Zona Arqueológica de Tulum | Reserva Natural de Sian Ka’an

Tulum entrou e saiu dos meus planos no México algumas vezes. Queria conhecer a Zona Arqueológica de Tulum e a Reserva Natural de Sian Ka’an lá perto mas não me apetecia passar muito tempo naquela região, já altamente povoada de resorts e turistas em massa e bastante mais descaracterizada com que aquilo que eu procurava. Assim acabei por fazer um passeio de apenas um dia, bate-volta, a partir da minha base em Valladolid. Foi uma boa solução de compromisso. Fica aqui o relato do meu dia.

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As maravilhas do Yucatán

Bem perto das incríveis praias de Cancún e da Riviera Maya, o estado do Yucatán é uma ótima opção para aliar um imersão cultural a uns dias de praia e descanso no México. Com base em Valladolid, fiz uma roadtrip pela região em fevereiro de 2022 e deixo aqui as minhas dicas, as maravilhas do Yucatán que não podem perder.

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O que ver e fazer em Holbox | México

Nas duas últimas noites que passei no México, e após uns dias mais agitados com muitos quilómetros percorridos, na península do Yucatán, decidi que iria descansar um pouco na ilha de Holbox. O objetivo era apanhar um pouco de sol mas tentar evitar as enchentes de turistas e resorts de Cancún e da Riviera Maya. Acho que tomei a decisão certa, a pequena ilha à entrada do golfo do México foi o destino ideal para fim de férias. Caso estejam a pensar passar alguns dias por lá, deixo aqui as minhas sugestões sobre o que ver e fazer em Holbox.

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Roteiro de 1 semana no México

Na última semana de fevereiro, quando por cá ainda era tempo de casacos e guarda-chuvas, resolvi meter-me num avião e passar uma semana no México. Não exatamente para fazer praia, mas também para aproveitar o tempo um pouco mais quente e explorar um pouco do património arqueológico e colonial da península do Yucatán. Base montada na cidade de Valladolid e duas noites finais junto ao mar na ilha de Holbox. Fica o meu roteiro de 1 semana no México.

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Finalmente o Vlog – Nazca Lines Overflight!

Aqui está a promessa que fiz na sexta-feira. Cumprida.Foi um bom fim de semana para descansar o corpo, em casa entre a cama, o sofá e a mesa de trabalho. A tese continua a andar, testei a minha liquidificadora num sumo de laranja/maçã/lima que saiu bem bom. Enrolei-me nas mantas, escrevi, devorei as (tristes) notícias do fim-de-semana e consegui um bocadinho para finalmente editar as imagens deste últimos passeio que fizemos na viagem de Verão ao Peru.Espero que gostem do resultado final, como sempre agradeço todas as sugestões e ideias que possam vir daí, ainda estou a tentar explorar estas coisas e digo-vos já que a tarefa mais difícil é escolher a música.Se acharem graça a estas coisas passem lá no Canal do Youtube aqui do tasco e deixem um like, ou subscrevam, que a gerência agradece.Câmaras: Nikon J1, iPhone 6S, Action Cam Denver AC-5000W MK2

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Paracas e o primeiro banho no Pacífico!

A cerca de 250 km a Sul de Lima e a 3h30 de autocarro pela famosa estrada Panamericana, a zona de Paracas permite desfrutar do litoral Peruano em qualquer altura do ano, já que nós fomos em pleno Inverno e apanhamos vinte e poucos graus de temperatura ambiente e outro tanto de temperatura da água do mar.É possível, e bastante popular, incluir uns dias por aqui numa viagem ao Perú, já que permite visitar algumas atracções conhecidas do país. A mais popular será talvez o Oásis de Huacachina, no deserto a Sul de Paracas. Mas também parece valer muito a pena conhecer a fauna das Ilhas Ballestas ou a exótica paisagem natural do Parque de Reserva Natural de Paracas.O nosso objectivo eram as linhas de Nazcas, já que não havia tempo para mais, portanto Paracas foi apenas local de paragem para um almoço mais relaxado de peixe fresco e a oportunidade ideal para o primeiro banho da vida no Pacífico.Como viajamos a uma segunda feira em pleno Inverno, o dia por lá estava bastante calmo e despovoado, mas pela quantidade de oferta disponível, atrevo-me a dizer que num fim-de-semana de Verão aquilo deve ser mais parecido com Albufeira.Almoçamos muito bem, e oh se o meu estômago precisava dum almoço depois da aventura do sobrevoo, e ainda deu para o tão aguardado mergulho nas calmas águas do Pacífico. A uns agradáveis 20/21ºC, imagino no Verão.Foi o último destino da nossa viagem de Verão pela América do Sul, no fim do dia regressamos a Lima, onde passamos apenas a manhã seguinte nas últimas compras por Miraflores e à tarde apanhamos o voo de regresso a casa. Para terminar os relatos da viagem, falta apenas editar o vídeo deste último dia de passeio, a ver como fica, em breve por aqui!

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Day tour a Nazca e Paracas (bate-volta a partir de Lima)!

Este dia de passeio entrou no nosso roteiro meio à última da hora, tínhamos apenas dois dias e meio em Lima e portanto não pensávamos em sair da cidade. E Nazca fica a 7 horas de autocarro da capital pelo que ir e voltar num mesmo dia era um plano demasiado ousado e que não tínhamos vontade de encarar. Mas depois da pergunta, “então e não vão ver as linhas?” ter surgido imensas vezes e depois de uma pesquisa mais exaustiva entrou na lista de opções o tour oferecido pela NazcaFlights.com que diminui para metade o tempo de viagem de autocarro, já que os aviões descolam do aeroporto de Pisco e não de Nazca e de brinde ainda oferece uns teco-tecos aviões maiores um bocadinho, já que em vez dos 20 minutos de sobrevoo ainda implica cerca de 40 minutos de viagem para cada lado.Não foi a coisa mais fácil do mundo tomar a decisão de marcar o voo, a desculpa era o preço/distância/cansaço de fim de viagem, mas o real motivo era o pânico medo de andar numa avioneta que faz piruetas no céu. Mas viajante que se preza enfrenta os seus medos em prol do conhecimento do mundo e lá desembolsamos cerca de 300 euros cada para dizer “Eu já sobrevoei as Linhas de Nazca!” =&0=&O pacote da agência que contratámos incluía um transfer em Lima desde o nosso alojamento até à Central de Autocarros, um bilhete de Primeira Classe no Autocarro (agência Cruz del Sur) até Paracas – com direito a pequeno-almoço, mantinhas, almofada, filmes e o melhor banco de sempre para dormir a viagem toda – um guia que nos foi buscar ao Terminal em Paracas, nos levou até ao aeroporto de Paracas, que esperou que a nossa aventura nos céus terminasse e que esteve disponível para nos levar a almoçar, e a passear junto ao mar até à hora de nos deixar de volta no Terminal, para apanhar o autocarro de regresso a Lima onde novo transfer esperava por nós para nos levar até ao hotel. O pacote foi bem carinho mas o serviço impecável.=&1=&Este aeroporto bem pequenino, mais ou menos ao estilo apeadeiro de aviões foi remodelado recentemente e apesar de na altura da nossa viagem ainda só oferecer estes sobrevoos às linhas, estava preparado para em breve receber voos comerciais a partir de Lima, o que no futuro poderá facilitar o passeio ou ser uma boa base para explorar o litoral do Peru, a zona de Paracas, Balestas ou o oásis de Huacachina – atractivos da região que não tivemos oportunidade de conhecer. =&2=&O avião tinha cerca de 10/12 lugares, o que comparado com outros que tinha visto era quase um salão de baile, mas nem por isso não estava cheia de medo, ahah. As descrições da viagem era tudo sobre as piruetas loucas que o avião dá no ar e do mal que toda a gente passa lá dentro, mas mesmo tudo isto sendo verdade… Correu imensamente melhor do que eu estava à espera. Para começar porque toda a viagem entre o aeroporto e a zona das linhas foi super calma, estava um dia limpo e o avião foi tranquilo a sobrevoar os deserto até lá. Pensei que uma caranguejola daquele tamanho abanasse por tudo quanto era lado, mas não, já levei sacudidelas maiores em voos tradicionais. Depois porque mesmo quando estávamos às piruetas por cima das linhas, para que toda a gente conseguisse ângulo para ver as imagens, o avião não abanda, nem sacudia, nem tremia por todos os lados. Apesar de quase fazer loopings deslizava de forma suave com uma sensação boa de segurança. Ou seja, vomitei durante esses 20 minutos porque as piruetas eram mesmo vertiginosas mas não tive medo nenhum, e consegui ao mesmo tempo estar a olhar pela janela e não perder nenhuma das figuras desenhadas. Missão cumprida!=&3=&Sim, em primeiro a sensação de voar num avião tão pequeno é muito diferente de um avião comercial, penso que porque consegues ver o exterior em todas as direcções (no vidro da frente, nas janelas laterais dum lado e de outro ao mesmo tempo) dá mesmo a sensação que estás no ar, a voar!, que nunca tinha tido antes e é bem giro. Depois porque efectivamente “Eu já vi as linhas de Nazca!”. Convém ir com a ideia correcta de que não vamos ver as figuras com um tamanho gigante e impactante porque apesar de tudo voamos longe e não é fácil encontrá-las, certamente terão oportunidade de ver com muito mais pormenor num qualquer documentário na tv, mas não viram com os vossos olhos. Não é algo que digo que ainda gostava de voltar a fazer um dia, mas fiquei satisfeita por no fim das contas termos acabado por ir. Balanço positivo.

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Centro histórico colonial de Lima.

O centro histórico e colonial de Lima é uma gracinha. Gira em torno da Plaza de Armas (oficialmente Plaza Mayor), que se destaca pelos seus edifícios amarelos e varandas de madeira. Para além da Catedral de Lima e ainda o Palácio do Governo. A praça é mesmo grande, com jardins e passeios no centro e onde podem tirar centenas de fotografias giras. Ao seu redor saem uma série de ruas simpáticas, com casas coloniais, igrejas, cafés e restaurantes por onde se podem facilmente “perder” durante umas horas ou um dia inteiro, se o tempo sobrar e quiserem entrar em todo o lado. Nós visitamos o interior da Basílica de São Francisco – que vale muito a pena, têm de entrar pelo menos numa – do Convento de Santo Domingo e da Catedral, mas há várias outras opções. É ir andando e vendo, literalmente. Tirando na Catedral, onde estava a decorrer a missa (dada pelo cardeal patriarca de Lima, coisa chique) e portanto foi chegar chegando e entrar, as outras duas visitas foram guiadas. Apesar de perderem um pouco mais tempo do que visitando sozinhos, vale a pena. Não são permitidas de outra forma e é só ir chegando, comprar um bilhete e deixarem-se ser inseridos num grupo que estiver a sair. O interior das igrejas, a decoração dos claustros, são muito mais coloridos do que nas taciturnas igrejas que encontramos na Europa. Achei bem giro de se visitar.Aproveitem para comer por lá, nós almoçamos no restaurante Pacífico II na Pasaje Jose Olaya, uma ruinha pedonal que sai da Plaza de Armas à esquerda quem está de costas para a Catedral. O Ceviche era óptimo e acompanhou com um Pisco Sour a maneira. Nada melhor para começar a tarde 🙂

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Barranco, o balneário limeño.

Começou por ser uma vila piscatória perto da capital peruana, mas ganhou fama e cresceu quando se tornou a zona balneária onde as classes médias-altas peruanas passavam o Verão e onde construíram várias casas de estilo europeu que ainda hoje se podem ver por lá.Hoje em dia já foi absorvida pela cidade, que cresce sem parar mas Lima é tão grande que fica facilmente a meia hora de carro do seu centro histórico.Estivemos por lá a um domingo de manhã por isso a calma reinava em Barranco, mas hoje em dia está replato de barzinhos, cafés e restaurantes e é um óptimo lugar para sair à noite para jantar e esticar um bocadinho o serão. Diria que chegamos lá com 12h de atraso :)Para conhecer no centrinho, na zona mais alta, destacam-se a igreja La Santíssima Cruz e a Biblioteca Municipal, que pelo menos quando lá estivemos estava fechada mas o seu edifício marca a praça principal. Depois há a Bajada de los Baños, a rua pedonal que desce do centro até à praia – no Malecón de los Ingleses – e onde ficam, para além de inúmeros cafés, restaurantes e hostels, a Ponte dos Suspiros e a Igreja da Ermida.Sem dúvida que Barranco teve o seu charme noutros tempos, ainda hoje é possível vê-lo mesmo num domingo de manhã, mas deve ser interessante passar por lá num dia de Verão que convide a baños. Quem sabe não terei de lá voltar.

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