Weekend Vlog | Lisboa

Finalmente o vlog do fim-de-semana que passei em Lisboa em meados de Julho, chega ao blogue. Vocês desculpem este atraso – mais uma vez – mas é que isto de editar vídeos não é nada fácil. Ou pelo menos não é fácil para uma azelha digital como eu. Acho que perdi umas três horas de vida com esta coisa, e apesar dos detalhes técnicos não serem os melhores da história, até acho que isto não ficou naaaaaada mau.

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Passeios bate-volta nos arredores de Lisboa

Este tema não é novo aqui no blogue, já em tempos tinha criado a  tag  (muito) Grande-Lisboa para lá encaixar tudo o que já tinha visitado nas redondezas, mas com os posts que surgiram nos últimos meses resolvi que era uma boa oportunidade para organizar as ideias e resumir todas as opções de passeios bate-volta para quem tiver uns dias a mais para curtir na capital portuguesa.

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Ir a Cascais, para voltar mais.

Tenho de confessar que nunca tinha passado grande cartão a Cascais. Já lá havia passado de carro uma ou duas vezes, a estrada pela linha é bem bonita, e parado uma vez para pegar num gelado e seguir. Mas desta vez a ida a Lisboa levou-me até lá com um bocadinho mais de tempo e foi uma surpresa agradável. Para além das tias que a nossa mente não esquece que são de lá, a vila é bem gira, está bem conservada e tem umas ruelas com casinhas muito simpáticas e recantos fotogénicos. O dia estava bonito e foi uma tarde de passeio muito agradável. Deu para comer um gelado na Santini (agora já tem dois espaços no centro), passear e tirar fotografias, e ainda ficar com muita vontade de molhar os pés no mar. No Verão as praias devem estar impossíveis de não se conseguir estender a toalha, mas num dia de Primavero estava mesmo a convidar a banhos. Descobri ainda por lá uma estátua e várias referências ao rei D. Pedro I e vim para casa intrigada com a associação que tinha a Cascais, descobri entretanto que a Carta de Vila foi outorgada  a Cascais em 1364 por ele e daí as homenagens. Se ainda não dedicaram meio dia a Cascais (os meus leitores do resto do país, os de Lisboa presumo que já), vão até lá que vale a pena. Já este fim-de-semana, por exemplo, que promete ser de Sol.                  

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Mosteiro da Batalha.

…ou Mosteiro de Santa Maria da Vitória, foi mandado construir por D. João I em agradecimento pela vitória na Batalha de Aljubarrota.A sua construção durou dois séculos (sete reinados) e só ficou concluída no ano de 1517, pelo que o estilo manuelino está presente em todo o edifício. As capelas imperfeitas,  cujo planeamento começou anos mais tarde e nunca foram concluídas são um exemplo único do gótico português.Estão aqui sepultados os reis D. Joao I e a rainha D. Filipa de Lencastre e ainda toda a sua descendência, a famosa Ínclita Geração.É, desde 2007, património mundial da UNESCO.

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O ponto mais ocidental da Europa.

Cabo da Roca, concelho de Sintra.Descrito por Camões, nos Lusíadas, como o local ‘onde a Terra se acaba e o Mar começa’.Apesar da vista fantástica que nos rodeia, é um marco mais simbólico do que outra coisa, mas é sempre impressionante imaginar um mapa-mundo e saber exactamente onde estamos sem precisar da ajuda do GPS 🙂 – Há palermices piores…

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Dois dias ao redor do estuário do Sado.

Setúbal, era a única capital de distrito de Portugal continental onde nunca tinha posto os pés. Não é mais. Aproveitamos os dias passados na zona de Lisboa, este Agosto, e fomos dois dias até à região. Passando por Alcácer do Sal, pela Comporta, por Tróia, por Setúbal, pelo Portinho da Arrábida, atravessando a Serra, e por Sesimbra. Sem esquecer o ponto alto da viagem, o passeio de barco no Estuário do Sado para ver os golfinhos foi bem sucedido! Há fotos!

Alcácer do Sal.

 Comporta e Tróia.

 Setúbal.

 Em busca dos golfinhos do Sado.

 Arrábida.

 Sesimbra.

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Palácio-Convento de Mafra.

Mandado construir em 1717 por ordem de D. João V, como agradecimento pela graça concedida, a gravidez da rainha D. Maria Ana da Áustria.Os trabalhos de construção começaram por um modesto projecto que tinha como objectivo abrigar 109 padres franciscanos, mas com a chegada aos cofres do estado do ouro vindo do Brasil, D. João V e o seu arquitecto Johann Friedrich Ludwig iniciaram planos muito mais ambiciosos sem se poupar a despesas. A construção empregou 52 mil trabalhadores e o projecto final acabou por incluir um convento que permitia abrigar 330 frades, um palácio real e uma das mais belas bibliotecas da Europa, decorada com mármores preciosos, madeiras exóticas e muitas outras obras de arte. A Basílica principal foi consagrada em 1730 aquando do aniversário do rei. O Palácio tornou-se muito frequentado pela família real pois a sua extensa tapada permitia grandes caçadas.Grande parte das suas mobílias e obras de arte embarcaram para o Brasil, juntamente com a família real, durante as invasões francesas. Foi também daqui, que em 1910, D. Manuel II partiu para a Ericeira, e embarcou para o exílio.Foi classificado como monumental nacional em 1910. (todas as noites uma equipinha de morcegos passeia pela biblioteca do palácio, ao que consta não há melhor maneira de manter as traças à distância e conservar os livros.) 

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Constância e Luiz Vaz de Camões.

Foi nesta vila, a poucos quilómetros do Castelo de Almourol e na confluência dos rios Tejo e Zêzere que viveu Camões alguns anos da sua vida. Segundo consta ter-se-á inspirado em Constância para escrever muitos dos seus poemas, pelo que hoje a vila retribui ao poeta com várias homenagens. É uma vila típica, muito agradável e uma óptima conjugação de passeio com o Castelo de Almourol (). Inspirem-se nas minhas fotografias e podem desatar a escrever poemas.

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Vá para fora, cá dentro #1 Almourol

Agosto não tem o melhor tempo de sempre, mas trouxe a oportunidade de fazer uma viagem na região de Lisboa e (grandes) arredores. A primeira paragem, logo na viagem de ida foi no Castelo de Almourol.Situado numa pequena ilha no meio do Rio Tejo, perto da localidade de Tancos, e pouco abaixo da confluência entre o Zêzere e o Tejo. Era uma construção militar defensiva do tempo da reconquista, no início da nacionalidade, que estava em poder da Ordem dos Templários.Os primeiros indícios de ocupação do castelo remontam ao período romano (séc. I) mas foi em 1129 que D. Afonso Henriques conquistou a região e entregou a administração do castelo à ordem dos templários, responsável pelo povoamento do território entre o Mondego e o Tejo.O castelo sofreu obras e requalificação e restauro nos últimos anos e neste momento é possível ir de barco até à ilha e visitar por dentro o castelo. Acesso à ilha e ao castelo em embarcações com capacidade para 20 pessoas.

Terça-feira a domingo.

1 Novembro a 28 Fevereiro: 10h às 13h – 14h30 às 17h

1 Março a 31 Outubro: 10h às 13h – 14h30 às 19h

Preço – 2€ por pessoa

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