Food tour | Hanoi

Famous by its cuisine, which is known by some people as the best in the world, it is easy to find a food tour in different cities of Vietnam. We tried the experience in Hanoi old city e we had a lot of fun.

Famoso pela sua culinária, que há quem garanta ser a melhor do mundo, é fácil encontrar um food tour em várias cidades do Vietname. Nós fizemos a experiência no centro da cidade de Hanói e divertimo-nos bem.

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Las Tapas de Gonzalo | Plaza Mayor de Salamanca

Uma das principais paragens da road trip espanhola, do início de Outubro, foi em Salamanca. Já lá não ia há muitos anos e alguns dos meus colegas de viagem estavam a estrear-se por lá, por isso decidimos passar lá uma das noites, e no dia em que chegamos, já depois de estacionar e largar as malas no apartamento, dirigimo-nos ao local mais óbvio, a Plaza Mayor, para encontrar um local para jantar.

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Coppa Club | Tower Bridge, Londres

Ao fim de algumas viagens a um mesmo destino, começamos a perder um pouco a vontade de correr para ver o Big Ben, e a procurar curtir um pouco mais outro lado da cidade, como se fosse a nossa própria cidade.
Este fim-de-semana que passei em Londres foi um pouco assim, e correr a Picadilly ou ao Buckingham Palace já não foi uma prioridade. Há sempre duas coisas que são óptimas para aproveitar uma cidade, cafés/restaurantes e museus/exposições.

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The Fifties American Diner | Parque das Nações

Hoje começo a mostrar-vos mais detalhes do que fiz no último fim-de-semana que estive em Lisboa, mas começo pelo fim.
Diz que uma pessoa doente a última coisa em que pensa é em comida, mas cá eu é mesmo ao contrário, estar naquela moleza entre o sofá e a cama acho que ainda me dá mais fome – estou só com uma amigdalite não se apoquentem, tenho ido trabalhar na mesma, e dói ao comer e tudo, mas nem assim a fome passa -, portanto estava agora aqui a lembrar-me daquela refeição maravilhosa e cá vai disto.

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Café Velasquez | Porto

Nos últimos meses o terrível do meu dente que não me dá descanso – acho que já falei disso aqui mais do que uma vez – tem me levado até ao Porto mais vezes do que o previsto (ao dentista, claro está!) e também a uma zona da cidade muito pouco turística, as Antas.  Antas faz-me lembrar fcp e isso não é muito agradável, mas o bairro em si – ao redor da antiga Praça Velasquez – é simpático. Bastante residencial e ajardinado, bairro típico onde se podem cruzar todos os dias com as mesmas pessoas, e onde fica um dos cafés mais conhecidos da cidade, o café Velasquez. É mais ou menos chique parar por lá e pode ser apenas para tomar café, ou mesmo para almoçar. O serviço é óptimo, já se fazem poucos sítios destes com empregados há 30 anos que atendem de olhos fechados, e o prego que comi por lá um dia destes estava óptimo, nem o tal dente teve dificuldade em rasgar a carne de tão macia que estava. Para ser perfeito tinha marchado um fino em vez da 7up, mas estava de carro por isso fica para a próxima.No centro da praça ajardinada tem agora um monumento em homenagem a Francisco Sá Carneiro, primeiro-ministro natural do Porto que morreu num desastre de avião e que nos últimos anos dá nome oficial à praça, acho que nem os portuenses mais devotos da personalidade deixaram de chamar-lhe Praça Velasquez.

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Frigideiras do Cantinho | Braga

Das últimas vezes que estive por Braga, fiquei agradavelmente surpreendida com a revolução que está a acontecer pelo centro histórico. Um pouco à semelhança do Porto e de Lisboa (a outra escala) está a ganhar vida, animados pelo turismo abriram imensos espaços novos, pequenos cafés, restaurantes, barzinhos, lojas interessantes. Dá vontade de experimentar e conhecer cada um deles, mas é sempre bom saber que no meio disto tudo não desaparecem os clássicos, e numa das últimas vezes que lá estive, cheguei já com fome e alguma pressa e decidi que em vez de testar um novo espaço – e demorar mil anos a escolher porque a oferta é tanta – ia dar um tiro mais certeiro. E lá fui eu para um velho clássico de Braga, as Frigideiras do Cantinho.
Continuam no mesmo local de sempre, mas foram fazendo obras ao longo dos tempos e o espaço está atualizado, sem perder a essência.
Claro que funcionam como café mais tradicional e restaurante de diárias, mas eu pedi – claro está – uma frigideira e vim de lá consolada. Claro que podem sempre dizer que para pastel de chaves aquilo nem é o melhor de sempre e que isto e aquilo… Já ouvi imensas versões. Mas as tradições são para manter, por isso venham as frigideiras! read more

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La Dolce Vita | Parque das Nações

Hoje trago-vos uma dica culinária na capital. O restaurante La Dolce Vita no Parque das Nações, mais conhecido pela “Pizzaria do Adrien” é um italiano mesmo porreiro que experimentei a última vez que estive por lá. O Adrien é o capitão do Sporting, estão a ver? Eu sei que o Sporting não interessa a quase ninguém, mas o moço joga na Seleção Nacional por isso podem dar-lhe uma chance. Para se fazer à vida, que o futebol não dura para sempre, abriu um restaurante italiano no Parque das Nações, mesmo pertinho do Casino. E então o que é que eu achei? Bem bom.É verdade que não adorei a decoração do espaço, meio inspirada no filme “La Dolce Vita” com o Marcelo Mastroiani, mas isso nem é assim o mais relevante, porque o que interessa mesmo – a comida – valeu a pena. Acho sempre difícil encontrar uma pizzaria que faça umas pizzas à moda italiana, as que se vêem por cá são a maior parte das vezes muito enjoativas, com a massa muito alta e gordurosas, eu gosto daquelas bem fininhas, em que consigo comê-la inteira, mesmo à italiana, lá está. E estas eram assim. Para além disso, parece que as pastas também são bem boas, mas eu não provei. Não podia era deixar passar um tiramisú, que senão nem era italiano nem era nada. Gosto mesmo. Para além de tudo, para o padrão “jantar fora em Lisboa” os preços até nem eram exorbitantes. Havia bastantes pizzas e massas entre os 9 e os 12 euros. Alguém aqui já conhece? Aproveitem uma próxima oportunidade no Parque das Nações para passar por lá, mas atenção que ao fim de semana se não chegarem cedo, podem ter uma surpresa em forma de fila à porta.                  

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La Piola – Braga

A rubrica “Roteiro de pequenos-almoços” surgiu nos idos tempos em que eu era uma alegre estudante de doutoramento no Porto que podia tirar algumas horas pela manhã para ir tomar pequeno-almoço com as amigas a sítios novos. Depois a coisa evoluiu para refeições no geral, já que nem só de pequenos-almoços vive o homem (e a mulher, neste caso) e eis que me mudo de regresso ao campo – mais precisamente à praia – e as oportunidades de voltar à cidade para patuscadas começam a diminuir. Mas não se acabaram, claro está, a gente faz o que pode. A evolução seguinte é quem diz ir ao Porto, também pode dizer ir a outro sítio qualquer, e foi assim que chegamos a Braga. Este foi um jantar de amigos pré-natalício mas à época já estava eu a rebolar de tanto comer que calculei que vocês também, então a dica ficou no forno até hoje, em que me lembrei que já não como uma pizza de jeito desde esta, e voilá… La Piola é um simpático restaurante italiano bem no centro histórico de Braga, que nos últimos anos – com o crescimento da cidade e da Universidade – ganhou uma vida incrível e está agora cheio de barzinhos e restaurantes simpáticos, uma óptima opção para sair à noite com os amigos. No menu, e para além das mais tradicionais pizzas e pastas, a especialidade da casa vai para as piadinas, uma espécie de massa que tem no seu interior todo o tipo de ingredientes que possam imaginar – a mesma variedade que as pizzas. Na pratica é pão com “coisas” o que poderia ser uma sandes, mas na realidade não tem nada a ver. Os clientes habituais são fãs e voltam lá por causa delas, eu tenho de lá voltar para experimentar porque à primeira não resisti a uma pizza, depois de uns queijinhos de entrada e para terminar um magnífico tiramisú. Regado com uma sangria daquelas que trepa. É uma sugestão, testada e aprovada, se forem até Braga.             =&0=&Rua D. Afonso Henriques, 254700 – 030Braga

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