5 weeks to go | Mercados de Natal

Ah, apesar de estarem 30 graus (à sombra), a verdade é que está mesmo aí à porta o Natal e eu, claaaarooo que já marquei a minha visita aos Mercados de Natal do centro da Europa. Não há tradição mais fixe, e pensar em ir pavonear a minha coleção de gorros para o meio das barraquinhas com comidinhas fixes, luzinhas e música de Natal é coisa para tornar qualquer dia mais animado.

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Fim de tarde em Basileia.

Depois da saga que foi voltar do Vitra Museum, graças ao 55 que resolveu evaporar-se do mapa (e estamos nós na Alemanha, pffff!), lá chegamos de novo a Basileia, do lado Suiço e resolvemos sair do tram na ClaraPlatz e fazer o percurso a pé até à estação para poder aproveitar melhor o fim do dia na cidade. É verdade que ainda eram umas quatro da tarde, mas em Dezembro escurece cedo e a luz do dia acompanhou-nos durante pouco tempo. Basileia pareceu uma cidade interessante, as decorações de Natal estavam muito giras, e havia mercadinhos espalhados por toda a cidade. O meu favorito, que rendeu as fotos mais giras ficava mesmo ao lado da Catedral. A cidade estava apinhada de gente, era um sábado e havia ainda algum tipo de desfile/parada que nem chegamos bem a perceber o que era, e estavam milhares de pessoas a postos nas ruas à espera. Ficou um gostinho bom na boca para, quem sabe, um dia voltar. À hora de jantar apanhamos o comboio para Colmar, a ‘base’ da viagem.

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O aeroporto mais internacional do centro da Europa – dicas.

Eu tinha prometido um post sobre o aeroporto de Basileia (ou Freiburg ou Mulhouse), a explicar tudo direitinho de como sai de lá e as diferentes opções. Não sei bem como, todas as fotos de plaquinhas a dizer Suiça/França/Alemanha, horários de autocarros e afins… desapareceram. Sobrou apenas esta, onde podem ver que o autocarro que vos leva até ao centro de Basileia, é o 50, para mesmo em frente à porta de saída do aeroporto, parte frequentemente e não tem o que enganar. É só tirar o bilhete na maquininha que também vêem na fotografia. A partir daqui vou ver em que é que a minha memória e o google me salvam, para tentar completar este post. Então vamos lá, o aeroporto está fisicamente situado em França, mas tem imigração Suiça e Alemã também. Como os três fazem parte do espaço Schengen, viajando de Portugal torna as coisas mais ou menos indiferentes, e dá para ‘sair’ por qualquer uma das opções. Apesar de bem pequeno, quando comparado com os grandes aeroportos europeus, este Europark para além da posição super privilegiada no centro da Europa tem óptimas ligações a tudo quanto é canto do continente e opera principalmente com companhias low cost. Está também bem servido de opções de serviços e à sua volta não faltam opções para preencher uma escala mais longa, se passarem por lá algum dia. Chegar a França: Existem autocarros que ligam às cidades mais próximas de Colmar e Estrasburgo. Para viajar de comboio a estação mais próxima (St. Louis) fica a cerca de 10 min de autocarro (linha 11) e daí há ligação para todo o país. Chegar à Alemanha:  Há também autocarros a ligar à cidade alemã mais próxima Freiburg. A companhia que opera todas estas linhas, tanto em França como na Alemanha é a Flixbus, podem consultar horários e outros detalhes aqui. Chegar à Suiça: Acho que é a opção mais fácil e prática. Como disse acima, a linha 50 liga à Bahnhof de Basileia e daí podem ir para qualquer lado. Foi esta a opção que usamos para ir visitar o Vitra Museum (já na Aleamanha, em Weil-em-Rhein), e foi daqui que saímos mais tarde para Colmar. Apesar da estação de Saint Louis em França ser ais próxima é também mais secundária, ou seja, vir até Basileia compensa pelo facto de haver mais opção de comboios mais rápidos e directos. Os horários dos comboios (e demais informações) a partir de Basileia podem ser consultados aqui, e a estação principal é Basel SBB.

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Mercados de Natal no centro da Europa, o Roteiro!

Esta viagem começou a ser planeada em volta de um objectivo, o mercado de Natal de Colmar, em França. É um dos mais conhecidos da região, pois abrange todo o centro duma das mais típicas pequenas cidades da Alsácia. Que mesmo fora da época natalícia já merece um visita pelo elevado nível de fofura. A partir daí foi optimizar ao máximo os quatro dias da ponte do 8 de Dezembro e voilá… 4 dias, 4 países, 7 cidadezinhas, e muitos mercados de Natal. Colmar não tem aeroporto, mas há vários nas imediações que podem ser usados para chegar/partir da região. O mais óbvio será talvez Estrasburgo, a capital da Alsácia, mas há vários outros, Basileia, Estugarda, Karlsruhe… É uma questão de perder tempo a pesquisar preços e horários. A opção que melhor optimizou a nossa viagem foi chegar a Basileia e regressar do Luxemburgo, e em torno disso e sempre com base em Colmar o roteiro da viagem ficou assim: Dia 1: Voo até Basileia, visita a Basileia (Suiça) e ao Vitra Museum em Weil am Rhein (Alemanha), comboio até Colmar. Dia 2: Colmar, Kaysersberg e Riquewihr (França). Dia 3: Passeio de 1 dia a Estrasburgo (França), de comboio. Dia 4: Comboio de Colmar até à cidade do Luxemburgo, dia inteiro por lá, voo de regresso a partir do Luxemburgo. O aeroporto de Basileia apesar de pequeno é o mais internacional de sempre, apesar de estar em território Francês, tem fronteira/alfândega de três países diferentes (francesa, suiça e alemã) e terá post próprio junto com as instruções de como se locomoverem por lá, entre as três fronteiras que não existem (hello Schengen!). O comboio entre Basileia e Colmar, bem como a viagem de ida e volta a Estrasburgo foram compradas directamente na estação no próprio dia (apesar de poderem ser compradas com antecedência), já comboios mais regionais com imensas opções de horários e comprar na hora permite mais liberdade de movimentos e horários. Os arredores de Colmar foram explorados de carro, existem transportes públicos na região, mas a não ser que tenham um mês para explorar tudo com tempo, o carro será mesmo a opção. A viagem do último dia entre Colmar e o Luxemburgo foi comprada com bastante antecedência no site da Sncf, a CP lá do sítio. Os preços já são mais puxadinhos, e acabamos por pagar quase 50 euros por uma viagem de 3h30 com troca de comboio em Estrasburgo e em Metz. Nos próximos dias virão os detalhes de cada passeio e muitas fotografias de Natal, eu sei que estamos no Verão e não parece muito a propósito… Mas é a altura ideal para programarem os feriados de Dezembro deste ano, e aproveitem que voltamos a ter dois! (+) Mercado de Natal de Colmar  (+) Mercado de Natal de Riquewihr e Kaysersberg (+) Roteiro de 1 dia em Estrasburgo (+) Roteiro de 1 dia no Luxemburgo (+) Natal em Basileia

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Roteiro para um dia em Berna, a capital Suica.

Na verdade foi mais uma tarde do que um dia, porque saímos de Lausanne à hora de almoço e regressamos no fim de jantar.Berna é uma cidadezinha muito simpática que faz lembrar tudo menos uma grande capital. Na Suíça, o papel de grande cidade em termos económicos e empresariais fica a cargo de Zurique.Para além das suas imensas fontes com figuras coloridas, uma das imagens de marca da cidade, da torre do relógio e do parque dos ursos, Berna tem ainda como atracção um dos seus habitantes mais famosos, Albert Einstein viveu na cidade durante alguns anos – aqui desenvolveu a famosa teoria da relatividade – e é possível visitar a casa onde nasceu bem como um museu sobre a sua vida.Todas as atracções da cidade estão concentradas no centro histórico da cidade, com as suas casinhas típicas e as ruas pedonais, e atravessado pelo rio Aare.Chegamos à cidade de comboio e a estação fica bastante perto do centro da cidade que é facilmente visitado a pé, sem necessidade de recorrer a transportes públicos. Apesar disso um serviço de tram cobre a cidade e atravessa o centro histórico mesmo nas zonas pedonais cortadas ao trânsito automóvel.Adorei a tarde de passeio pela cidade e para terminar em beleza acabamos num restaurante tipicamente Suíço em frente a uma Raclette e um Fondue de queijo.

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Lausanne, a cidade alta.

Um tram/metro sobe toda a encosta da cidade, desde a zona perto do lago (Ouchy) até à parte alta da cidade no topo da colina, por isso é bem fácil aceder a qualquer lugar sem gastar todas as energias em subidas vestiginosas – para além de que qualquer turista da cidade tem direito a um passe de transportes públicos para o tempo da sua estadia que vai ser dado logo no check in do hotel, por isso a mobilidade na cidade nunca será um problema.É na cidade alta que se encontra não zona mais comercial e movimentada da cidade, mas também o centro histórico. O nosso hotel ficava por lá e fomos conhecendo a zona ao longo dos dias que passamos por lá.  

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Lausanne, o Lac Léman.

Logo depois dos fantásticos dias passados em Itália, rumamos à Suíça onde iríamos ficar durante cinco dias para um Congresso – ou seja, a trabalho. Mas claro que a vida não pode ser só trabalho, e quanto mais passeio pelo meio, melhor! (Acho que aqui se aplicava melhor ‘a vida não pode ser só passeio’, mas adiante.)Lausanne, a cidade onde ficamos hospedadas, está dividida entre duas zonas: a cidade alta, onde fica o centro histórico, e a cidade baixa, nas margens do Lac Léman, e foi para aí que me dirigi à primeira oportunidade.Para conhecer o lago e aproveitar os últimos raios de Sol, já que os dias seguintes não prometiam um tempo tão agradável.

O Lac Léman, o segundo maior da Europa (o primeiro é o lago Balaton, aqui), com 582 km2 e um comprimento máximo de cerca de 73 km, é a fronteira entre a Suíça e a França em grande parte da sua extensão. Para além de Lausanne, também a cidade de Genebra fica nas margens do lago na sua extremidade mais ocidental.
A ida ‘à praia’ foi bem agradável, e a água estava óptima, mas ainda voltamos num outro fim de tarde para ver um pôr-do-Sol fantástico.

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