Skip to content
Sempre Entre Viagens
Menu
  • Sobre mim e o blogue.
  • Portugal
    • Alentejo
    • Alto Minho
    • Douro
    • Estrada Nacional 2
    • Lisboa
    • Madeira
    • Porto
  • Europa
    • Albânia
    • Alemanha
    • Áustria
    • Bélgica
    • Bulgária
    • Croácia
    • Escócia
    • Eslováquia
    • Eslovénia
    • Espanha
      • Astúrias
      • Barcelona
      • Caminho de Santiago
      • Castela e Leão
      • Cantábria
      • Costa Blanca
      • Cuenca
      • Toledo
      • Extremadura
      • Galiza
      • Madrid
      • Saragoça
      • Valência
    • Estónia
    • Finlândia
    • França
      • Alsácia
      • Bayonne
      • Bordéus
      • Côte d’Azur
      • Côte Fleurie
      • Normandia
      • Paris
      • Picardia
      • Provence
    • Grécia
    • Holanda
    • Hungria
    • Inglaterra
    • Irlanda do Norte
    • Islândia
    • Itália
      • Cinque Terre
      • Bérgamo
      • Lago di Como
      • Milão
      • Puglia
      • Roma
      • Veneza
      • Verona
    • Luxemburgo
    • Malta
    • Mónaco
    • Roménia
    • Rússia
    • Suécia
    • Suiça
    • Polónia
    • Républica Checa
    • República da Irlanda
  • Américas
    • Argentina
    • Bolívia
    • Chile
    • Costa Rica
    • EUA
      • Nova Iorque
      • Texas
    • México
    • Panamá
    • Perú
    • Uruguai
  • África
    • África do Sul
    • Cabo Verde
    • Costa do Marfim
    • Egipto
    • Marrocos
    • Moçambique
    • Namíbia
    • Tunísia
  • Ásia
    • Cambodja
    • Cazaquistão
    • China
    • Índia
    • Indonésia
    • Japão
      • Quioto
      • Tóquio
      • Hiroshima
    • Malásia
    • Laos
    • Singapura
    • Sri Lanka
    • Uzbequistão
    • Vietname
      • Halong Bay
      • Hanoi
      • Ho Chi Minh
      • Hoi An
      • Hue
  • Médio Oriente
    • EAU
    • Israel
    • Jordânia
    • Jerusalém
    • Líbano
    • Omã
    • Palestina
    • Turquia
  • Planeia a tua viagem
    • Como marcar hotel através do booking.com
    • Encontrar o voo ideal – Skyscanner.
    • Alugar carro por aí
    • Roteiros
Menu

Sete coisas a não perder em Chengdu | A terra dos Pandas

Posted on Outubro 31, 2025Outubro 31, 2025 by Inês

Depois de deixar Macau, dei início à minha incursão na China continental, desta vez com a companhia da Ruthia do @bercodomundo. Decidimos que a nossa semana iria começar na província de Sichuan, mais precisamente na sua capital, Chengdu, a terra dos Pandas. Estivemos três noites na cidade e fica aqui a minha lista do que não devem perder nos dias que passarem por lá.

1. Visitar o Centro de Conservação dos Pandas

Chengdu é sinónimo de pandas. E não é exagero. Há pandas por todo o lado na cidade, pandas gigantes no meio da rua, decorações de panda em lojas e hotéis, souvenirs de todo o tipo e feitio em forma de panda, é surreal. Mas para além de todo o aparato, o Centro de Pesquisa e Conservação do Panda Gigante é um dos melhores lugares do mundo para ver estes animais icónicos em ambiente semi-natural, e fica a poucos quilómetros do centro da cidade de Chengdu. O principal conselho para esta visita é: chega cedo — os pandas são mais ativos de manhã. E sim, são tão fofos como parecem. O Parque é bem grande e há várias zonas onde podem observar estes gigantes felpudos em habitat semi-natural, infelizmente também há demasiadas pessoas a tentar fazer o mesmo (é a China, e há muita gente em todo o lado!). Durante a visita podem também visitar o berçário de pandas, com pandinhas ainda mais fofos mas não tão grandes e conhecer os pandas vermelhos, que parecem raposas com cauda de guaxinim. O centro é bem organizado e merece a visita.

2. Provar o famoso Hot Pot picante

Sichuan é famosa pela sua cozinha ardente — literalmente. A pimenta de Sichuan é famosa por toda a China pela sensação de dormência única que pode provocar na boca. E é utilizada para preparar um dos pratos mais famosos da região: o Hot Pot – uma experiência gastronómica e social. Não é mais do que uma panela de caldo a ferver no centro da mesa, onde mergulhamos carnes, legumes, peixe, cogumelos tofu e tudo o mais que nos apetecer.
O maior desafio? Sem dúvida, o picante. A água do caldo é preparada com malagueta e grãos de pimenta de Sichuan. O segredo é ir provando em doses “homeopáticas” e intercalar com uma das versões de caldo menos intensas em que apenas legumes dão sabor à água quente. A outra solução é ir bebendo chá (ou uma cerveja fresca) para acompanhar.

3. Assistir a um espetáculo da Ópera de Sichuan

Este espetáculo não é uma ópera clássica como as europeias, é uma performance completamente diferente mas tradicional nesta região. A Ópera de Sichuan mistura música, acrobacias, marionetas, comédia e o famoso “face changing” — uma técnica em que os atores mudam de máscara em segundos, sem que se perceba como. É colorida, vibrante e cheia de ritmo. Mesmo sem entender mandarim, vale pela estética e pela energia. Nós fartamo-nos de pesquisar online e pedir aconselhamento no hotel, mas a comunicação na China não é facil em lado nenhum, e acabamos a comprar bilhetes para um espetáculo mais vocacionado para turistas, que não era exatamente o que tínhamos em mente. Apesar disso foi uma experiência engraçada, e podemos ver ao vivo os trajes tradicionais e uma performance da famosa troca de máscaras.

4. Visitar o Parque Jinli

Um dos lugares mais simpáticos de Chengdu. O Jinli Ancient Street é uma reconstrução de uma rua tradicional da dinastia Qing, com lanternas vermelhas, lojas de artesanato, snacks locais e um ambiente muito fofo. Ideal para passear durante o dia, provar um doce estranho, entrar e sair das imensas lojinhas tradicionais e comprar uns souvenirs para levar no regresso a casa, tirar imensas fotografias nos recantos tradicionais decorados com lanternas coloridas, e almoçar numa das esplanadas que vão encontrar por lá. É uma zona muito verde – está dentro de um parque – e tem também algumas construções/templos que podem visitar. É turístico, sim, mas também muito bonito.

5. Explorar Kuangzhai Alley depois do pôr-do-sol

Esta zona histórica ganha vida à noite. Luzes suaves, bares com música ao vivo, lojas de design e restaurantes modernos misturam-se com arquitetura tradicional. Um conjunto de ruelas estreitas e movimentadas, o lado mais cosmopolita de Chengdu, onde tradição e modernidade se encontram. E onde se pode beber um cocktail com vista para um pátio centenário. Foi aqui que viemos jantar todas as noites e há opções para todos os gostos e carteiras. Desde banquinhas de rua onde comemos alguns snacks tradicionais, até restaurantes bem mais fancy com segurança à porta. Foi também aqui que acabamos por escolher o restaurante onde provamos o famoso Hot Pot. Caso não tenham oportunidade de visitar o Parque Jinli também têm aqui algumas oportunidades de comprar uns souvenirs.

6. Triângulo Praça Tianfu – Parque do Povo – Rio Nanhe

Esta zona central é perfeita para caminhar e observar o dia-a-dia dos locais. A Praça Tianfu – o centro de Chengdu – tem uma estátua gigante de Mao e uma arquitetura claramente comunista vincada, o Parque do Povo é cheio de vida (danças tradicionais, jogos de tabuleiro, chá e conversas partilhadas), e o Rio Nanhe oferece um passeio tranquilo com pontes iluminadas.
É aqui que se sente o pulso e a verdadeira vida da cidade — entre o passado comunista e o presente vibrante. Sem grande atrativos turísticos, mas com a sensação real de que estamos no cidade moderna chinesa. Vale a pena caminhar sem destino por aqui e ficar só a ver a vida passar.

7. Passeio Bate e Volta ao Buda Gigante de Leshan

A cerca de uma hora de comboio de Chengdu, fica a cidade de Leshan, onde podem visitar o famoso Buda de Leshan – o maior Buda esculpido em pedra do mundo, com 71 metros de altura, património mundial da UNESCO desde 1996. Esculpido numa encosta à beira do rio, é impressionante pela escala e pela serenidade. Está integrado no Parque do Grande Buda de Leshan para o qual podem comprar bilhetes de acesso e que está bem preparado para receber turistas. Há mini bus para fazer os percursos mais longos, templos para visitar no seu interior e diferentes opções de bilhetes para conhecer o próprio Buda. Dá para subir e descer pelas escadas esculpidas na rocha, ou ver de barco. Nós escolhemos a primeira opção e foi impressionante estar aos pés daquele gigante. É um passeio que vale o dia (vão preparados para algumas filas) e que nos deixa pequenos perante a grandiosidade da fé e pela serenidade do local nas margens dos Rios Min, Dadu e Yalong. A Ruthia escreveu um artigo detalhado com a história e a mística por detrás do Grande Buda de Leshan, bem como todas as dicas para chegaram até lá a partir de Chengdu, deixo-vos aqui o link.

(+) Grande Buda de Leshan, o pacificador das águas | Berço do Mundo

Outras regiões a visitar na China

(+) Património Português em Macau

Planeia a tua viagem!

Se quiseres planear a tua viagem de forma independente, tal como eu faço, usa os links que deixo abaixo.
São parceiros de confiança, podes conseguir alguns descontos, e ajudar-me a manter o blogue. Obrigada!

- Faz as tuas reservas de alojamento em Booking.com
- Faz as tuas reservas de automóveis em DiscoverCars
- Procura o melhor tour/passeio para explorar o destino pretendido em GetYourGuide
- Faz o teu Seguro de Viagem antes de partir, oferecemos 5% de desconto através da IATI Seguros
- Marca a tua consulta do viajante, e consegue um pequeno desconto, através da Consulta do Viajante Online
- Compra o teu e-sim (cartão de dados móveis virtual) para teres acesso ilimitado à internet, com a Holafly ou a World-eSim (ambas testadas e aprovadas).

Qualquer dúvida, manda-me um e-mail e posso ajudar no que precisares.

*Esta publicação contém links afiliados

1 thought on “Sete coisas a não perder em Chengdu | A terra dos Pandas”

  1. Ruthia Portelinha diz:
    Novembro 12, 2025 às 12:09 pm

    Foi uma aventura bonita, ainda que curta. Um dia volto para ver novamente pandas com o meu filho. Com um pouco de sorte, apanhamos algumas crias desta vez.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Traveler for passion. Engineer to live. Blogger in the free time.

Olá, Eu sou a Inês. Viajante incansável que já esteve em 75 países, ambiciona dar uma volta ao mundo e chegar aos 100. Amante de história, de fotografia e do Benfica. Por outras palavras: química de formação, viajante por paixão, engenheira nas horas vagas.

  • Facebook
  • YouTube
  • Instagram

Arquivo

Reserve o seu alojamento

Destino

Data check-in

Qua 14 Jan 2026

Data check-out

Qui 15 Jan 2026
Booking.com
© 2026 Sempre Entre Viagens | Powered by Minimalist Blog WordPress Theme