nhow Bar, Rotterdam.

No dia em que voltei de Haia, ao fim do dia, fui ter com a minha irmã a um dos seus spots habituais na cidade. Passei um bocado excelente por lá, uma vista incrível e um ambiente bem porreiro. Já que ela conhecia melhor o espaço do que eu, deixo-vos com as palavras dela: “Um bar na zona sul de Roterdão, uma excelente desculpa para ir dar uma volta de bicicleta, atravessar a ponte Erasmus, subir ao De Rotterdam, tomar um café e desfrutar de uma vista maravilhosa para a cidade na esplanada exterior. Além disso, o bar é muito descontraído com música e bom ambiente, óptimo para ir com os amigos beber uma cerveja e descontrair depois de um dia de trabalho. Para quem não gosta de dar ao pedal, a paragem de metro é mesmo ali ao lado, não há desculpas para não visitar!” Para além da bicicleta (que eu não tinha) ou do metro/tram (para o qual eu sou forreta), há ainda a hipótese de ir a pé, e foi o que eu fiz. A caminhada é bem longa, principalmente para quem vinha da estação central, como eu. Mas a chegada à zona do rio rendeu óptimas fotografias portanto já valeu a pena. O bar fica no prédio da esquerda – deste conjunto de três, o De Rotterdam – no sétimo andar (onde na fotografia veem um ponto vermelho, é um N que fica no espaço exterior), inserido no nhow Hotel e a entrada é pela parte de trás. O ambiente, a decoração, o serviço, era tudo bastante agradável e sem preços loucos – tendo em conta o local – para tugas forretas. 

E depois há a vista.
Que dispensa muitas palavras e que vale só por si a visita.

nhow Bar Wilhelminakade 137 3072 AP – Rotterdam

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Crazy (crazy!) Rotterdam.

Outra ideia meio pré-concebida, outra surpresa enooooorme. Nem sei bem o que é que eu achava de Roterdão, acho que não achava grande coisa. A cidade foi quase completamente arrasada pelos bombardeamentos alemães durante a segunda guerra e ao contrário de Varsóvia, por exemplo (podem ver o centro histórico aqui, foi todo recriado tal como era antes da guerra), não tinha sido reconstruída. Então acho que não espera encontrar nada mais do que uma cidade meio sem identidade, com prédios, casa e tal… um sítio para viver e não para visitar.Mas estava redondamente enganada, é verdade que achei Roterdão uma cidade muito mais incrível para viver do que para turistar, mas apenas porque não tem aqueles locais clássicos de passeio pela cidade, é uma cidade sem roteiro, para ir passeando livremente, e ser surpreendida ao virar de cada esquina com mais um prédio muuuuito maluco – daqueles que iam odiar em qualquer outro sítio – mas que ali, no conjunto cria um ambiente incrível.Roterdão é uma cidade moderna e descolada, cheia de bicicletas como toda a Holanda, mas sem os canais clássicos em cada esquina. Roterdão é uma cidade enorme e cosmopolita. Uma cidade à beira rio, uma cidade de prédios altos e pontes modernas.Uma cidade para ir às compras, para ir a um espectáculo, para sair para jantar ou beber um copo. Uma cidade para viver.Hoje o roteiro é, vão andando sem roteiro e percam-se por… crazy Rotterdam. Estação de comboio A nuvem O mercado

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Roteiro Bélgica e Holanda.

No final de semana prolongado do 25 de Abril deste ano, aproveitei para ir visitar a minha irmã que estava temporariamente a viver em Roterdão com uma coisa em mente, visitar os campos de tulipas na Holanda.Depois de pesquisar as melhores opções de voos, acabei por reservar uma ida para Bruxelas, no sábado de manhã bem cedo, com um regresso por Amesterdão, na segunda-feira ao fim do dia. Sobraram mais ou menos dois dias e meio por lá que tinham de ser esmiuçados até à exaustão. Como já conhecia ambas as cidades, acabei por delinear um roteiro alternativo pelos dois países que permitiu tirar o máximo de partido da viagem, tendo sempre por base a cidade de Roterdão, onde havia uma colchão para mim.No final, ficou mais ou menos assim:Dia 1 – O voo do Porto para o aeroporto internacional de Bruxelas saiu cedo e antes do almoço já estava por lá à espera de um autocarro para me levar até Antuérpia.Visitei a cidade durante a tarde e ao fim do dia apanhei o comboio até Roterdão.Dia 2 – Manhã dedicada a conhecer a incrível cidade de Roterdão. À hora de almoço apanhei um comboio até Haia, a fofíssima porém desconhecida capital Holandesa. Regresso a Roterdão de comboio ao final do dia.Dia 3 – De manhã apanhei o comboio até à pequena cidade de Leiden, o São Pedro resolveu não colaborar, mas mesmo assim ainda consegui contrariar o mundo e passear pela cidade até à hora de almoço, quando apanhei um autocarro que me iria levar até ao parque Keukenhof – o famoso jardim das tulipas. Passei parte da tarde por lá (mesmo debaixo de chuva) e ao final do dia voltei a apanhar um autocarro até ao aeroporto de Schiphol, Amesterdão, de onde partia o meu voo de volta ao Porto.Foi tempo qb para visitar tudo o que me propus, claro que sempre é possível visitar mais isto ou aquilo e principalmente Roterdão, que pareceu ter uma vida óptima para ser aproveitada com mais calma, e Haia que com mais tempo merecia um passeio até a mar, tinham merecido mais algum tempo para ser saboreados. Um fim de semana de 4 dias seria o ideal tendo um dia para cada uma delas em vez que dividirem um único dia, mas foi bom para ficar com uma óptima impressão do que vi por lá, e quem sabe um dia regressar.Se tiverem mais tempo disponível, claro que a combinação merecia incluir uns dias em Bruxelas à chegada – com um dia bate-volta a Bruges e Gent – e alguns no final em Amesterdão. Estavam prontos para se tornarem especialistas no combinado Bélgica/Holanda.Nos próximos dias virão posts mais detalhados sobre o que visitei por lá, roteiros detalhados das cidades, e todas as dicas para organizarem a vossa viagem para ver as tulipas em flor. Stay tuned!
Links já disponíveis aqui:Antuérpia, dicas práticas.Centro históricos de AntuérpiaRoterdãoHaiaLeidenOs campos de tulipas Parque keukenhof

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