Roteiro pelo centro histórico | Braga

Tive há pouco tempo oportunidade de voltar a Braga e constatar que a cidade está a ficar mesmo animada, jovem e com um ambiente óptimo. Tirando os dias de imenso calor do Verão (gente, quando dá para aquecer aquilo não se recomenda nem ao pior inimigo, ahah) é uma óptima opção de passeio. Eu diria que o centro de Braga está a tornar-se uma mini Baixa do Porto, com lojas, cafés e restaurantes muito fixes, modernos e giros, mas sem os milhares de turistas que já invadiram o Porto – apesar de também já não ser o segredo mais bem guardado de sempre. Para além da Piadina que já vos falei aqui, recentemente voltei às frigideiras – um clássico – e sei que podem encontrar por lá filiais de alguns dos sítios fixes para comer que também há no Porto, no o DeGema ou a Casinha, que já entraram no blogue. Braga está a virar moda. =&0=& =&1=& =&2=& =&1=& =&4=& =&1=& =&6=& Se acabarem por ir até lá, deixo-vos aqui um roteiro para explorar o centro histórico.  A artéria principal da zona antiga é a rua do Souto, que começa no Arco da Porta Nova e vai até à confluência entre a Avenida da Liberdade e a Avenida Central. Pedonal, muito comercial e cheia de esplanadas. Pelo caminho têm umas série de igrejas para conhecer, ou não fosse Braga a cidade dos Arcebispos, sendo que a maior e mais emblemática é a Sé-Catedral e vale a pena a visita. O percurso pode ser efetuado em qualquer um dos sentidos, se vierem de carro podem começar pela Igreja do Pópulo já que aqui têm o enorme parque de estacionamento do Campo da Vinha, se vierem de comboio a estação de Braga fica na continuação da Rua do Souto um pouco mais abaixo do Arco da Porta Nova, 5 minutos a pé e sempre em frente, não há o que enganar.   Por isso já sabem, não escolham o 15 de Agosto, mas venham até Braga, é uma óptima ideia para combinar com uma visita a Guimarães ou para um bate-volta a partir do Porto.      

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Lago di Como | Roteiro e dicas práticas, tudo o que precisam saber.

Depois dos posts das últimas semanas com as fotografias incrivelmente azuis e verdes do Lago di Como, assumo que estão todos a morrer de vontade de ir até lá um destes fins-de-semana, certo? Para facilitar essa tarefa aqui estou eu com todas as dicas imprescindíveis para que seja um sucesso.

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Roteiro de 3 dias em Roma

Como prometi na semana passada, aqui está um roteiro fresquinho sobre a capital italiana. Três dias está de bom tamanho para ver os principais pontos de interessa da cidade sem ter de correr muito e conseguir ainda curtir a atmosfera da cidade. Dividi os percursos principais em três sendo que o primeiro é dominado pela parte religiosa no Vaticano, o segundo pelo centro da cidade e as suas marcas mais renascentistas e o terceiro pelos vestígios do Império Romano. Mas claro que as três vertentes se misturam e confundem a cada virar de esquina nesta cidade que é praticamente um museu a céu aberto. Três dias é o tempo qb para o fazer, mas claro que quatro ou cinco nunca é demais, e podem dedicar-se com mais atenção às pastas, pizzas, gelattos e prochiuttos que vão encontrar a cada virar de esquina. Mas se só tiverem dois dias, também não desesperem, podem conhecer toda a cidade já que é praticamente impossível conhecer a zona 1 e 3 sem entre idas e vindas e almoços e jantares passar bastante tempo pela 2. Portanto, aqui vamos nós. Bem-vindos a Roma! Dia 1 – Em redor da cidade do Vaticano A minha sugestão é que comecem o dia no Vaticano, mais precisamente nos Museus do Vaticano, é a melhor hora para não apanharem filas intermináveis. Entrei sem problemas usando esta estratégia, mas a outra opção é comprar o bilhete pela internet, vão é pagar um pouco mais caro pela ‘reserva’. Aqui podem ver a famosa Capela Sistina, a imensa coleção de arte do Vaticano, de onde se destaca “A Escola de Atenas” ou a enorme galeria dos mapas geográficos – a minha favorita com boa amante de viagens. Depois de visitarem os museus podem então ir até à Praça em frente à Basílica de São Pedro, ver a janela dos aposentos papais – ou o próprio Papa se tiverem sorte, e visitar o interior da igreja. A entrada é livre.  Deixando o Vaticano em direcção ao centro da cidade, vão passar pelo Castelo de Sant’Ângelo, é possível visitá-lo por dentro mas confesso que nunca entrei, aqui a minha sugestão é que não atravessem o rio e continuem por essa margem até à zona da Piazza del Popolo, aí sim, atravessando o rio. A Piazza del Popolo vale a visita, tem uma configuração diferente do habitual, é enorme e está rodeada de igrejas, mas o destaque é para as duas igrejas gémeas que vos irão aparecer à direita. Gostei imenso desta zona, que rendeu imensos cliques e ainda um regresso, mas é preciso continuar o passeio portanto façam a rua que fica entre as duas igrejas e vão caminhando até à famosa Piazza d’Spagna. Este é um dos cartões postais da cidade, onde todo o movimento do centro da cidade vai dar. Sentem-se por lá, juntamente com outros milhares de turistas (eu tive a sorte ou o azar de apanhar a cidade num dia depois da neve, por isso fotografei a escadaria quase vazia, mas é uma proeza de que poucos conseguem gabar-se.) A ideia agora é subir toda a escadaria e aproveitar o resto do dia que ainda sobra a explorar o bairro que fica nas imediações da colina que alberga a Villa Borghese, um parque verde com alguns museus e vistas para a cidade, é também nesta zona que podem conhecer a famosa Via Venetto, uma das ruas mais chiques da cidade, com os seus hóteis e cafés 5***** e que ficou famosa por ser cenário de acção do filme La Dolce Vita de Fellini. Dia 2 – O coração da cidade Esta é a melhor zona para curtir o ambiente da cidade, pelo menos é a minha favorita. Claro, que Roma é o Vaticano e o Coliseu, mas para mim Roma é comer um gelado na esplanada de uma das muitas praças que vão encontrar no centro da cidade, rodeada de história, de vida e mesmo de turistas. O percurso sugerido começa na praça onde vão encontrar a famosa Fontana di Trevi e podem aproveitar para pedir os vossos desejos, esta foto que vêm ao lado é o melhor que provavelmente vão conseguir para não apanhar milhares de turistas. É impressionante a quantidade de pessoas que passa por lá a deixar os seus pedidos, com as moedas daquele fundo podia dedicar-me a viajar em exclusividade o resto da vida. Uma das artérias principais desta zona bastante comercial (e com várias Benetton, vale como souvenir.) é a Via del Corso, percorram um pouco esta zona até entrarem numa zona mais pedonal que vos vai levar a mais umas praças simpáticas. A não perder estão a Piazza Navona – talvez a mais famosa -, a praça do Panteão – a minha favorita – e o Campo dei Fiori – super típica e onde costuma funcionar um marcado de flores, pois claro. De lá sugiro que façam um passeio até à zona mais próxima da estação Termini, vale a pena visita a Igreja de Santa Maria Maior e dar uma passada pela Praça da República. A zona mais próxima da estação está repleta de alojamentos mais em conta, se ficarem alojados por aqui talvez seja uma boa ideia inverter o percurso. Este é o dia para passear nas calmas sem grandes compromissos turísticos, entrar em lojinhas simpáticas, numa bela trattoria, comer um gelado e andar um pouco sem destino a ver a vida, e Roma, passar. Há poucas coisas melhores do que isso. Dia 3 – Roma e o Império Romano Difícil pensar em Roma e não ter imediatamente em mente o Coliseu, um dos maiores símbolos do Império Romano, apesar de não ser o que está em melhor estado de conservação, que foi eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo. A minha sugestão para este dia é que comecem precisamente por aí, é na zona envolvente ao Coliseu que se encontram a maior quantidade de vestígios romanos na capital italiana (apesar de os haver por toda a cidade). Visitem o Coliseu por dentro, subam ao Monte Palatino e não percam por nada a visita ao Forum Romano. A última vez que estive em Roma não consegui fazer estas visitas porque tinha nevado nos dias anteriores – coisa quase nunca antes vista por aqueles lados – e por questões de segurança devido ao gelo formado todas as ruínas estavam encerradas. Mas lembro-me bem do fascínio que foi conhecer o Forum da primeira vez que lá estive, mais ainda que do Coliseu.  Acompanhando a visita sugerida, com os mapas e reproduções da Roma Antiga é possível olhar para aquele monte de calhaus e perceber como era a vida no antigo império romano. Desde a vida social nos banhos públicos aos momentos mais solenes em edifícios públicos, ainda há pedras de tudo isso e achei a visita óptima. No final façam a avenida ao lado do Forum, do outro lado vão ver os Mercados de Trajano, várias estátuas, entre eles a do Imperador Júlio César e terminar na Praça de Veneza. Já quase no centro da cidade novamente.  Para terminar o passeio pela cidade sugiro que atravessem o rio para conhecer o bairro de Trantevere. Está na minha lista para uma próxima viagem, já que nunca andei por lá. Mas tenho lido bastantes coisas interessantes, diz que o bairro virou moda, portanto vão lá conferir que eu farei o mesmo na primeira oportunidade.

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Roteiro pelo centro histórico | Valência

Acho que nunca me vou de cansar de dizer por aqui que os cascos viejos das cidades espanholas são mesmo fixes. É um mix de edifícios antigos giríssimos e bem conservados com um ambiente de basres, restaurantes e lojinhas mesmo ao nosso jeito latino de ser. É sempre uma festa, e há poucas coisas tão boas de se fazer em viagem como se sentar numa esplanada com umas cañas e umas tapas na frente e a ver só a vida passar. O centro de Valência é mesmo tudo isso, por isso mesmo que tenham ido para a região apenas numa de curtir as praias das redondezas não o deixem de fora de jeito nenhum, mais não seja ao fim do dia, vai ser a melhor ideia de sempre (aliás, no Verão ou de manhã ou mesmo ao cair da tarde, porque nesta zona duvido que consigam fazer grande coisa durante a tarde, sob pena de morrerem assados!). 

O roteiro que sugiro faz-se bem a pé, até porque parte das ruas são pedonais e começa e acaba perto da Estação do Norte e da Praça de Touros de Valência, onde têm também umas das principais estações de metro (Vativa, onde as linhas se cruzam). A não perder mesmo a Plaza de la Reina – na fortografia do cabeçalho, onde fica a catedral. O outro ponto de convergência do centro é Praça do Ayuntamiento e a partir daqui todas as ruelas terão uma surpresa à espreita, sejam igrejas, torres ou laranjeiras. Percam-se por lá, é sempre a melhor opção. read more

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Cuenca, património mundial | Roteiro pelo centro histórico

Hoje, trazemos finalmente à luz, o post prometido com o roteiro para conhecer o centro histórico de Cuenca. Tal como já tinha contado por aqui, um tive apenas uma manhã muito curta para fazer este percurso, mas consegui. Portanto um dia de passeio, mesmo que precisem do início da manhã e do fim da tarde para chegar/regressar, dará para ver tudo nas calmas e aproveitar para curtir a cidade. A proposta de plano começa na Plaza Mayor, que é onde param os autocarros. Este é o centro da zona antiga e certamente vão passar por aqui várias vezes ao longo do dia, para além das suas casinhas coloridas, destacam-se na praça os edifícios da Câmara e a Catedral de Cuenca. De seguida penso que a melhor opção é fazer o pouco de caminhada que falta até ao Bairro do Castelo, a zona mais alta da cidade, enquanto as pernas ainda estão frescas. O bairro tem ainda algum casario no seu interior e as ruínas das muralhas, de onde têm uma vista óptima para os arredores da cidade, para o rio Júcar, e para as famosas Serranias de Cuenca com imensas trilhas e percursos para os amantes da Natureza. (mais detalhes aqui!). É também daqui que podem ver do alto a famosa ponte e convento de San Pablo e as Casas Colgadas – a atracção mais famosa da cidade.          Voltando a descer em direcção à Plaza Mayor podem explorar as ruinhas adjacentes, sem a pressão da subida, a igreja de São Pedro e depois meter pela vielas que vos vão levar à ponte de San Pablo. Aqui preparem-se para fazer disparar os flashes, já que esta é a imagem mais conhecida da cidade e pode render os melhores cliques 🙂 posem as máquinas no chão ou peçam a um turista passageiro, vale tudo para guardar o momento. Quando tiverem o rolo gasto, ou a memória do cartão cheio, é hora de voltar à Plaza Mayor e talvez parar por aqui para umas canãs e tapas, para almoço ou lanche e aproveitar para curtir um pouco o ambiente da cidade. Eu estive por lá num sábado de manhã de inverno e estava tudo “meio desmontado”, mas fiquei com a sensação que todos aqueles cafezinhos tinham a sua esplanada pronta a ser montada na praça. É uma óptima opção.- uma pesquisa rápida no google permite ver a praça cheia de guarda-sóis, não devo fugir muito à verdade.          Para terminar o passeio acabem de explorar a zona mais alta da cidade, na Plaza la Merced, vão até à Torre de Mangana, com ums boa vista para o outro lado – recente – da cidade, e desçam até à colorida Calle Alfonso VIII. A minha sugestão é que vão percorrendo o percurso que faz o autocarro, descendo por esta zona até à Plaza Trinidad, as ruínhas são muito giras, vão encontrar recantos mesmo a pedir uma (ou duas) fotografias e tem a vantagem de ser sempre a descer. Não tem o que enganar, é a rua principal, sempre a descer e o autocarro (linha 1 ou 2) que vos deixou na Plaza Mayor à ida, vai parar na ponte sobre o canal que atravessa o jardim da Plaza Trinidad.          Chegados cá em baixo começa aí a zona baixa da cidade, com imenso comércio e ar de cidade. Eu dei uma volta por lá, se tiverem tempo podem fazer o mesmo, mas sinceramente se já não tiverem tempo nem vontade, não vão perder nada de especial. Abaixo fica o mapa detalhado do percurso sugerido, para todas as informações práticas de transportes e acessos à cidade podem ver este post aqui:

Dicas práticas para um bate-volta a Cuenca

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Valência e Cuenca – Roteiro entre o Património mundial e o Mediterrâneo.

Apesar das previsões de frio e de chuva, não podia ter corrido melhor o meu fim-de-semana prémio no Inverno Mediterrâneo. Como vos contei aqui, tinha uns prazos importantes da entrega da minha tese a esgotar no início de Fevereiro e nada melhor para me dar ânimo a trabalhar como ver a luz ao fundo do túnel, que é como quem diz, ofereci-me uma viagem a mim própria para o fim-de-semana seguinte. Num dos meus passeios habituais por motores de busca de voos, assim só para ver como param as modas, deparei-me com um voo para Valência, baratinho e de horários perfeitos, pelo que nem pensei duas vezes. Obrigada Ryanair, Espanha aqui vou eu. Não é fácil ir muito longe, nem fazer muita coisa num fim-de-semana normal em que se trabalha à sexta à tarde e à segunda de manhã, principalmente quanto o teu ponto de partida é o Porto, que está na ponta d Europa e vai sendo lentamente abandonado pelos voos regulares. Mas as low cost estão cá para nos salvar e portanto o roteiro para o fim-de-semana ficou mais ou menos assim: =&0=& Voo Porto – Valência à hora de jantar =&1=& Comboio bem cedo Valência – Cuenca Manhã de passeio por Valência Comboio de regresso a Valência no fim de almoço Tarde de passeio pelo centro histórico. =&2=& Passeio pelos praias e marina Cidade das Artes e das Ciências Voo Valência – Porto ao fim da tarde Gostei imenso da viagem, é sempre inacreditável a quantidade de coisas que uma pessoas consegue fazer quando viaja sozinha. Andei quilómetros a fio, ainda consegui fazer algumas comprinhas nos últimos dias de rebajas em Valência. Comi paella, montaditos, bebi umas cañas e vim embora satisfeita. Valeu bem a pena o passeio e nos próximos dias trago-vos todos os detalhes e as imensas fotografias e vídeos que fiz da viagem. Próximos posts: (disponíveis em breve) =&3=& =&4=& =&5=& Valência e o Mediterrâneo, praias e infraestruturas balneares =&7=& =&8=& Vlog a caminho de Cuenca

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Roteiro de 3 dias em Londres!

Não, infelizmente não estive em Londres nestes últimos tempos. A primeira vez que visitei a cidade foi em 2002, no final de semana de um curso de quinze dias de inglês que fiz nos arredores da cidade. Sinceramente nem me lembro do nome do campus onde ficamos alojados, mas o curso era ministrado pela International House e foi bem fixe. Em 2005 voltei numa visita de estudo. Em 2009 em família e finalmente em 2012 com os meus amigos – há dois posts desta última viagem =&0=& e =&1=&!. Estou com imensa vontade de voltar, se tudo correr bem pode ser que ainda seja este ano 🙂 Mas então este post surgiu como? Porque há sempre um amigo aqui ou acolá que está de partida para Londres, e mais uma vez me pediram um roteiro da cidade. Portanto já que tive de pôr em prática os meus dotes de conselheira de viagens, partilho a informação convosco também. Então é assim, porquê três dias? É preciso escolher um número, certo? E não sendo o ideal para ficar a dominar todos os cantos da cidade, penso que é o ideal para ficar com uma ideia bastante boa das diferentes zonas da cidade. Conseguem conhecer o mais importante em menos tempo? Sim Não era melhor ficar por lá mais uns dias para conhecer melhor a cidade? Claro que sim. Mas não havendo outra opção, 3 dias serão, cada um para uma das três zonas indispensáveis da cidade. =&2=& É um clássico, um clichê, mas não há como escapar dele. Sugiro que comecem o dia em South Bank, bem ao lado do London Eye e mesmo em frente às Casas do Parlamento e ao Big Ben. Nem aqueles que têm a mania que não gostam de sítios demasiado turísticos vão conseguir escapar a esta vista para mais uma fotografia. Se o dia estiver bonito, vale muito a pena fazer uma voltinha no London Eye, a vista de lá de cima vale a pena. (Podem comprar bilhetes para o London Eye e para uma série de outras atracções na cidade, com antecedência pela internet para evitar filas à chegada, disponível aqui!) Depois desta primeira panorâmica, atravessem a ponte mesmo em frente ao Big Ben para começar o roteiro dos clássicos. Mesmo em frente ao Parlamento fica a abadia de Westminster, casaram lá os Duques de Cambridge (aka William and Kate) e podem ver ainda os túmulos de alguns ilustres “pouco desconhecidos” como Newton, Darwin ou Dickens.=&4=&

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A costa nordeste da Irlanda do Norte.

Este foi, sem dúvida, o passeio da viagem!  O dia estava meio cinzento e molhado, ou não estivéssemos nós na Irlanda, mas valeu mais do que a pena, e recomendo a todos que tenham a oportunidade de o fazer que vão, sem hesitar. As principais atracções do passeio são a Calçada dos Gigantes e a Ponte de Corda de Carrick-a-Rede, mas são tãããão fixes, que depois de milhares de fotografias vão ter direito a post próprio. Hoje mostro-vos o resto do caminho que percorremos até lá chegar. A estrada ao longo da costa, Antrim Coastal Route e Causeway Coastal Route, não incríveis, com mar de um lado e verde de outro, passa por sítios lindíssimos, muitas ovelhas e pequenas aldeias que merecem uma paragem para fotografias. Mas só ir sentado no banco do carro, a olhar pela janela, já deixa qualquer um embasbacado. A primeira paragem do tour – que compramos à Belfast City Sightseeing mas que foi operado pela McComb – foi no castelo de Carrick Fergus, mesmo junto ao mar, e ao porto da cidade.

Após esta paragem estratégica para fotos, seguimos o nosso rumo para norte, fazendo a Antrim Costal Route, passando em Balleygalley até pararmos de novo em Carnlough. a zona piscatória da cidade, com os seus barquinhos e pequenas casas é muito gira, vão até ao pontão tirar umas fotografias que ficam incríveis.

Depois desta paragem e de passarmos também em Carrick-a-Rede (amanhã!) continuamos ainda mais para norte, agora um pouco afastado da costa, para atravessar as montanhas (nada de especial de altura nem de curvas) até ao topo norte. Antes de chegarmos finalmente à Calçada dos Gigantes fizemos um paragem na destilaria de Bushmills, para aproveitar para almoçar e permitir aos interessados abastecer-se de whiskey.  Esta zona estava repleta de ovelhinhas brancas a pastar pelo verde, mesmo aquela imagem da Irlanda que temos na mente. Foi um passeio incrível que espero que tenham oportunidade de fazer um dia 🙂

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Belfast Hop-On Hop-Off city tour

Como vos disse no post geral com dicas da viagem, este tour entrou no programa como um bónus. Já que por apenas 5 libras tinhamos direito a ele, depois de ter comprado o Tour à Calçada dos Gigantes. Já que foi um bónus tentamos aproveitá-lo ao máximo, e foi a primeira coisa que fizemos quando chegámos a Belfast. Para tentar ficar com um ideia geral da cidade e visitar os locais mais distantes. O tour completo começa perto do Albert Clock, próximo ao centro da cidade, que podem ver marcado com o número 1 no mapa abaixo.
Clicar na imagem para ver em tamanho maior ou ir diretamente ao site da empresa aqui!
Como em frente ao nosso hotel havia uma paragem, a número 10 (Dublin Road) foi exactamente aqui que começamos o passeio, que fizemos de seguida até ao final (paragem número 20), visitando nesta primeira fase a Universidade de Belfast, os bairros mais periféricos da cidade, passando pela Shankill Road e pela Falls Road onde são famosos os murais – pintados com mensagens políticas e relacionas com a guerra ainda recente no país que dividiu durante anos a comunidade cristã e protestante. A volta completa acaba novamente perto do Albert Clock e tivemos meia hora livre por lá até apanhar o autocarro seguinte para fazer a parte inicial do tour. Desta vez a viagem foi mais curta e saímos logo na paragem 4/5, junto às docas, para visitar o Titanic Quartier, que será o assunto do próximo post. O horário dos autocarros é bastante certinho (claro que estará sempre sujeito ao trânsito) e portante dali a meia hora estava a passar o seguinte, que apanhámos novamente para fazer a terceira e última parte do percurso. O começamos por sair completamente do centro da cidade até à colina onde se encontra o Parlamento de Belfast, o edifício é imponente e desta-se bem lá no alto, o autocarro faz aquela voltinha que permite tirar a melhor fotografia, sem sair e assim voltamos novamente ao centro da cidade para cruzar a zona do rio – bem gira, já ao lusco-fusco – até novamente ao centro, onde saímos no porto 8 (por trás do City Hall onde estava o mercado de Natal que virão neste post aqui!). O caminho ebtre o ponto 8 (onde saímos) e o ponto 10 (onde entramos) acabámos por não fazer de autocarro, mas era o caminho a pé entre o nosso hotel e o centro da cidade, pelo que não ficou por explorar. Não tendo nenhum atractivo turístico imprescindível eram rua comerciais, com várias opções de bares e restaurantes. Como falei no post geral com as informações da viagem, tive muito azar com o guia que nos tocou para o primeiro troço do percurso, gostaria de ter ouvido melhor a parte histórica sobre os conflitos recentes no país mas o sotaque cerrado do senhor não me permitiu perceber nem metade do que ia dizendo. No geral achei uma opção bem válida para ficar com uma ideia geral da cidade, que nos permitiu ir a locais mais distantes sem ter de recorrer aos transportes públicos. No total, com as paragens e os tempos de espera fizemos este passeio em cerca de 3 horas.

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Roteiro de 1 dia em Dublin

A estadia em Dublin, na viagem às Irlandas no final do ano passado não nos permitiu exactamente 1 dia inteiro, mas sim a tarde do primeiro dia e a manhã do último, não é bem a mesma coisa, mas acabámos por conseguir ver tudo o que queríamos, portanto deixo-vos aqui os pontos mais importante, reorganizados de maneira a ser efectivamente 1 dia inteiro de passeio. 

A sugestão é que comecem o dia junto ao rio, com uma caminhada desde a zona mais recente da cidade, com prédios novos, empresas internacionais, centros comerciais e hotéis, um pouco ao estilo da City em Londres mas de tamanho beeeeeeem menor. A última vez que tinha estado na cidade a zona ainda estava a ser requalificada, mas agora estava já com vida e ficou mesmo agradável para passear. Daqui vão até à zona do Trinity College, explorem os edifícios, visitem a biblioteca, se tiverem oprtunidade, desta vez apanhámo-la fechada mas é bem gira, os edifícios do parlamento e do baco da Irlanda que ficam mesmo em frente à entrada principal e depois voltem novamente até à zona do ria, e atravessem a O´Connell Bridge até à outra margem. read more

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