Imperial War Museum | Londres

Tal como vos tinha dito, por entre os posts sobre a grande viagem de Verão à Ásia, vou publicando alguns posts sobre as pequenas escapadelas de fim-de-semana que tenho feito desde que cheguei. Em tempos decidi fazer publicações por ordem cronológica, mas estamos sempre a mudar de ideias – Assim nem vocês se fartam de estar sempre a ouvir falar do mesmo. o feed fica mais variado, e eu não me esqueço do que fiz. Porque os posts sobre a Ásia vão ser taaaantos que temo ainda estar a falar do mesmo na Páscoa do próximo ano.

Voltando a Londres, hoje venho falar-vos um bocadinho do museu que escolhi visitar para o fim-de-semana de Setembro que passei na capital inglesa. O Imperial War Museum.

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Prisão S21 – Museu do Genocídio | Phnom Penh

Em Agosto de 1975, com a vitória na guerra civil do Cambodja, os Khmer Vermelhos transformaram uma escola secundária no centro de Phnom Penh numa prisão política e local de tortura e interrogatórios. Conhecida como Prisão S21, pensa-se que entre 1975 3 1979 – o tempo em que durou o regime ditatorial – tenham passado por lá mais de 20 000 pessoas, das quais apenas 12 sobreviveram.

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Palácio Nacional de Sintra

Como vos contei no post anterior, um dos palácios que vale mesmo a pena visitar, num dia de passeio a Sintra, é o Palácio Nacional de Sintra. Situado mesmo no centro histórico da vila e para sempre associado ao rei D. João I e à sua mulher, a rainha D. Filipa de Lencastre. que nele efetuaram grandes obras, e o transformaram num dos seus refúgios favoritos.

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Museu dos Coches | Lisboa

Gosto de aproveitar todas as minhas visitas à capital – já que estou tão longe (400 km) e elas são sempre tão raras – para incluir no programa pela menos uma visitar cultural.  O plano da vez era passar uma manhã no Museu dos Coches.

Acho que em pequena tinha lá estado uma vez, mas a verdade é que nem me lembro, e desde a construção do novo edifício, em Belém, que andava para colocar o Museu na minha lista.

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Cadeia da Relação | Porto

Aproveitando o espírito do São João – ainda vêm aí as fotos da noite -, voltamos por estes dias ao Porto para organizar uma série de posts que estão nos rascunhos há imenso tempo. No fim-de-semana que passei por lá, no Workshop de Escrita de Viagens de que vos falei, tive a oportunidade de visitar o edifício da antiga Cadeia da Relação, mesmo no centro do Porto ao lado do jardim da Cordoaria, da Torre dos Clérigos e da renovada Praça de Lisboa. Claro que nem se contam as vezes que já tinha passado por lá e olhado com atenção para o edifício, mas sempre por fora. Sabia que estava lá instalado o Centro Português de Fotografia, mas sinceramente que tinha sempre imensas exposições de entrada livre não fazia ideia. Uma pena, porque o espaço vale muito a pena. Não podia vir mais a propósito, já que estou a ler um livro dobre o Rei D. Manuel II, último rei de Portugal e filho de D. Amélia, que vim a descobrir nesta exposição gostava de fotografia e tinha um álbum pessoal bem interessante… “Tirée par…” mostra-nos muitas fotografias do dia-a-dia da última família real portuguesa, das grandes caçadas, visitas de estado e viagens ao estrangeiro. Gostei muito de visitar a exposição, que infelizmente acabava nesse dia por isso não terão oportunidade de conhecer.  Mas podem visitar outras exposições temporárias, e conhecer o próprio edifício que vale a pena, nos andares superiores tem a exposição permanente que mostra um pouco da evolução da fotografia e permite-nos entrar em alguns dos espaços mais famosos da cadeia da relação, como a cela onde esteve preso o escritor Camilo Castelo Branco e onde escreveu uma das suas obras mais conhecidas “Amor de Perdição”. Salta à vista a paisagem incrível que podia ver pela janela, para a Sé do Porto e o casario que se estende até à Ribeira e ao Rio Douro – depois de lá estar é mais fácil perceber de onde veio a inspiração. Quando tiverem oportunidade, vão até lá, não se irão arrepender.               

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Bairro das Artes – Rua Miguel Bombarda | Porto

Esta zona da cidade, que inclui a Rua Miguel Bombarda (começa em Cedofeita e acaba em frente ao Palácio de Cristal) e algumas das suas pequenas transversais transformou-se nos últimos anos no bairro das artes no Porto. Aqui, é possível encontrar dezenas de pequenas galerias – maioritariamente de arte contemporânea – lado a lado com novas lojas de designers portugueses, com propostas alternativas e cafézinhos/pequenos restaurantes com muita pinta e que dão imensa vontade de entrar. Tudo isto numa zona que ainda mantém aquele ar de residencial, onde há efectivamente quem viva. O que é incrível.  Eu adoro passear por lá e espreitar todas as coisas fixes que há por lá. Dá vontade de trazer tudo para casa. Como não há orçamento para tais loucuras, passear e tomar um café pode ser uma óptima alternativa. Cada espaço é mais giro que o outro e estão sempre a abrir opções novas. Definitivamente, tenho de voltar e testar mais uns quantos. Mais ou menos a meio da rua há também um pequeno centro comercial nada convencional, uma extensão das lojas fixes da rua e com um café muito fixe para almoçar ou lanchar a preços bem agradáveis, já tenho um post antiguinho sobre ele, mas a ideia continua bem atual. =&0=& Regularmente há um evento no bairro, a que chamam inaugurações simultâneas, e que é mesmo mais ou menos isso, todas as galerias abrem nesse dia, programam-se atividades especiais e recebe-se ainda melhor as visitas. Costuma acontecer a cada 1 ou 2 meses e podem acompanhar o surgimento de novas datas e os detalhes do evento aqui.

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Fundação de Serralves | Porto

Já vos contei aqui os detalhes da minha visita à exposição de Joan Miró que vai estar n’A Casa, em Serralves, até ao próximo mês de Junho. Mas nesse dia também aproveitei para desfrutar um pouco dos jardins e do resto do parque de Serralves.  Para além do edifício antigo, a casa cor-de-rosa, onde estava instalada a exposição, o parque conta ainda com um outro edifício, por onde se faz agora a entrada, desenhado pelo arquitecto Siza Vieira. Costuma ter algumas exposições temporárias, mas o edifício em si vale a visita, tem uma harmonia incrível entre o exterior e o interior, as janelas dão para zonas do jardim que quase se confundem com quadros, e o mesmo de passa do exterior para o interior, sendo que a janela que dá para o piso superior da biblioteca, com os seus candeeiros giríssimos é a minha favorita. A entrada tanto no parque, como nas exposições, é normalmente pago, sendo livre apenas o acesso ao átrio principal, à loja, à biblioteca e à cafeteria. Mas há alguns dias com eventos como o Serralves em Festa ou a Festa das Camélias que estava a decorrer no dia em que lá estive, em que a entrada no parque é livre. Aproveitem uma das próximos oportunidades para passar por lá e passar uma tarde diferente. Mais detalhes, sobre os horários de funcionamento, preço das entradas e diferentes exposições podem ser consultados aqui.

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O Tejo e o MAAT.

A mais recente aquisição da cidade de Lisboa é uma surpresa mais do que agradável. Mais ou menos entre Alcântara e Belém, a sua localização mesmo ao lado do rio prometia tudo de bom, e em nada desiludiu. É incrível como é possível desenhar alguns edifícios “em comunhão com a Natureza”. E neste caso, no novo Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, tudo é Tejo.  O dia estava bem bonito, o que só ajuda, mas adorei mesmo este passeio pela zona. Não cheguei a entrar no Museu, ou melhor, entrei fui à loja e tal mas não vi a exposição, Mas podem sempre passar um dia inteiro por lá, porque para além do MAAT, mesmo ao lado têm o antigo museu da eletricidade e não muito longe também o novo Museu dos Coches, que também está na minha lista mas vai ter de ficar para outra oportunidade. Certamente que os lisboetas já conhecem e desfrutam e muito da zona ribeirinha que está cada vez mais incrível. Mas os não-lisboetas, corram até lá. Têm aqui mais uma óptima razão para o fazer!          

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Almada na Gulbenkian.

“José de Almada Negreiros – Uma maneira de ser moderno” é a exposição temporária em exibição na Fundação Calouste Gulbenkian até ao próximo dia 5 de Junho e vale muito, mas mesmo muito a pena. Estive por lá numa manhã de sábado, no início de Abril e adorei. A colecção de obras apresentadas é enorme, gastam à vontade umas duas horas por lá e não podem ficar a ver em detalhe cada quadro ou desenho. Estão expostos os dois Fernando Pessoa do Almada, o segundo ainda mais giro que o primeiro e se virem por lá alguma visita guiada colem-se um bocadinho a ouvir a explicação sobre as principais obras, que vale a pena. Descobri imensa coisa sobre o Almada, vão lá para descobrir mais, não vos vou contar tudo, mas adianto que passou a sua lua-de-mel no Alto Minho, mais precisamente na Pensão Meira, agora Hotel Meira, e uma das obras em exposição é um pequeno filme sobre um naufrágio na Ínsua, em Moledo. Muito, muito giro. Se tiverem oportunidade vão até lá, não se vão arrepender. O bilhete custa 5 euros e não achei nada caro, mais informações aqui. “Isto de ser Moderno é como ser elegante: Não é uma maneira de vestir mas sim uma maneira de ser. Ser moderno não é fazer a caligrafia moderna, é ser o legítimo descobridor da novidade.” José de Almada Negreiros, conferência O Desenho, Madrid, 1927 Notam as diferenças? 🙂                           

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