Weekend Vlog | Lisboa

Finalmente o vlog do fim-de-semana que passei em Lisboa em meados de Julho, chega ao blogue. Vocês desculpem este atraso – mais uma vez – mas é que isto de editar vídeos não é nada fácil. Ou pelo menos não é fácil para uma azelha digital como eu. Acho que perdi umas três horas de vida com esta coisa, e apesar dos detalhes técnicos não serem os melhores da história, até acho que isto não ficou naaaaaada mau.

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Passeios bate-volta nos arredores de Lisboa

Este tema não é novo aqui no blogue, já em tempos tinha criado a  tag  (muito) Grande-Lisboa para lá encaixar tudo o que já tinha visitado nas redondezas, mas com os posts que surgiram nos últimos meses resolvi que era uma boa oportunidade para organizar as ideias e resumir todas as opções de passeios bate-volta para quem tiver uns dias a mais para curtir na capital portuguesa.

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Ponte aérea TAP | Porto e Lisboa nunca estiveram tão perto

Primeiro começaram as ligações domésticas da Ryanair entre Lisboa e o Porto, o que foi mais ou menos incrível para alguém como eu que entra no Alfa e começa logo a ficar mal disposta. E logo a seguir, e para não ficar atrás a TAP e a nova gestão (mais ou menos duvidosa em alguns aspectos) resolveram criar a ponte aérea. Bilhetes mais ou menos baratos entre os dois destinos, uma flexibilidade muito maior que para outros voos e o melhor de tudo, voos todas as horas nos dois sentidos.

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Palácio Nacional de Sintra

Como vos contei no post anterior, um dos palácios que vale mesmo a pena visitar, num dia de passeio a Sintra, é o Palácio Nacional de Sintra. Situado mesmo no centro histórico da vila e para sempre associado ao rei D. João I e à sua mulher, a rainha D. Filipa de Lencastre. que nele efetuaram grandes obras, e o transformaram num dos seus refúgios favoritos.

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Time Out Mercado da Ribeira | Lisboa

Já a moda dos mercados fancy ia longa por esse mundo fora quando finalmente resolvemos importá-la para Portugal, e claro que a ideia pegou e fez sucesso por todo o país. O Mercado da Ribeira em Lisboa, dinamizado pela revista Time Out, foi provavelmente um dos primeiros, mas apenas no início de Julho tive oportunidade de lá passar pela primeira vez.

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Museu dos Coches | Lisboa

Gosto de aproveitar todas as minhas visitas à capital – já que estou tão longe (400 km) e elas são sempre tão raras – para incluir no programa pela menos uma visitar cultural.  O plano da vez era passar uma manhã no Museu dos Coches.

Acho que em pequena tinha lá estado uma vez, mas a verdade é que nem me lembro, e desde a construção do novo edifício, em Belém, que andava para colocar o Museu na minha lista.

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Uber experience | Lisboa

 Chega finalmente o post em que me ponho, publicamente, a jeito de levar umas bofetadas dum taxista. Vamos lá falar da Uber!
No último fim-de-semana que passei em Lisboa estava apeada (fui na ponte aérea) e ia precisar de fazer algumas viagens pouco práticas, pelos horários ou destinos, de serem abordadas de transportes públicos, portanto instalei finalmente a famosa aplicação da Uber no meu telemóvel, e em 3 minutos, depois de um registo básico e de introduzir o número do cartão de crédito, estava pronta a usar.

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The Fifties American Diner | Parque das Nações

Hoje começo a mostrar-vos mais detalhes do que fiz no último fim-de-semana que estive em Lisboa, mas começo pelo fim.
Diz que uma pessoa doente a última coisa em que pensa é em comida, mas cá eu é mesmo ao contrário, estar naquela moleza entre o sofá e a cama acho que ainda me dá mais fome – estou só com uma amigdalite não se apoquentem, tenho ido trabalhar na mesma, e dói ao comer e tudo, mas nem assim a fome passa -, portanto estava agora aqui a lembrar-me daquela refeição maravilhosa e cá vai disto.

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feel alive ’17

A razão que me levou a Lisboa no último fim-de-semana foi o concerto dos Depeche Mode no festival NOS Alive no Passeio Marítimo de Algés. Não que seja a maior fã de sempre do grupo, das que colecionam álbuns e posters, mas gosto, conheço os clássicos e sempre ouvi dizer que davam um bom espetáculo – e eu adoro um bom concerto – e por uma razão ou por outra, apesar de já terem estado várias vezes em Portugal, ainda não tinha conseguido vê-los. Este foi o ano e portanto lá me pus a caminho. Cheguei ao recinto já por volta da hora de jantar, que eu já não tenho energia para passar um dia inteiro a curtir festivais, e o ambiente estava óptimo, gosto do espaço, está cada ano mais giro e agrada-me taaaanto não haver terra e poeira.  No palco principal já estava no final da atuação Kodaline e portanto fui fazer o reconhecimento do terreno e tirei as fotos que vos mostro hoje. Os palcos secundários estavam animados, ambiente porreiro no clubbing, o palco Heineken já a arrebentar pelas costuras – como no resto da noite – e muito de comer e beber que a gente não gosta de passar fome (nem sede!). Impressionante a quantidade de estrangeiros que se viam por lá. Deviam ser os únicos a achar que 4 euros era barato para meio litro de cerveja. Os Imagine Dragons deram um óptimo concerto, apesar de eu achar que nem conhecia, têm uma série de hits mais comerciais que conhecemos todos e animaram e muito o palco principal. Foi um óptimo aquecimento. Quando finalmente chegaram os Depeche o público já estava todo prontinho para a festa. Achei o concerto fixe, tocaram os clássicos que todos queríamos ouvir e os tipos são bons, sinceramente já tinha ouvido tão bem que esperava um pouco mais da interação com o público. Mas foi um balanço bem positivo.No fim ainda houve tempo para descansar as pernas ao som do palco Heineken, porque eu já não vou para nova e já me estava a custar continuar de pé, antes de enfrentar as multidões que abandonavam o espaço e subiam o IC17 para conseguir chegar a Algés. Estava um pandemónio de gente e filas cá fora, mas esta que vos escreve conseguiu reservar um Uber com antecedência e só teve tempo de entrar no McDonalds para comprar e comer umas batatinhas fritas – que sabem pela vida às duas da manhã – antes de chegar o carro para me levar de volta a casa. Mas a experiência Uber fica para outro post.Para a semana há mais um concerto – Sting no MEO Marés Vivas.      

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La Dolce Vita | Parque das Nações

Hoje trago-vos uma dica culinária na capital. O restaurante La Dolce Vita no Parque das Nações, mais conhecido pela “Pizzaria do Adrien” é um italiano mesmo porreiro que experimentei a última vez que estive por lá. O Adrien é o capitão do Sporting, estão a ver? Eu sei que o Sporting não interessa a quase ninguém, mas o moço joga na Seleção Nacional por isso podem dar-lhe uma chance. Para se fazer à vida, que o futebol não dura para sempre, abriu um restaurante italiano no Parque das Nações, mesmo pertinho do Casino. E então o que é que eu achei? Bem bom.É verdade que não adorei a decoração do espaço, meio inspirada no filme “La Dolce Vita” com o Marcelo Mastroiani, mas isso nem é assim o mais relevante, porque o que interessa mesmo – a comida – valeu a pena. Acho sempre difícil encontrar uma pizzaria que faça umas pizzas à moda italiana, as que se vêem por cá são a maior parte das vezes muito enjoativas, com a massa muito alta e gordurosas, eu gosto daquelas bem fininhas, em que consigo comê-la inteira, mesmo à italiana, lá está. E estas eram assim. Para além disso, parece que as pastas também são bem boas, mas eu não provei. Não podia era deixar passar um tiramisú, que senão nem era italiano nem era nada. Gosto mesmo. Para além de tudo, para o padrão “jantar fora em Lisboa” os preços até nem eram exorbitantes. Havia bastantes pizzas e massas entre os 9 e os 12 euros. Alguém aqui já conhece? Aproveitem uma próxima oportunidade no Parque das Nações para passar por lá, mas atenção que ao fim de semana se não chegarem cedo, podem ter uma surpresa em forma de fila à porta.                  

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