Ponte aérea TAP | Porto e Lisboa nunca estiveram tão perto

Primeiro começaram as ligações domésticas da Ryanair entre Lisboa e o Porto, o que foi mais ou menos incrível para alguém como eu que entra no Alfa e começa logo a ficar mal disposta. E logo a seguir, e para não ficar atrás a TAP e a nova gestão (mais ou menos duvidosa em alguns aspectos) resolveram criar a ponte aérea. Bilhetes mais ou menos baratos entre os dois destinos, uma flexibilidade muito maior que para outros voos e o melhor de tudo, voos todas as horas nos dois sentidos.

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Day tour a Nazca e Paracas (bate-volta a partir de Lima)!

Este dia de passeio entrou no nosso roteiro meio à última da hora, tínhamos apenas dois dias e meio em Lima e portanto não pensávamos em sair da cidade. E Nazca fica a 7 horas de autocarro da capital pelo que ir e voltar num mesmo dia era um plano demasiado ousado e que não tínhamos vontade de encarar.  Mas depois da pergunta, “então e não vão ver as linhas?” ter surgido imensas vezes e depois de uma pesquisa mais exaustiva entrou na lista de opções o tour oferecido pela NazcaFlights.com que diminui para metade o tempo de viagem de autocarro, já que os aviões descolam do aeroporto de Pisco e não de Nazca e de brinde ainda oferece uns teco-tecos aviões maiores um bocadinho, já que em vez dos 20 minutos de sobrevoo ainda implica cerca de 40 minutos de viagem para cada lado.Não foi a coisa mais fácil do mundo tomar a decisão de marcar o voo, a desculpa era o preço/distância/cansaço de fim de viagem, mas o real motivo era o pânico medo de andar numa avioneta que faz piruetas no céu. Mas viajante que se preza enfrenta os seus medos em prol do conhecimento do mundo e lá desembolsamos cerca de 300 euros cada para dizer “Eu já sobrevoei as Linhas de Nazca!”  =&0=& O pacote da agência que contratámos incluía um transfer em Lima desde o nosso alojamento até à Central de Autocarros, um bilhete de Primeira Classe no Autocarro (agência Cruz del Sur) até Paracas – com direito a pequeno-almoço, mantinhas, almofada, filmes e o melhor banco de sempre para dormir a viagem toda – um guia que nos foi buscar ao Terminal em Paracas, nos levou até ao aeroporto de Paracas, que esperou que a nossa aventura nos céus terminasse e que esteve disponível para nos levar a almoçar, e a passear junto ao mar até à hora de nos deixar de volta no Terminal, para apanhar o autocarro de regresso a Lima onde novo transfer esperava por nós para nos levar até ao hotel. O pacote foi bem carinho mas o serviço impecável. =&1=& Este aeroporto bem pequenino, mais ou menos ao estilo apeadeiro de aviões foi remodelado recentemente e apesar de na altura da nossa viagem ainda só oferecer estes sobrevoos às linhas, estava preparado para em breve receber voos comerciais a partir de Lima, o que no futuro poderá facilitar o passeio ou ser uma boa base para explorar o litoral do Peru, a zona de Paracas, Balestas ou o oásis de Huacachina – atractivos da região que não tivemos oportunidade de conhecer.  =&2=& O avião tinha cerca de 10/12 lugares, o que comparado com outros que tinha visto era quase um salão de baile, mas nem por isso não estava cheia de medo, ahah.  As descrições da viagem era tudo sobre as piruetas loucas que o avião dá no ar e do mal que toda a gente passa lá dentro, mas mesmo tudo isto sendo verdade… Correu imensamente melhor do que eu estava à espera.

Para começar porque toda a viagem entre o aeroporto e a zona das linhas foi super calma, estava um dia limpo e o avião foi tranquilo a sobrevoar os deserto até lá. Pensei que uma caranguejola daquele tamanho abanasse por tudo quanto era lado, mas não, já levei sacudidelas maiores em voos tradicionais. Depois porque mesmo quando estávamos às piruetas por cima das linhas, para que toda a gente conseguisse ângulo para ver as imagens, o avião não abanda, nem sacudia, nem tremia por todos os lados. Apesar de quase fazer loopings deslizava de forma suave com uma sensação boa de segurança. Ou seja, vomitei durante esses 20 minutos porque as piruetas eram mesmo vertiginosas mas não tive medo nenhum, e consegui ao mesmo tempo estar a olhar pela janela e não perder nenhuma das figuras desenhadas. Missão cumprida!
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