centro da cidade, mas também não é tão longe assim, a pé aproveitam para conhecer melhor a cidade até lá chegar. Para se locomoverem pelo país, e no nosso caso para ir de Dublin a Belfast, optamos pelo comboio. As estações (Connolly Station em Dublin e Central Statio em Belfast) são walking distance do centro, a ligação é rápida e eficaz e o serviço a bordo (cafeteria e wi-fi) sem reclamações. Sugiro que comprei o bilhete online (aqui), porque nós tivemos um problema com o cartão de crédito para efectuar o pagamento online e acabámos por deixar para comprar por lá e foi má ideia, foi mais caro!=&2=&

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As Irlandas, o roteiro!

Hoje começamos com a última viagem de 2016. Aproveitando o regresso de mais um feriado, desta vez o 1º de Dezembro, saiu do forno mais um destino que estava na bucket list há algum tempo – as Irlandas! Na verdade o que estava mesmo a mira era o passeio pela Antrim Coastal Route, na Irlanda do Norte até à Calçada dos Gigantes, Belfast entrou na equação porque seria a melhor base para o fazer, e como ainda não conhecia foi perfeito e Dublin entrou ao barulho quando percebi que ir para Belfast com escala em Londres (a ideia inicial) não ia ser viável porque os preços estavam impossíveis! Portanto, depois de muita ginástica de voos e ligações, apesar de tudo eram apenas quatro dias e era preciso ir e voltar, o roteiro do fim-de-semana ficou montado assim: Dia 1 – Porto – Madrid – Dublin. Tarde de passeio em Dublin, conseguimos ainda visitar por dentro o castelo e fomos à Guiness Store House, pois claro. Dia 2 – Comboio de manhã cedo para Belfast. Fizemos um city tour em Belfast, num Hop-On Hop-Off, visitamos o Titanic Quartier e acabamos o dia no centro, num mercado de Natal bem giro Dia 3 – Tour de dia inteiro ao Norte, pela Antrim Coastal route, estivemos em

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