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Antuérpia, dicas práticas.

Posted on Setembro 22, 2016 by Inês
Como chegar a Antuérpia:
A dica mais óbvia tanto para chegar como partir da cidade é de comboio. Junta-se o útil ao agradável, já que a estação de comboios é uma atracção turística em si, de tão impressionante que é o edifício, e os comboios na região são óptimos, rápidos, frequentes e confortáveis.
E então porque é que eu não segui à risca o meu próprio conselho? Pois, porque resolvi voar para Bruxelas pouco tempo depois dos atentados no aeroporto de Zaventem e aquilo ainda estava uma pequena confusão, demorou até que os comboios voltassem a circular no aeroporto, quando começou havia imensas restrições, eu não queria ter de ir até à cidade para apanhar ligação… Uma série de contratempos que me levaram a decidir apanhar um autocarro directo entre o aeroporto de Bruxelas e Antuérpia. Não foi nada que atrapalhasse em demasia a minha viagem, já que o autocarro demora apenas mais 15 minutos que o comboio (45 min em vez de meia-hora) e a paragem final na cidade é mesmo em frente à estação. Portanto é uma opção válida também para fazer o trajecto. Eu viajei na companhia Airport Express, o bilhete só de ida custou 10 euros, há cerca de um autocarro por hora, e podem comprar o bilhete directamente ao motorista. Simples e rápido.
Deixo-vos aqui também o horário do sentido Aeroporto – Antuérpia, que não encontrei disponível no site e que me teria dado muito jeito conhecer antes de lá chegar, para poder organizar a minha vida.
– Como não sabia o horário, a primeira coisa que fiz à chegada foi sair do aeroporto para consultá-lo e como tinha ainda 45 minutos de espera resolvi voltar a entrar para tentar comer alguma coisa que a fome já apertava, graças às medidas extremas de segurança, um senhor de metralhadora em riste não me deixou voltar a entrar sem novo cartão de embarque e fiquei cá fora à seca e à fome até chegar o bus. –
À saída da cidade, desta vez em direcção a Roterdão, apanhei um comboio, cujo bilhete tinha comprado antecipadamente no site da BelgianRail e foi tudo fácil, recebi no email o bilhete em .pdf e foi só imprimir e embarcar.

Como se locomover:
Se forem alojar-se por lá prvavelmente o tram ou o autocarro podem levar-vos praticamente a qualquer lado em pouco tempo, a rede pareceu boa e havia transportes por todo o lado, mas a verdade é que para fazer um roteiro básico pelo centro da cidade não vão precisar de nenhum deles. A estação é perto do centro e completamente walking-distance até ao rio. Se como eu forem passar apenas umas horas na cidade, o que vão precisar, muito mais do que um autocarro é de um local onde deixar a mala.
Apesar de todas as restrições de segurança óbvias depois do que já contei em cima, os lockers da estação estavam completamente disponíveis e acessíveis a qualquer pessoa (portanto presumo que não estejam impedidos nunca!). Havia diferentes tamanhos, para diferente tipo de bagagem, diferentes preços e tudo self-service, então também não havia restrição de horário de levantamento, como quando há um guichet. Ficavam no piso da entrada principal na parte de baixo/atrás da escadaria principal. Foi só chegar, largar a mala, e estava pronta para explorar a cidade.

Dicas culinárias:
Infelizmente uma tarde na Bélgica não deu para comer tuuuuuudo o que queria. Não há estômago que aguente, eu bem tentei, mas só consegui aviar dois itens da minha lista. Se tiverem uma barriga maior do que a minha, registem bem.
A não perder. Batatas fritas – não podia vir morar para aqui, ao fim do um mês os meus triglicéridos iam estar nas nuvens e não ia ser nada bonito. Moules frites – adoro, mas a meio da tarde não é a altura ideal, tive que saltar esta iguaria, só desta vez. Gaufres – nhamy, nhamy, esta não me escapou, há para todos os gostos, eu sou mais só de açúcar e canela. Chocolate – dispensa muitas apresentações, fruit de mer, estão a ver?

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Olá, Eu sou a Inês. Viajante incansável que já esteve em 75 países, ambiciona dar uma volta ao mundo e chegar aos 100. Amante de história, de fotografia e do Benfica. Por outras palavras: química de formação, viajante por paixão, engenheira nas horas vagas.

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