The World of Steve McCurry | Alfândega do Porto

Provavelmente muitos de vós não estão muito familiarizados com o nome Steve McCurry, eu confesso que assim a seco e sem grande contexto até à pouco tempo também teria dificuldade em lembrar-me de quem se tratava. E o mesmo se aplica se falarmos de Sharbat Gula. Mas dificilmente alguém não se vai lembrar dos olhos verdes da rapariga afegã que se tornaram numa das capas mais famosas da National Geographic. Steve McCurry era o fotógrafo e Sharbat Gula a fotografada.

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Imperial War Museum | Londres

Tal como vos tinha dito, por entre os posts sobre a grande viagem de Verão à Ásia, vou publicando alguns posts sobre as pequenas escapadelas de fim-de-semana que tenho feito desde que cheguei. Em tempos decidi fazer publicações por ordem cronológica, mas estamos sempre a mudar de ideias – Assim nem vocês se fartam de estar sempre a ouvir falar do mesmo. o feed fica mais variado, e eu não me esqueço do que fiz. Porque os posts sobre a Ásia vão ser taaaantos que temo ainda estar a falar do mesmo na Páscoa do próximo ano.

Voltando a Londres, hoje venho falar-vos um bocadinho do museu que escolhi visitar para o fim-de-semana de Setembro que passei na capital inglesa. O Imperial War Museum.

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Prisão S21 – Museu do Genocídio | Phnom Penh

Em Agosto de 1975, com a vitória na guerra civil do Cambodja, os Khmer Vermelhos transformaram uma escola secundária no centro de Phnom Penh numa prisão política e local de tortura e interrogatórios. Conhecida como Prisão S21, pensa-se que entre 1975 3 1979 – o tempo em que durou o regime ditatorial – tenham passado por lá mais de 20 000 pessoas, das quais apenas 12 sobreviveram.

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Palácio Nacional de Sintra

Como vos contei no post anterior, um dos palácios que vale mesmo a pena visitar, num dia de passeio a Sintra, é o Palácio Nacional de Sintra. Situado mesmo no centro histórico da vila e para sempre associado ao rei D. João I e à sua mulher, a rainha D. Filipa de Lencastre. que nele efetuaram grandes obras, e o transformaram num dos seus refúgios favoritos.

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Museu dos Coches | Lisboa

Gosto de aproveitar todas as minhas visitas à capital – já que estou tão longe (400 km) e elas são sempre tão raras – para incluir no programa pela menos uma visitar cultural.  O plano da vez era passar uma manhã no Museu dos Coches.

Acho que em pequena tinha lá estado uma vez, mas a verdade é que nem me lembro, e desde a construção do novo edifício, em Belém, que andava para colocar o Museu na minha lista.

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Cadeia da Relação | Porto

Aproveitando o espírito do São João – ainda vêm aí as fotos da noite -, voltamos por estes dias ao Porto para organizar uma série de posts que estão nos rascunhos há imenso tempo. No fim-de-semana que passei por lá, no Workshop de Escrita de Viagens de que vos falei, tive a oportunidade de visitar o edifício da antiga Cadeia da Relação, mesmo no centro do Porto ao lado do jardim da Cordoaria, da Torre dos Clérigos e da renovada Praça de Lisboa. Claro que nem se contam as vezes que já tinha passado por lá e olhado com atenção para o edifício, mas sempre por fora. Sabia que estava lá instalado o Centro Português de Fotografia, mas sinceramente que tinha sempre imensas exposições de entrada livre não fazia ideia. Uma pena, porque o espaço vale muito a pena. Não podia vir mais a propósito, já que estou a ler um livro dobre o Rei D. Manuel II, último rei de Portugal e filho de D. Amélia, que vim a descobrir nesta exposição gostava de fotografia e tinha um álbum pessoal bem interessante… “Tirée par…” mostra-nos muitas fotografias do dia-a-dia da última família real portuguesa, das grandes caçadas, visitas de estado e viagens ao estrangeiro. Gostei muito de visitar a exposição, que infelizmente acabava nesse dia por isso não terão oportunidade de conhecer.  Mas podem visitar outras exposições temporárias, e conhecer o próprio edifício que vale a pena, nos andares superiores tem a exposição permanente que mostra um pouco da evolução da fotografia e permite-nos entrar em alguns dos espaços mais famosos da cadeia da relação, como a cela onde esteve preso o escritor Camilo Castelo Branco e onde escreveu uma das suas obras mais conhecidas “Amor de Perdição”. Salta à vista a paisagem incrível que podia ver pela janela, para a Sé do Porto e o casario que se estende até à Ribeira e ao Rio Douro – depois de lá estar é mais fácil perceber de onde veio a inspiração. Quando tiverem oportunidade, vão até lá, não se irão arrepender.               

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Bairro das Artes – Rua Miguel Bombarda | Porto

Esta zona da cidade, que inclui a Rua Miguel Bombarda (começa em Cedofeita e acaba em frente ao Palácio de Cristal) e algumas das suas pequenas transversais transformou-se nos últimos anos no bairro das artes no Porto. Aqui, é possível encontrar dezenas de pequenas galerias – maioritariamente de arte contemporânea – lado a lado com novas lojas de designers portugueses, com propostas alternativas e cafézinhos/pequenos restaurantes com muita pinta e que dão imensa vontade de entrar. Tudo isto numa zona que ainda mantém aquele ar de residencial, onde há efectivamente quem viva. O que é incrível.  Eu adoro passear por lá e espreitar todas as coisas fixes que há por lá. Dá vontade de trazer tudo para casa. Como não há orçamento para tais loucuras, passear e tomar um café pode ser uma óptima alternativa. Cada espaço é mais giro que o outro e estão sempre a abrir opções novas. Definitivamente, tenho de voltar e testar mais uns quantos. Mais ou menos a meio da rua há também um pequeno centro comercial nada convencional, uma extensão das lojas fixes da rua e com um café muito fixe para almoçar ou lanchar a preços bem agradáveis, já tenho um post antiguinho sobre ele, mas a ideia continua bem atual. =&0=& Regularmente há um evento no bairro, a que chamam inaugurações simultâneas, e que é mesmo mais ou menos isso, todas as galerias abrem nesse dia, programam-se atividades especiais e recebe-se ainda melhor as visitas. Costuma acontecer a cada 1 ou 2 meses e podem acompanhar o surgimento de novas datas e os detalhes do evento aqui.

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Fundação de Serralves | Porto

Já vos contei aqui os detalhes da minha visita à exposição de Joan Miró que vai estar n’A Casa, em Serralves, até ao próximo mês de Junho. Mas nesse dia também aproveitei para desfrutar um pouco dos jardins e do resto do parque de Serralves.  Para além do edifício antigo, a casa cor-de-rosa, onde estava instalada a exposição, o parque conta ainda com um outro edifício, por onde se faz agora a entrada, desenhado pelo arquitecto Siza Vieira. Costuma ter algumas exposições temporárias, mas o edifício em si vale a visita, tem uma harmonia incrível entre o exterior e o interior, as janelas dão para zonas do jardim que quase se confundem com quadros, e o mesmo de passa do exterior para o interior, sendo que a janela que dá para o piso superior da biblioteca, com os seus candeeiros giríssimos é a minha favorita. A entrada tanto no parque, como nas exposições, é normalmente pago, sendo livre apenas o acesso ao átrio principal, à loja, à biblioteca e à cafeteria. Mas há alguns dias com eventos como o Serralves em Festa ou a Festa das Camélias que estava a decorrer no dia em que lá estive, em que a entrada no parque é livre. Aproveitem uma das próximos oportunidades para passar por lá e passar uma tarde diferente. Mais detalhes, sobre os horários de funcionamento, preço das entradas e diferentes exposições podem ser consultados aqui.

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