Lima, dicas práticas!

Estamos a entrar na última fase da minha viagem pelo Perú. Nos últimos dias assentamos arraiais em Lima e aproveitamos para conhecer um pouco da capital peruana e da costa litoral a Sul. Então nos próximos dias entrarão posts mais detalhados sobre o que visitamos na capital:=&0=&=&1=&

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Cusco, todas as dicas.

=&0=&=&1=&Existem opções para todas as carteiras em Cusco, ao contrário da Bolívia, de onde nós vínhamos, aqui já verão hotéis de cadeias internacionais, alguns instalados em edifícios históricos e com tudo o que há de melhor. Também não faltam opções mais mochileiras, e hostels super bem localizados. A minha sugestão é que fiquem perto do centro histórico, vão conseguir conhecer a cidade toda a pé e por conta própria e desfrutar muito mais do ambiente simpático da cidade. Nós ficamos no Best Western Los Andes de América, e recomendo a opção. Super pertinho de tudo sem estar mesmo no meio da confusão, num edifício típico, com os típicos pátios cusqueños, quartos super espaçosos com um óptimo colchão (o melhor da viagem), boa internet e pequeno-almoço incluído. Tudo o que se pede de um hotel sem ter luxos. Se quiserem ver mais fotografias do hotel ou avançar com uma marcação podem fazê-lo aqui!

Onde comer?


Não tivemos muito tempo para testar muitas especialidades peruanas nas dias que passamos em Cusco, que não foram muitos, mas a cidade é tão fofinha que o requisito número um foi quase sempre as vistas. Jantamos no Papachos da Plaza de Armas, do famoso chef peruano Gastón Acurio (que já teve o seu restaurante de Lima premiado como o melhor da América do Sul) e petiscamos umas empanadas peruanos e umas coisinhas mais nuns cafézinhos simpáticos ao longo dos dias. Há imensas opções, oferta para todos os gostos. A comida é boa e bastante interessante para o gosto europeu, nada de insectos malucos. read more

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O que conhecer em La Paz?

Acho que já disse aqui no blogue, mais do que uma vez, que La Paz foi a maior e melhor surpresa da viagem. A Bolívia saltou para o roteiro porque era mesmo ali ao lado, e a cidade pareceu a melhor base para fazer o tour ao Salar de Uyuni, então, entre chegadas e partidas, acabámos por dormir três noites por lá e recomendo muito a visita à genuína capital boliviana.Tirando quando vivi em Bratislava e me aventurei algumas vezes pelo interior da Eslováquia por terras onde ninguém passou, não me lembrava de me sentir a única turista até onde a vista alcança, e numa cidade do tamanho de La Paz (cerca de 3 milhões de habitantes) isso é mesmo incrível.Para além disso, a geografia da cidade, literalmente um buraco escavado num deserto árido a 4000 metros de altitude, e a construção simples ao longo das suas encostas, com o maior declive que eu já vi, tornavam o cenário quase perfeito.

A cidade é bastante pobre, e apesar de não se miséria absoluta (como vi na Índia, por exemplo) é tudo nivelado muito por baixo. 90% da construção não está rebocada nem pintada, e encavalitada pelas encostas acima faz parecer a cidade uma pequena favela gigante, mas a favela mais bonita de todas, quando as luzes acendem ao fim do dia então, não há palavras.
Ainda por descobrir pelo mundo, os atractivos turísticos não são imensos, e podem ver-se em pouco tempo.

Nós optámos por alugar um táxi com motorista/guia local que nos levou aos sítios que pedimos, sugeriu algumas paragens que valeram a pena e nos mostrou a cidade para lá do centro.
Foi uma óptima opção porque não tínhamos tanto tempo assim na cidade, e optamos por conhecer apenas o centro por conta própria, onde era possível fazer tudo a pé.Se viajarem com mais tempo, é perfeitamente possível conhecer tudo de transportes públicos, uns autocarros giríssimos que se misturam no caos da cidade e a novíssima rede de teleférico que sobe as encostas. Em termos de segurança pareceu tudo bastante tranquilo, em termos de orçamento é o melhor que qualquer viajante pode querer.

Depois dos dias que passamos por lá sugiro que não percam nenhuma destas quatro coisas pela cidade:
– Valle de la Luna
É um passeio diferente na zona mais baixa da cidade, podem lá chegar facilmente de transportes e explorar um fenómeno natural original. (Post aqui)
– Roteiro a pé pelo centro da cidade
É tudo bastante perto, e quase seria incrivelmente fácil fazer a pé não fosse a altitude e a falta de oxigénio exigirem parar mais vezes que o habitual. Mas mesmo assim não é muito exigente e permite percorrer a pé, as principais atracções da cidade, enquanto se cruzam com a vida na cidade. (Post aqui) read more

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Dicas práticas sobre a Bolívia.

A Bolívia foi, sem dúvida, a maior e melhor surpresa da viagem. Entrou na equação apenas por era mesmo ali ao lado (do Perú) e acabou por ser a experiência mais genuína da região.As expectativas iam altas para o passeio ao Salar de Uyuni, e não desiludiu, é uma Natureza tão diferente de tudo o que estamos habituados a ver que é sempre de ficar embasbacado e de queixo caído. Mas para La Paz confesso que não tinha grandes expectativas, nem boas nem más, e a surpresa não poderia ter sido melhor.O turismo de massas ainda não chegou à Bolívia. Se em Uyuni já há uma cultura mochileira bastante forte, por arrasto e a partir do Atacama no Norte do Chile – mas numas condições bastante precárias, por isso optamos por não dormir lá – em La Paz tens a sensação que foste o primeiro forasteiro a aterrar ali.

Hospedagem
Como já disse, na zona do salar havia relatos apenas de hostels, albergues e coisas bem básicas com uns reviews que deixavam bastante a desejar. Sem condições para tomar banho de água quente, ou sequer de tomar banho, resolvemos não arriscar e passar as noites todas em La Paz.
Em La Paz, a opção de alojamento é significativamente melhor, mas não abundante. Para começar não existem hotéis de cadeias internacionais, nem o baratinho Ibis nem opções de luxo tipo Sheraton. Simplesmente não há. Apesar de tudo já se encontram algumas opções com um nível de conforto bastante aceitável. read more

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