Finalmente o Vlog – Nazca Lines Overflight!

Aqui está a promessa que fiz na sexta-feira. Cumprida. Foi um bom fim de semana para descansar o corpo, em casa entre a cama, o sofá e a mesa de trabalho. A tese continua a andar, testei a minha liquidificadora num sumo de laranja/maçã/lima que saiu bem bom. Enrolei-me nas mantas, escrevi, devorei as (tristes) notícias do fim-de-semana e consegui um bocadinho para finalmente editar as imagens deste últimos passeio que fizemos na viagem de Verão ao Peru. Espero que gostem do resultado final, como sempre agradeço todas as sugestões e ideias que possam vir daí, ainda estou a tentar explorar estas coisas e digo-vos já que a tarefa mais difícil é escolher a música. Se acharem graça a estas coisas passem lá no Canal do Youtube aqui do tasco e deixem um like, ou subscrevam, que a gerência agradece. Câmaras: Nikon J1, iPhone 6S, Action Cam Denver AC-5000W MK2

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Paracas e o primeiro banho no Pacífico!

A cerca de 250 km a Sul de Lima e a 3h30 de autocarro pela famosa estrada Panamericana, a zona de Paracas permite desfrutar do litoral Peruano em qualquer altura do ano, já que nós fomos em pleno Inverno e apanhamos vinte e poucos graus de temperatura ambiente e outro tanto de temperatura da água do mar. É possível, e bastante popular, incluir uns dias por aqui numa viagem ao Perú, já que permite visitar algumas atracções conhecidas do país. A mais popular será talvez o Oásis de Huacachina, no deserto a Sul de Paracas. Mas também parece valer muito a pena conhecer a fauna das Ilhas Ballestas ou a exótica paisagem natural do Parque de Reserva Natural de Paracas. O nosso objectivo eram as linhas de Nazcas, já que não havia tempo para mais, portanto Paracas foi apenas local de paragem para um almoço mais relaxado de peixe fresco e a oportunidade ideal para o primeiro banho da vida no Pacífico. Como viajamos a uma segunda feira em pleno Inverno, o dia por lá estava bastante calmo e despovoado, mas pela quantidade de oferta disponível, atrevo-me a dizer que num fim-de-semana de Verão aquilo deve ser mais parecido com Albufeira. Almoçamos muito bem, e oh se o meu estômago precisava dum almoço depois da aventura do sobrevoo, e ainda deu para o tão aguardado mergulho nas calmas águas do Pacífico. A uns agradáveis 20/21ºC, imagino no Verão. Foi o último destino da nossa viagem de Verão pela América do Sul, no fim do dia regressamos a Lima, onde passamos apenas a manhã seguinte nas últimas compras por Miraflores e à tarde apanhamos o voo de regresso a casa. Para terminar os relatos da viagem, falta apenas editar o vídeo deste último dia de passeio, a ver como fica, em breve por aqui!

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Day tour a Nazca e Paracas (bate-volta a partir de Lima)!

Este dia de passeio entrou no nosso roteiro meio à última da hora, tínhamos apenas dois dias e meio em Lima e portanto não pensávamos em sair da cidade. E Nazca fica a 7 horas de autocarro da capital pelo que ir e voltar num mesmo dia era um plano demasiado ousado e que não tínhamos vontade de encarar.  Mas depois da pergunta, “então e não vão ver as linhas?” ter surgido imensas vezes e depois de uma pesquisa mais exaustiva entrou na lista de opções o tour oferecido pela NazcaFlights.com que diminui para metade o tempo de viagem de autocarro, já que os aviões descolam do aeroporto de Pisco e não de Nazca e de brinde ainda oferece uns teco-tecos aviões maiores um bocadinho, já que em vez dos 20 minutos de sobrevoo ainda implica cerca de 40 minutos de viagem para cada lado.Não foi a coisa mais fácil do mundo tomar a decisão de marcar o voo, a desculpa era o preço/distância/cansaço de fim de viagem, mas o real motivo era o pânico medo de andar numa avioneta que faz piruetas no céu. Mas viajante que se preza enfrenta os seus medos em prol do conhecimento do mundo e lá desembolsamos cerca de 300 euros cada para dizer “Eu já sobrevoei as Linhas de Nazca!”  =&0=& O pacote da agência que contratámos incluía um transfer em Lima desde o nosso alojamento até à Central de Autocarros, um bilhete de Primeira Classe no Autocarro (agência Cruz del Sur) até Paracas – com direito a pequeno-almoço, mantinhas, almofada, filmes e o melhor banco de sempre para dormir a viagem toda – um guia que nos foi buscar ao Terminal em Paracas, nos levou até ao aeroporto de Paracas, que esperou que a nossa aventura nos céus terminasse e que esteve disponível para nos levar a almoçar, e a passear junto ao mar até à hora de nos deixar de volta no Terminal, para apanhar o autocarro de regresso a Lima onde novo transfer esperava por nós para nos levar até ao hotel. O pacote foi bem carinho mas o serviço impecável. =&1=& Este aeroporto bem pequenino, mais ou menos ao estilo apeadeiro de aviões foi remodelado recentemente e apesar de na altura da nossa viagem ainda só oferecer estes sobrevoos às linhas, estava preparado para em breve receber voos comerciais a partir de Lima, o que no futuro poderá facilitar o passeio ou ser uma boa base para explorar o litoral do Peru, a zona de Paracas, Balestas ou o oásis de Huacachina – atractivos da região que não tivemos oportunidade de conhecer.  =&2=& O avião tinha cerca de 10/12 lugares, o que comparado com outros que tinha visto era quase um salão de baile, mas nem por isso não estava cheia de medo, ahah.  As descrições da viagem era tudo sobre as piruetas loucas que o avião dá no ar e do mal que toda a gente passa lá dentro, mas mesmo tudo isto sendo verdade… Correu imensamente melhor do que eu estava à espera.

Para começar porque toda a viagem entre o aeroporto e a zona das linhas foi super calma, estava um dia limpo e o avião foi tranquilo a sobrevoar os deserto até lá. Pensei que uma caranguejola daquele tamanho abanasse por tudo quanto era lado, mas não, já levei sacudidelas maiores em voos tradicionais. Depois porque mesmo quando estávamos às piruetas por cima das linhas, para que toda a gente conseguisse ângulo para ver as imagens, o avião não abanda, nem sacudia, nem tremia por todos os lados. Apesar de quase fazer loopings deslizava de forma suave com uma sensação boa de segurança. Ou seja, vomitei durante esses 20 minutos porque as piruetas eram mesmo vertiginosas mas não tive medo nenhum, e consegui ao mesmo tempo estar a olhar pela janela e não perder nenhuma das figuras desenhadas. Missão cumprida!
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Centro histórico colonial de Lima.

O centro histórico e colonial de Lima é uma gracinha. Gira em torno da Plaza de Armas (oficialmente Plaza Mayor), que se destaca pelos seus edifícios amarelos e varandas de madeira. Para além da Catedral de Lima e ainda o Palácio do Governo. A praça é mesmo grande, com jardins e passeios no centro e onde podem tirar centenas de fotografias giras. Ao seu redor saem uma série de ruas simpáticas, com casas coloniais, igrejas, cafés e restaurantes por onde se podem facilmente “perder” durante umas horas ou um dia inteiro, se o tempo sobrar e quiserem entrar em todo o lado. Nós visitamos o interior da Basílica de São Francisco – que vale muito a pena, têm de entrar pelo menos numa – do Convento de Santo Domingo e da Catedral, mas há várias outras opções. É ir andando e vendo, literalmente.  Tirando na Catedral, onde estava a decorrer a missa (dada pelo cardeal patriarca de Lima, coisa chique) e portanto foi chegar chegando e entrar, as outras duas visitas foram guiadas. Apesar de perderem um pouco mais tempo do que visitando sozinhos, vale a pena. Não são permitidas de outra forma e é só ir chegando, comprar um bilhete e deixarem-se ser inseridos num grupo que estiver a sair. O interior das igrejas, a decoração dos claustros, são muito mais coloridos do que nas taciturnas igrejas que encontramos na Europa. Achei bem giro de se visitar. Aproveitem para comer por lá, nós almoçamos no restaurante Pacífico II na Pasaje Jose Olaya, uma ruinha pedonal que sai da Plaza de Armas à esquerda quem está de costas para a Catedral. O Ceviche era óptimo e acompanhou com um Pisco Sour a maneira. Nada melhor para começar a tarde 🙂

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Barranco, o balneário limeño.

Começou por ser uma vila piscatória perto da capital peruana, mas ganhou fama e cresceu quando se tornou a zona balneária onde as classes médias-altas peruanas passavam o Verão e onde construíram várias casas de estilo europeu que ainda hoje se podem ver por lá.Hoje em dia já foi absorvida pela cidade, que cresce sem parar mas Lima é tão grande que fica facilmente a meia hora de carro do seu centro histórico.Estivemos por lá a um domingo de manhã por isso a calma reinava em Barranco, mas hoje em dia está replato de barzinhos, cafés e restaurantes e é um óptimo lugar para sair à noite para jantar e esticar um bocadinho o serão. Diria que chegamos lá com 12h de atraso :)Para conhecer no centrinho, na zona mais alta, destacam-se a igreja La Santíssima Cruz e a Biblioteca Municipal, que pelo menos quando lá estivemos estava fechada mas o seu edifício marca a praça principal. Depois há a Bajada de los Baños, a rua pedonal que desce do centro até à praia – no Malecón de los Ingleses – e onde ficam, para além de inúmeros cafés, restaurantes e hostels, a Ponte dos Suspiros e a Igreja da Ermida.Sem dúvida que Barranco teve o seu charme noutros tempos, ainda hoje é possível vê-lo mesmo num domingo de manhã, mas deve ser interessante passar por lá num dia de Verão que convide a baños. Quem sabe não terei de lá voltar.

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Museo Larco em Lima!

O museu Larco alberga uma colecção privada e foi fundado em 1926 por Rafael Larco Hoyle. A sua colecção arqueológica leva-nos numa viagem pela história da região desde as culturas pré-colombinas da idade pré-cerâmica aos Incas, passando pelos povos de Nazca, até à arqueologia colonial espanhola.O museu está muito bem organizado, não é tão extenso assim, apesar dos milhares de obras que possui. É interessante e apelativo sem ser exaustivo e aborrecido. Para além disso o espaço onde está inserido é bastante agradável, os seus jardins, cafetaria e loja de artesanato podem facilmente levar-vos até lá durante umas horas. Um local com bastante paz no centro da agitada urbe urbana limeña. Eu ainda estou indecisa se fiquei mais impressionada com o museu em si ou com o “armazém” de obras de arte, onde mantêm as peças que não estão em exposição, mas que também está aberto ao público. Eram corredores e corredores cheios de cacos do chão ao tecto.A entrada custa 30 soles (se não me falha a memória do câmbio são menos de 10 euros) e 15 soles para estudantes. Dentro do museu podem tirar fotografias sem flash e… rufar de tambores… há wi-fi gratuito! Está aberto de segunda a domingo das 09:00 às 22:00. E são bastante simpáticos que o meu pai deixou lá o telemóvel, eles atenderam a chamada e guardaram-lhe o telefone até lá voltar de novo para o apanhar :)Recomendo a visita. Museo LarcoAv Bolivar 1515Lima

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Roteiro de 2 dias em Lima!

Lima é uma cidade enorme, mesmo. E apesar de não ter assim tantos atractivos turísticos, estão todos bem espalhados, o que implica apanhar alguns táxis e se o dia for caótico em termos de trânsito, isso pode ser um problema. Nós estivemos um dia e meio na cidade sendo que o meio foi na última manhã de férias, em que aproveitamos para passear um pouco por Miraflores, tomar um café e fazer as últimas compras. Felizmente o dia completo foi um domingo, o que facilitou as deslocações e permitiu fazer quase tudo o que vos proponho para 2 dias. Então vamos a isso.=&0=&: Comecem o dia indo até ao centro da cidade, a praça principal da cidade, Plaza Mayor de Lima, mais conhecida por Plaza de Armas é enorme e tem como imagem de marca os seus edifícios amarelos com varandas de madeira, mesmo a pedir umas belas fotografias. Para além disso alberga ainda a Catedral de Lima e o Palácio do Governo.=&1=&

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Miraflores, onde tudo acontece.

Miraflores está na moda. É o bairro novo, moderno, cosmopolita da capital peruana, onde tudo se passa, onde toda a gente quer estar. Onde estão s restaurantes mais badalados, onde ficam os principais hotéis e onde está a última atracção da cidade, moderno shopping Larcomar.O local é mais ou menos imbatível, situado junto ao mar, os quilómetros de costa do bairro Miraflores, conferem-lhe uma localização mais do que privilegiada, e uma vista incrível para o pôr-do-sol no Pacífico. Avenidas largas, prédios modernos, jardins e parques, não é um bairro de atracções turísticas, é antes o local onde viver, e foi aqui que nós decidimos hospedar-nos em Lima. Foi uma óptima opção, já que a segurança é a melhor da cidade e havia imensos locais para sair à noite para jantar, ou de dia só para tomar um café.E é isso que recomendo que façam, fiquem alojados aqui e aproveitem Miraflores entre uma visita turística e outra, noutros locais da cidade. Nós saímos sempre aqui para jantar perto do parque Kennedy, do cruzamento entre as Av. Diagonal, José Larco e José Pardo (onde estávamos alojados) e da famosinha “rua das pizzas”, que vem em todos os guias como sendo o sítio com mais restaurantes turísticos e opções para todos os gostos e carteiras. Eram mais ou menos duas ruas tipo Albufeira em Agosto com chatos e convidarem-vos para entrar no seu restaurante porque tem o melhor não sei o quê da cidade, mas que mostram bem que era aqui à volta que tudo se passava.Para além disso, encurtamos o dia de visitas turísticas para poder aproveitar o fim de tarde de domingo (tal como metade dos limeños) no parque del Amor, junto ao mar, e caminhamos daqui até ao Larcomar. Não há certamente melhor local na cidade para ver o pôr-do-sol.

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Lima, dicas práticas!

Estamos a entrar na última fase da minha viagem pelo Perú. Nos últimos dias assentamos arraiais em Lima e aproveitamos para conhecer um pouco da capital peruana e da costa litoral a Sul. Então nos próximos dias entrarão posts mais detalhados sobre o que visitamos na capital:=&0=&=&1=&

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Ruínas Incas nos arredores de Cuzco.

=&0=&, que fica mesmo no centro da cidade e onde podem facilmente ir a pé – entrou no post anterior sobre a cidade.=&1=& – Impressionante! Este complexo Inca impressiona por tudo e vale muito a pena ir até lá. Segundo o que a guia nos explicou, a cidade de Cusco foi projectada em forma de puma, e a zona de Sacsayhuaman era a cabeça do puma. Um local fortificado que serviu de defesa à cidade de Cusco no tempo do Império Inca. Parte do complexo foi destruído durante a colonização, já que os espanhóis usaram grane parte das suas pedras para construir algumas das igrejas da cidade. APesar disso ainda hoje se podem observar imponentes muros com pedras de algumas toneladas que encaixa com uma precisão espantosa. Sem dúvida um local a não perder.

Tambomachay – Foi a nossa segunda paragem fora da cidade, do local onde o autocarro para até este templo dedicado à água, ainda é uma caminhada de 10 a 15 minutos, e foi a meio que desatou a chover como se não houvesse amanhã. Eu de sapatilhas de pano e de vestido estava já um bocadinho molhada, portanto não sei muito mais acerca do espaço, corri até lá, tirei meia dúzia de fotografias – era engraçado mas muitíssimo mais pequeno do que o que já tínhamos visitado até então e desatei a correr de novo até a um lugar seco. read more

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