5 weeks to go | Mercados de Natal

Ah, apesar de estarem 30 graus (à sombra), a verdade é que está mesmo aí à porta o Natal e eu, claaaarooo que já marquei a minha visita aos Mercados de Natal do centro da Europa. Não há tradição mais fixe, e pensar em ir pavonear a minha coleção de gorros para o meio das barraquinhas com comidinhas fixes, luzinhas e música de Natal é coisa para tornar qualquer dia mais animado.

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Belfast, o centro da cidade e o mercado de Natal

O factor limitante de qualquer viagem no Inverno, principalmente para o Norte da Europa, é o tempo médio de sol por dia. Já vos contei aqui o flop que foi ir a Hallstatt e ainda estávamos em Outubro, pois que ir à Irlanda em Dezembro torna tudo muito pior. A vantagem é que não há como não estar a contar com a situação por isso acabamos por tentar fazer todos os passeios o mais cedo possível e sobraram dois fins de dia (a partir das quatro) para conhecer o centro de Belfast e passear pelo mercado de Natal. E se nos dias de sol aberto ainda há um lusco-fusco, nos dias enevoados é o breu total.  Não deixa de ser bonito, principalmente nesta época de Natal, as decorações e as luzinhas ajudam a dar um ar mais agradável, mas às vezes gostava de um bocadinho de luz para tirar umas fotografias mais giras, ou mesmo para me pôr na frente de alguma foto, porque pessoas sem luz é o fim de qualquer tentativa de foto, até respirar a deixa tremida. Gostei de passear nesta zona da cidade, havia uma série de ruas comerciais animadas, com lojas abertas e muita gente dum lado para o outro – ser sexta e sábado deve ter ajudado – o jardim em frente ao Cityhall tinha sido inteiramente vedado para pôr a funcionar um mercado de Natal bem giro, com barraquinhas de vários países com comidinhas típicas e decorações de natal em tudo quanto era lado. Os Irlandeses aderiram em massa e saíram à rua com o seus ugly Christmas Jumpers para comer e beber de tal maneira que nas horas mais concorridas havia fila de espera para entrar no mercado. Já se sabe que sou fã de qualquer mercado de Natal, mas este de Belfast surpreendeu-me bastante pela positiva, talvez porque não estava a contar que fosse tão típico e porque vinha de Dublin onde não havia nada de especial em termos de decorações natalícias. Deixo-vos com as fotografias possíveis!

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Um dia, uma cidade, um país – o Luxemburgo.

O Luxemburgo foi um belo extra à viagem que me levou à Alsácia em Dezembro de 2015. Voos de regresso com horários e preços pouco interessantes, quando a lembrança das novas rotas low cost me veem à cabeça. Encaixa perfeitamente no roteiro… Nem é tarde, nem é cedo para incluir a cidade/país nos planos e adicionar uma bandeirinha ao mapa ‘been there‘.A viagem de comboio entre Colmar e a cidade do Luxemburgo durou cerca de 3h com duas trocas pelo caminho, Estrasburgo e Metz e por volta da hora de almoço estávamos a desembarcar na cidade de malas às costas. Há cacifos na estação dos comboios, em frente à qual também saem depois os autocarros até ao aeroporto, portanto esse problema estava resolvido.O passo seguinte foi pegar num mapa e perceber qual a melhor maneira de começar a descobrir a cidade. A estação está ligada ao centro da cidade por uma rua comercial principal pela ponte … que liga à colina onde fica a parte alta da cidade.O roteiro ficou mais ou menos assim, e foi feito nas calmas numa tarde, já que por volta das 19h estávamos a caminho do aeroporto para regressar a casa. Como todas as terrinhas, das maiores cidaes às mais pequenas aldeias, da região, as decorações de Natal estavam em alta por aqui, e não faltavam os típicos mercadinhos de Natal. Tanto na Place Guillaume II, perto da catedral, para onde fomos logo à chegada e onde o forte eram os comes e bebes, como na Place du Theatre, onde vendiam de tudo um pouco, inclusivamente produtos portugueses, ou na Place de la Constituition (ainda conseguem ver o “uition” no canto inferior esquerdo do zoom – um aplauso para os meus dotes gráficos!) onde estava montada uma verdadeira feira popular versão Natal com direito a roda gigante e tudo. De resto vale a pena passear um pouco, nas calmas pelo centro histórico com as suas igrejas, palácio ducal, ruas simpáticas e belas vistas para a zona baixa da cidade. O passeio junto às casamatas du Bock é o que rende melhores fotografias da cidade. Durante a tarde ainda houve tempo para visitar o Musée National d´Histoire et d’Art du Luxembourg, cuja exposição permanente é gratuita, portanto aqui fica também a sugestão, a visita não é muito grande nem aborrecida, tem algumas obras interessantes e pode ser uma boa alternativa caso estejam cansados de bater perna à chuva, ao frio ou ao calor (dependendo da época da viagem, claro está). Ficam as fotos possíveis, infelizmente o Sol impediu de retratar bem o que os nossos olhos viam no Grund (a zona mais baixa da cidade), a suas casinhas típicas eram bem giras, mas a luz de frente não o mostra convenientemente, terão mesmo que lá ir e ver com os próprios olhos. 

O cidade do Luxemburgo é um Portugalzinho no centro da Europa, ouve-se falar português em tudo quanto é canto, pela rua, cafés, restaurantes, museus (passam-se algumas vergonhas até a tentar articular meia dúzia de palavras em francês e a obter um… ‘falam português?’ de volta) e até os mercadinhos de Natal tem a sua barraca Tuga.

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Roteiro de 1 dia no Natal de Estrasburgo.

Depois de conhecer as cidadezinhas mais pequenas como Colmar, Kaysersberg e Riquewihr, passamos o dia seguinte na capital da região, Estrasburgo. Fomos e voltamos de comboio, não chegamos super cedo, nem partimos super tarde. Estivemos talvez das 11h às 17h e foi o tempo perfeito para conhecer o centro da cidade, a zona dos canais, a catedral, a Plaza Kléber e passear um pouco sem destino só para absorver o espírito de Natal (que também se apoderou da cidade) e fazer algumas compras. Na cidade pode ainda ser visitada a zona onde se encontram as instituições europeias – a sede do Parlamento Europeu é em Estrasburgo, apesar de passar mais tempo em Bruxelas -, mas não fica exactamente no centro do cidade, por isso acabou por ficar fora do nosso roteiro. Um bom motivo para voltar um dia mais tarde.

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Alsácia profunda, Riquewihr e Kaysersberg.

Numa das tardes que passamos por Colmar, decidimos fazer-nos à estrada para conhecer um pouco melhor a campagne e, claro está, uns mercadinhos de Natal mais pequenos.Pelo que percebi, existem transportes públicos nesta zona, mas não com frequências suficientes para ser recomendável para quem vai de passeio sem excesso de tempo disponível. As distâncias são curtas, as estradas óptimas e bem indicadas, por isso a melhor opção para explorar a região é mesmo de carro.

Visitamos duas pequenas terrinhas:
Kaysersberg, bem no meio da Rota dos Vinhos e rodeada de uvas por todos os lados, onde o Natal também marcava a época e aproveitamos para provar uma das especialidades da região, a tarte flambée – uma espécie de pizza fininha bem boa – acompanhada não pelo vinho da região, mas por uma biére que vai sempre bem com tudo.

Riquewihr, com a sua muralha medieval bem conservada, e uma animada rua principal totalmente no espírito natalício. Já só chegamos aqui sem luz do dia, mas iluminadas pelas luzinhas de Natal, a cidadezinha parecia realmente encantadora. Ao que consta durante o dia o colorido também vale muito a pena, aqui está uma boa razão para voltar.

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Natal em Colmar.

Colmar é a típica vila de contos de fadas que nos fez ir até à Alsácia, apesar de Estrasburgo ser a capital da região, sem dúvida que Colmar é o cartão-postal. As suas casinhas coloridas com barrotes de madeira e o curso de água que a atravessa (chamam-lhe mesmo La Petite Venice) dão um encanto à cidade que a torna atractiva todo o ano, especialmente na Primavera, quando fica repleta de flores e no Natal, em que todo o centro se veste a rigor e se enche com um gigante mercado de Natal. Achei o mercado de Natal de Colmar diferente de todos os outros que já tinha visitado, claro que havia barraquinhas nas ruas (principalmente nas pracinhas) onde se podia beber Vin Chaud, comer um crepe ou comprar decorações de Natal, mas o forte era mesmo o espírito da cidade, a decoração das lojas e o ar de satisfação das milhares de pessoas que andavam pelas ruas. Se ainda estão à procura de destino para os feriados que nos aguardam no próximo mês de Dezembro. Não pensem muito mais e embarquem até à Alsácia.

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Fim de tarde em Basileia.

Depois da saga que foi voltar do Vitra Museum, graças ao 55 que resolveu evaporar-se do mapa (e estamos nós na Alemanha, pffff!), lá chegamos de novo a Basileia, do lado Suiço e resolvemos sair do tram na ClaraPlatz e fazer o percurso a pé até à estação para poder aproveitar melhor o fim do dia na cidade. É verdade que ainda eram umas quatro da tarde, mas em Dezembro escurece cedo e a luz do dia acompanhou-nos durante pouco tempo. Basileia pareceu uma cidade interessante, as decorações de Natal estavam muito giras, e havia mercadinhos espalhados por toda a cidade. O meu favorito, que rendeu as fotos mais giras ficava mesmo ao lado da Catedral. A cidade estava apinhada de gente, era um sábado e havia ainda algum tipo de desfile/parada que nem chegamos bem a perceber o que era, e estavam milhares de pessoas a postos nas ruas à espera. Ficou um gostinho bom na boca para, quem sabe, um dia voltar. À hora de jantar apanhamos o comboio para Colmar, a ‘base’ da viagem.

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