Roteiro de 3 dias em Malta

Ainda estou na ressaca do regresso de férias, e a vontade de fazer alguma coisa é pouca ou nenhuma mas vamos lá tentar passar para o papel o que andei a fazer por Malta, na última semana. A verdade é que fui na segunda e regressei na sexta, mas os voos Porto – Malta são à segunda à noite e na sexta apesar do voo ser à tarde, aproveitei para dar mais um mergulho, curtir o sol e fazer umas comprinhas, pelo que visitas não houve. Sobram os dias do meio, três dias intensos de passeios que permitiram conhecer um pouco do que as ilhas do arquipélago têm de melhor, entre beleza natural e património.

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O que visitar no Liechtenstein?

Antes que o Verão chegue em força (não sei se acredito!) deixem-me contar-vos os últimos detalhes da minha viagem de Inverno de 2017, que passou por Zurique e também pelo Liechtenstein.  Este poderia ser um post express porque o Liechtenstein tem praticamente zero o que ver. Mas já que fui lá colocar a bandeirinha, não deixei de perder a oportunidade de o explorar durante umas poucas horas. E pelo menos as vistas para as montanhas são bonitas. Ora vejam lá:

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Roteiro | Capitais Russas

Quando comecei a planear esta viagem, e porque o tempo não era assim tanto, ponderei optar por visitar apenas uma das principais cidades russas. Entre Moscovo e São Petersburgo fica difícil tomar uma decisão e não fui capaz. Decidi que iam entrar as duas no pacote, porque a Rússia não fica propriamente já ali e não podia perder a oportunidade. Depois foi só convencer mais 4 malucos a alinhar comigo. Valeu bem a pena a ginástica de horários e o esforço físico que acarretou. Faria tudo igual de novo.

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Pelas Españas | Roteiro

No último fim-de-semana prolongado, fizemo-nos à estrada de coche até Espanha. Enquanto estava por lá contei-vos um pouco do que andava a fazer, mas hoje deixo-vos o roteiro completo da viagem. Que, como sempre, pode parecer louco e impossível de executar, mas acreditem que deu tempo para tudo, mesmo para esplanadar com unas cañas na frente.
A ideia começou em Salamanca, mas depressa estávamos a pensar em cidades da Extremadura e num piscar de olhos começamos o passeio pelo Alentejo. Foram quatro dias intensos mas muy buenos. E a minha teoria é sempre, mas descansar tinha ficado em casa…

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Roteiro de 3 semanas | Ásia 2017

Acho que nunca tinha começado a escrever sobre uma viagem tão próximo do fim da mesma. É meio estranho porque ainda nem tenho a certeza de ter as ideias organizadas como deve ser. Ainda não assentei completamente do regresso, metade das fotografias e dos vídeos ainda estão nas máquinas. Mas vamos lá a isso, comecemos pelo roteiro final da viagem, vai ajudar-vos a perceber o que aí vem nas próximas semanas (meses!) e vai ajudar-me a perceber o que tenho pela frente.

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Roteiro pelo centro histórico | Braga

Tive há pouco tempo oportunidade de voltar a Braga e constatar que a cidade está a ficar mesmo animada, jovem e com um ambiente óptimo. Tirando os dias de imenso calor do Verão (gente, quando dá para aquecer aquilo não se recomenda nem ao pior inimigo, ahah) é uma óptima opção de passeio. Eu diria que o centro de Braga está a tornar-se uma mini Baixa do Porto, com lojas, cafés e restaurantes muito fixes, modernos e giros, mas sem os milhares de turistas que já invadiram o Porto – apesar de também já não ser o segredo mais bem guardado de sempre. Para além da Piadina que já vos falei aqui, recentemente voltei às frigideiras – um clássico – e sei que podem encontrar por lá filiais de alguns dos sítios fixes para comer que também há no Porto, no o DeGema ou a Casinha, que já entraram no blogue. Braga está a virar moda. =&0=& =&1=& =&2=& =&1=& =&4=& =&1=& =&6=& Se acabarem por ir até lá, deixo-vos aqui um roteiro para explorar o centro histórico.  A artéria principal da zona antiga é a rua do Souto, que começa no Arco da Porta Nova e vai até à confluência entre a Avenida da Liberdade e a Avenida Central. Pedonal, muito comercial e cheia de esplanadas. Pelo caminho têm umas série de igrejas para conhecer, ou não fosse Braga a cidade dos Arcebispos, sendo que a maior e mais emblemática é a Sé-Catedral e vale a pena a visita. O percurso pode ser efetuado em qualquer um dos sentidos, se vierem de carro podem começar pela Igreja do Pópulo já que aqui têm o enorme parque de estacionamento do Campo da Vinha, se vierem de comboio a estação de Braga fica na continuação da Rua do Souto um pouco mais abaixo do Arco da Porta Nova, 5 minutos a pé e sempre em frente, não há o que enganar.   Por isso já sabem, não escolham o 15 de Agosto, mas venham até Braga, é uma óptima ideia para combinar com uma visita a Guimarães ou para um bate-volta a partir do Porto.      

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Lago di Como | Roteiro e dicas práticas, tudo o que precisam saber.

Depois dos posts das últimas semanas com as fotografias incrivelmente azuis e verdes do Lago di Como, assumo que estão todos a morrer de vontade de ir até lá um destes fins-de-semana, certo? Para facilitar essa tarefa aqui estou eu com todas as dicas imprescindíveis para que seja um sucesso.

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Roteiro de 3 dias em Roma

Como prometi na semana passada, aqui está um roteiro fresquinho sobre a capital italiana. Três dias está de bom tamanho para ver os principais pontos de interessa da cidade sem ter de correr muito e conseguir ainda curtir a atmosfera da cidade. Dividi os percursos principais em três sendo que o primeiro é dominado pela parte religiosa no Vaticano, o segundo pelo centro da cidade e as suas marcas mais renascentistas e o terceiro pelos vestígios do Império Romano. Mas claro que as três vertentes se misturam e confundem a cada virar de esquina nesta cidade que é praticamente um museu a céu aberto. Três dias é o tempo qb para o fazer, mas claro que quatro ou cinco nunca é demais, e podem dedicar-se com mais atenção às pastas, pizzas, gelattos e prochiuttos que vão encontrar a cada virar de esquina. Mas se só tiverem dois dias, também não desesperem, podem conhecer toda a cidade já que é praticamente impossível conhecer a zona 1 e 3 sem entre idas e vindas e almoços e jantares passar bastante tempo pela 2. Portanto, aqui vamos nós. Bem-vindos a Roma! Dia 1 – Em redor da cidade do Vaticano A minha sugestão é que comecem o dia no Vaticano, mais precisamente nos Museus do Vaticano, é a melhor hora para não apanharem filas intermináveis. Entrei sem problemas usando esta estratégia, mas a outra opção é comprar o bilhete pela internet, vão é pagar um pouco mais caro pela ‘reserva’. Aqui podem ver a famosa Capela Sistina, a imensa coleção de arte do Vaticano, de onde se destaca “A Escola de Atenas” ou a enorme galeria dos mapas geográficos – a minha favorita com boa amante de viagens. Depois de visitarem os museus podem então ir até à Praça em frente à Basílica de São Pedro, ver a janela dos aposentos papais – ou o próprio Papa se tiverem sorte, e visitar o interior da igreja. A entrada é livre.  Deixando o Vaticano em direcção ao centro da cidade, vão passar pelo Castelo de Sant’Ângelo, é possível visitá-lo por dentro mas confesso que nunca entrei, aqui a minha sugestão é que não atravessem o rio e continuem por essa margem até à zona da Piazza del Popolo, aí sim, atravessando o rio. A Piazza del Popolo vale a visita, tem uma configuração diferente do habitual, é enorme e está rodeada de igrejas, mas o destaque é para as duas igrejas gémeas que vos irão aparecer à direita. Gostei imenso desta zona, que rendeu imensos cliques e ainda um regresso, mas é preciso continuar o passeio portanto façam a rua que fica entre as duas igrejas e vão caminhando até à famosa Piazza d’Spagna. Este é um dos cartões postais da cidade, onde todo o movimento do centro da cidade vai dar. Sentem-se por lá, juntamente com outros milhares de turistas (eu tive a sorte ou o azar de apanhar a cidade num dia depois da neve, por isso fotografei a escadaria quase vazia, mas é uma proeza de que poucos conseguem gabar-se.) A ideia agora é subir toda a escadaria e aproveitar o resto do dia que ainda sobra a explorar o bairro que fica nas imediações da colina que alberga a Villa Borghese, um parque verde com alguns museus e vistas para a cidade, é também nesta zona que podem conhecer a famosa Via Venetto, uma das ruas mais chiques da cidade, com os seus hóteis e cafés 5***** e que ficou famosa por ser cenário de acção do filme La Dolce Vita de Fellini. Dia 2 – O coração da cidade Esta é a melhor zona para curtir o ambiente da cidade, pelo menos é a minha favorita. Claro, que Roma é o Vaticano e o Coliseu, mas para mim Roma é comer um gelado na esplanada de uma das muitas praças que vão encontrar no centro da cidade, rodeada de história, de vida e mesmo de turistas. O percurso sugerido começa na praça onde vão encontrar a famosa Fontana di Trevi e podem aproveitar para pedir os vossos desejos, esta foto que vêm ao lado é o melhor que provavelmente vão conseguir para não apanhar milhares de turistas. É impressionante a quantidade de pessoas que passa por lá a deixar os seus pedidos, com as moedas daquele fundo podia dedicar-me a viajar em exclusividade o resto da vida. Uma das artérias principais desta zona bastante comercial (e com várias Benetton, vale como souvenir.) é a Via del Corso, percorram um pouco esta zona até entrarem numa zona mais pedonal que vos vai levar a mais umas praças simpáticas. A não perder estão a Piazza Navona – talvez a mais famosa -, a praça do Panteão – a minha favorita – e o Campo dei Fiori – super típica e onde costuma funcionar um marcado de flores, pois claro. De lá sugiro que façam um passeio até à zona mais próxima da estação Termini, vale a pena visita a Igreja de Santa Maria Maior e dar uma passada pela Praça da República. A zona mais próxima da estação está repleta de alojamentos mais em conta, se ficarem alojados por aqui talvez seja uma boa ideia inverter o percurso. Este é o dia para passear nas calmas sem grandes compromissos turísticos, entrar em lojinhas simpáticas, numa bela trattoria, comer um gelado e andar um pouco sem destino a ver a vida, e Roma, passar. Há poucas coisas melhores do que isso. Dia 3 – Roma e o Império Romano Difícil pensar em Roma e não ter imediatamente em mente o Coliseu, um dos maiores símbolos do Império Romano, apesar de não ser o que está em melhor estado de conservação, que foi eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo. A minha sugestão para este dia é que comecem precisamente por aí, é na zona envolvente ao Coliseu que se encontram a maior quantidade de vestígios romanos na capital italiana (apesar de os haver por toda a cidade). Visitem o Coliseu por dentro, subam ao Monte Palatino e não percam por nada a visita ao Forum Romano. A última vez que estive em Roma não consegui fazer estas visitas porque tinha nevado nos dias anteriores – coisa quase nunca antes vista por aqueles lados – e por questões de segurança devido ao gelo formado todas as ruínas estavam encerradas. Mas lembro-me bem do fascínio que foi conhecer o Forum da primeira vez que lá estive, mais ainda que do Coliseu.  Acompanhando a visita sugerida, com os mapas e reproduções da Roma Antiga é possível olhar para aquele monte de calhaus e perceber como era a vida no antigo império romano. Desde a vida social nos banhos públicos aos momentos mais solenes em edifícios públicos, ainda há pedras de tudo isso e achei a visita óptima. No final façam a avenida ao lado do Forum, do outro lado vão ver os Mercados de Trajano, várias estátuas, entre eles a do Imperador Júlio César e terminar na Praça de Veneza. Já quase no centro da cidade novamente.  Para terminar o passeio pela cidade sugiro que atravessem o rio para conhecer o bairro de Trantevere. Está na minha lista para uma próxima viagem, já que nunca andei por lá. Mas tenho lido bastantes coisas interessantes, diz que o bairro virou moda, portanto vão lá conferir que eu farei o mesmo na primeira oportunidade.

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Roteiro pelo centro histórico | Valência

Acho que nunca me vou de cansar de dizer por aqui que os cascos viejos das cidades espanholas são mesmo fixes. É um mix de edifícios antigos giríssimos e bem conservados com um ambiente de basres, restaurantes e lojinhas mesmo ao nosso jeito latino de ser. É sempre uma festa, e há poucas coisas tão boas de se fazer em viagem como se sentar numa esplanada com umas cañas e umas tapas na frente e a ver só a vida passar. O centro de Valência é mesmo tudo isso, por isso mesmo que tenham ido para a região apenas numa de curtir as praias das redondezas não o deixem de fora de jeito nenhum, mais não seja ao fim do dia, vai ser a melhor ideia de sempre (aliás, no Verão ou de manhã ou mesmo ao cair da tarde, porque nesta zona duvido que consigam fazer grande coisa durante a tarde, sob pena de morrerem assados!). 

O roteiro que sugiro faz-se bem a pé, até porque parte das ruas são pedonais e começa e acaba perto da Estação do Norte e da Praça de Touros de Valência, onde têm também umas das principais estações de metro (Vativa, onde as linhas se cruzam). A não perder mesmo a Plaza de la Reina – na fortografia do cabeçalho, onde fica a catedral. O outro ponto de convergência do centro é Praça do Ayuntamiento e a partir daqui todas as ruelas terão uma surpresa à espreita, sejam igrejas, torres ou laranjeiras. Percam-se por lá, é sempre a melhor opção. read more

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