Ao longo do Rio Lima | #EuFicoEmPortugal

Para além do Minho, e de vários outros pequenos cursos de água, o rio Lima é o maior curso de água do Alto-Minho, e ao longo do qual vamos encontrar algumas das cidades e vilas mais importantes da região. No âmbito da iniciativa #EuFicoEmPortugal tinha-me proposto ir até aos concelhos de Viana do Castelo e Ponte de Lima, mas acabei por ter oportunidade de ir um pouco mais longe, até Ponte da Barca. E é por aí que vamos começar, descendo ao longo do rio Lima, do PNPG até à foz, no Atlântico.

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Do Minho ao Atlântico | Roteiro no Alto-Minho | #EuFicoEmPortugal

Este será um post difícil de escrever. Diz que Santos da casa não fazem milagres e que não é fácil advogar em causa própria… e esta é a minha casa. Sinto-me a maior das privilegiadas por viver aqui e isto poderia ser uma carta de amor, mas vou tentar sair um pouco da ótica de quem cá vive e lançar um olhar para quem nos visita. Não é fácil caminhar nos sapatos de outros… Mas chega de provérbios e lamechices e vamos lá. Fica um pequeno Roteiro no Alto-Minho.

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Passadiços de Sistelo | Arcos de Valdevez | #EuFicoEmPortugal

A rubrica #EuFicoEmPortugal que começa este mês de Junho vai estrear-se mesmo ao pé de casa. O primeiro passeio pós-confinamento foi até aos passadiços de Sistelo, uma das Aldeias que entrou na famosa votação das Maravilhas de Portugal e carinhosamente apelidada de tibete português, graças aos seus socalcos e opções de trilhos para os percorrer.
De caminho passamos pela sede de concelho, os Arcos de Valdevez, uma vila simpática nas margens do rio Vez, famosa pela sua história ligada às lutas pela nacionalidade e independência, no século XII.

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É a Senhora da Bonança | Vila Praia de Âncora

Este fim-de-semana tenho festa à porta de casa, e já que há aqui uma meia dúzia de pessoas que me leem (eram 10, estamos a crescer!) aproveito para fazer um bocadinho de publicidade e contar-vos as coisas boas da romaria.
Há coisas para lá de péssimas, eu não sou uma pessoa romeira, e não ter onde estacionar o carro ou concertos de música pimba à porta de casa tiram-me do sério, mas se isto é para dizer bem, foquemo-nos nas coisas boas.

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Art Beer Fest @ Caminha

Decorreu este fim-de-semana mais um festival da cerveja artesanal em Caminha. Ainda há poucos dias vos mostrava aqui uma versão mais diurna (e vazia) da vila e hoje podem ver como se transforma de repente, com milhares de pessoas a irem até lá.

Eu não sei se já disse por aqui, mas isto da cerveja artesanal é muito bonito, mas normalmente sai de lá cada mistela mais esquisita, com sabores a tâmaras, hibisco, aloe vera e o diabo a sete, que só complicam. Tem graça provar aqui e ali, mas a festa acabou sempre na barraca da SuperBock. Ahahahah.

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Caminha | Alto-Minho

Caminha é onde o Alto-Minho deixa de ter mar e passa a ter rio, mas o que à partida pode parecer não tão bom, rapidamente de torna incrível quando damos de caras com esta paisagem incrível que a Foz do rio Minho proporciona. Eu por mais vezes que passe por lá não me canso de olhar, e digo-vos já que este fim de tarde das fotografias nem é o mais incrível de sempre, já que o Sol estava escondidito. Imaginem em versão muito melhor ainda.

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A fortaleza de Valença | Alto-Minho

Este fim de semana fui a um baptizado em Valença do Minho, fica bem pertinho de minha casa – 30 minutos de carro se não tivesse apanhado um rol de domingueiros na nacional – e é um ótimo passeio de fim-de-semana, para quem está por perto, ou mesmo para quem vem de longe. Por isso decidi recomeçar a minha rubrica “Alto-Minho”, sucessivamente adiada com a vila muralhada de Valença.=&0=&

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| All travels end at home |

Começo este posts já com um pedido de desculpas por estar a causar tamanha dose de inveja… Escusam de vir dizer que não, porque isso já não acredito. Mas tinha de vir partilhar convosco o paraíso que tenho à porta de casa. Não é que eu me esqueça disso durante os dias de chuva e frio do inverno, nem durante as enchentes do mês de Agosto, mas é por causas de fins de dia como os de ontem que é impossível não achar que não há qualidade de vida como esta.

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Gerês, dia 2.

O segundo dia do fim-de-semana no Gerês começou mais a norte do Parque Nacional, desta vez no distrito de Viana do Castelo, pela barragem do Alto-Lindoso.A barragem está construída desde 1992, no Rio Lima, e é o maior e mais potente produtor de energia hidroelétrica em Portugal. A altura e a força da água, a jusante, é uma imagem mais do que impressionante, mas a beleza da albufeira que se forma a montante não lhe fica atrás.A paragem seguinte foi um dos pontos altos da viagem, o conjunto de espigueiros do Soajo. Não sei bem como nunca tinha ido conhecer – e fica aqui tão perto de casa – e o que eu estava a perder. Estes conjunto de 24 espigueiros faz parte de uma Eira comunitária, o mais antigo é de 1782, e fica mesmo no centro da aldeia, sendo que ainda hoje alguns são utilizados.Estão assentes um grande afloramento de granito, o que lhe dá ainda mais encanto. Adorei a visita, que rendeu fotografias mesmo giras. – Acho que se nota pela quantidade de fotografias que parecia uma criança numa loja de gomas.      E para terminar o dia em beleza, ainda fizemos uma paragem estratégica na vila de Arcos de Valdevez, antes de rumar a casa. Outro local bem simpático, onde vale a pena passar, ou então uma óptima opção para pernoitar.       

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Gerês, dia 1

Pois então, o dia de passeio começou ainda antes de chegar ao Gerês propriamente dito, no concelho da Póvoa do Lanhoso, onde provavelmente eu nunca tinha estado, visitamos o Santuário de Nossa Senhora de Riba d’Ave. Aquilo fica mais ou menos no meio do nada, mas um nada em versão bem bonita, com os campos verdes em redor, os espigueiros e as vinhas a vista é bastante interessante. É o Minho profundo e o Santuário tem algumas particularidades, sendo que a principal delas é o facto da igreja ficar na zona inferior da escadaria e não no topo como é habitual.Depois desta paragem estratégica, seguimos em direcção ao Parque Nacional da Peneda-Gerês, acompanhando o rio Cávado até à Albufeira da Caniçada. Esta é talvez uma das minhas paisagens favoritas do Parque e pode ser vista do alto, desde São Bento da Porta Aberta:Ou desde o nível das águas na praia do Alqueirão. Chegamos aqui com uma luz de tarde mesmo óptima para tirar fotografias e acho que as imagens dispensam muito mais palavras. A praia do Alqueirão é pequenita, mas está num óptimo local, com infraestruturas envolventes, deve ser um óptimo local para passar a tarde num dia de calor.E por último, antes que o sol de pusesse por completo, ainda deu para parar para um café e um passeio na Vila do Gerês, conhecida pelas suas termas e spa, com um hotel agora renovado, um óptimo local para pernoitar por estes lados – infelizmente nós não ficamos por cá.

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