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Route 66 | Roteiro de 2 semanas

Posted on Julho 10, 2025Julho 10, 2025 by Inês

A viagem mais aguardada do ano, quiçá da década. Para satisfazer pedidos de imensas famílias, e amigos que querem reproduzir o roteiro, aqui fica o meu roteiro de duas semanas pela Route 66, incluíndo os clássicos desvios no deserto do Arizona (Grand Canyon, Monument Valley, Antelope Canyon e Horseshoe Bend) bem como duas noites em Las Vegas. Depois de muita pesquisa esta foi a rota escolhida e foi muito bem sucedida. Podem seguir à confiança.

Dia 0 – Chegada a Chicago

Dia de voo, a equipa chegou faseada à cidade, mas já ao final do dia. Escolham um hotel bem localizado no centro da cidade, para que possam caminhar no dia seguinte e aproveitem só para comer qualquer coisa e descansar, o jet lag vai atacar em breve e a viagem vai ser longa. Nós ficamos no Kinzie Hotel e recomendo, a localização é imbatível e os preços estavam muito simpáticos.

(+) Kinzie Hotel | Chicago | reserva aqui

Dia 1 – Chicago

Chicago foi uma cidade que surpreendeu imenso, vale a pena explorar com calma e em mais dias a capital do Illinois, quem sabe esticar uma viagem a Nova Iorque até aqui. Entrou no nosso roteiro porque a estrada começa aqui. Há um sinal com a marcação do início da estrada bem em frente ao Millenium Park (esquina entre a Michigan Av e a Adams St) e neste primeiro dia não podem deixar de passar por lá para as fotografias da praxe. Para além disso não percam atrações como o The Bean, o famoso feijão-espelho que fica lá ao lado ou a travessia da ponte Du Sable sobre o rio Chicago. Há imensa coisa para fazer na cidade, que é bem mais do que apenas o início da nossa aventura. Vai sair post detalhado sobre o que não podem perder e roteiro detalhado do nosso dia por lá.

(+) Roteiro de 1 dia em Chicago

Dia 2 – Chicago IL a Saint Louis MI (480 km)

De manhã cedo, pegamos finalmente no carro e arrancamos em busca da Route 66, não é muito fácil encontrar informação mesmo na saída da cidade, mas assim que nos afastamos da zona mais densa e entramos na América profunda a rota está bem indicada e é fácil não perderem o norte. Nós usamos os mapas da Apple que trazem indicação da Route de forma mais visível que os da Google, mas com um pré planeamento das cidades que querem visitar, tudo se faz. Nesta primeira fase da viagem a velhinha estrada é paralela à autoestrada 55, não tem muito o que enganar.

A primeira indicação de todos os guias é Joliet, onde vão encontrar a antiga prisão que foi palco de vários filmes e séries incluindo Prison Break, a menos que sejam fãs da série não achei que a paragem valesse o desvio, continuem até Pontiac e façam lá a primeira paragem de um dia que vai ser longo e onde vão encontrar os primeiros murais dignos de foto para começar bem a viagem.

Antes de chegar a Springfield IL, façam uma rápida paragem em Atlanta para uma fotografia com o Bunyon Giant e em Williamsville, numa das bombas mais fofinhas do percurso. Em Springfield dediquem parte do tempo a visitar o centro histórico, nomeadamente o bairro e a Casa de Abraham Lincoln onde este viveu antes de se tornar Presidente dos EUA.

O dia vai já largo, mas antes de entrarem em Saint Louis, não percam uma paragem no centro de Gainsville, uma cidadezinha que parece saída de um filme mas que merece bem a visita, e a travessia do Rio Mississipi, através de uma das antigas pontes de ferro que vos vão levar até ao Missouri.

Dia 3 – Saint Louis MI a Springfield MI (350 km)

O segundo dia de estrada tinha menos quilómetros que a média, por isso decidimos começar por explorar o centro da cidade de Saint Louis, bem na margem do Rio Mississipi. Não achei o desvio extremamente interessante, nesta zona podem explorar o Gateaway Arch – a atração mais famosa da cidade bem como o antigo Palácio da Justiça. Mais interessante foi atravessar a zona residencial (um luxo) a ocidente da cidade entre a Catedral de Saint Louis, a Universidade de Washington e o parque onde está o Museu de Arte de Saint Louis.

O dia foi passado maioritariamente na estrada (que passa a acompanhar a 44 e não a 55) e é um dos que tem menos pontos de atração pelo caminho. Ainda assim conseguimos para para um almoço num pub tradicional em Cuba – o Missouri Hick Barbecue – e fazer uma paragem mais longa em Lebanon, onde paramos para a foto da praxe no Munger Moss Motel e para visitar o Museu da Route 66.

Ao final da tarde estávamos em Springfield, uma cidadezinha com um centro pequenito que exploramos enquanto procurávamos um pub onde beber uma cerveja mas onde só encontramos um local para tomar café. Nunca pior. O dia acabou no Wallmart onde abastecemos para um jantar no hotel.

Dia 4 – Springfield MI a Oklahoma City OH (460 km)

Mais um dia em cheio que começou de manhã cedo ainda no Missouri, com uma paragem estratégica num dos pontos mais giros (e vestidos a rigor) do percurso, a estação Gary Gay Parita. O dono deu-nos as boas-vindas com o seu sotaque quase incompreensível, “obrigou-nos” a tirar fotografias em todos os cenários montados e a cada turista que passava repetia o cenário. Depois da paragem aqui e de uma rápida passagem para ver os murais de Joplin iríamos finalmente atravessar a fronteira para o Kansas.

É o estado com menos quilómetros de toda a Route 66, mas nem por isso eles não dão tudo, para tirar o máximo partido do percurso. Há estações de serviço, cafés, murais, pinturas na estrada em todos os cantos e esquinas. Perdi a conta às vezes que paramos e às fotos que tirámos. Não há grandes cidades no percurso mas vão atravessar as localidades de Galena e de Baxter Springs, ambas com imensas atrações alusivas à estrada. Pouco mais de 20 km depois estarão a sair do Kansas de novo, mas valeu cada metro da viagem.

Entrando em Oklahoma, seguiram-se mais uns quantos quilómetros de estrada, aproveitamos para almoçar (mais) um hamburguer em Miami onde vão encontrar uma série de motéis e restaurantes saídos de filme ao longo da estrada e fazer uns quantos quilómetros depois do almoço até chegar a Tulsa, onde não podem perder uma paragem no Buck Atom’s Cosmic Curios. E que seria a última paragem do dia antes de entrar em Oklahoma City.

Dia 5 – Oklahoma City OH a Amarillo TX (400 km)

Este quinto dia de viagem foi bem tranquilo. Começou com o primeiro pequeno-almoço tradicional com tudo a que tínhamos direito, desde panquecas até ovos e bacon num Diner à saída da cidade, frequentado por simpáticos habitantes locais – o Boom-a-rang Diner em Betthany. A partir desta zona a estrada passa a acompanhar a interestadual 40 e não a 44 como vinha a acontecer desde Saint Louis.

Pelo caminho paramos em Erick, em Shamrock – já depois da fronteira com o Texas – e na famosa Torre Inclinada (Leaning Tower of Texas) para a foto da praxe Pisa style.

O percurso acabou ainda a meio da tarde em Amarillo, a cidade texana que nos conquistou pelo seu ambiente. Percorram a 6th Avenue ao final da tarde e a única dificuldade vai ser em escolher o bar onde vão parar. Depois de uma primeira cerveja num bar de motars – The Handle -, paramos num outro pub – o Braceros – com música ao vivo onde acabamos a dançar e a conversar com o pessoal que aproveitava a vida por lá. Ainda acabamos com uma música (em espanhol) dedicada aos portugueses que animaram o dia antes de rumamos ao nosso simpático Atrea Inn Motel para pousar as malas e preparar para o jantar – o bife texano mais famoso de Amarillo no The Big Texan Steak Ranch – a não perder.

(+) Motel Atrea Inn | Amarillo

Dia 6 – Amarillo TX a Albuquerque NM (460 km)

O dia começou a poucos quilómetros de Amarillo, num dos pontos mais icónicos do Texas, o Cadillac Ranch. Uma série de velhos Cadillacs meio enterrados e totalmente grafitados. Tivemos a sorte de encontrar por lá uma série de latas de spray abandonadas e deixamos a nossa marca antes de seguir viagem por centenas de quilómetros de cabeças de gado ao longo da estrada.

Durante dia em que cruzamos o Texas até ao Novo México ainda cruzamos o ponto intermédio da estrada Route 66 Midpoint, onde podem parar para um café e fotografia. Para além disso ainda encontramos um motel fofíssimo na cidadezinha de Tucumcari, que recomendo que incluam no roteiro – Blue Swallow Motel.

Depois de uma paragem rápida em Santa Rosa para mais um hambúrguer, chegamos bem cedo a Albuquerque, uma cidade enorme com um look muito mais próximo da imagem que temos do México e não dos EUA. Depois de vários quilómetros em zona de subúrbio com ar não muito recomendável, chegamos ao nosso hotel – Motel Monterrey, bem próximo do centro histórico e que recomendo imenso como opção de alojamento na cidade.

Aproveitamos o final de dia, para explorar a Praça da Cidade Velha, os seus mercadinhos de artesanato, assistimos a parte da Missa de Pascoa numa Igreja de São Filipe de Neri de traça colonial, bebemos uma série de Coronas, antes de acabar o dia a jantar tacos, burritos e guacamole. Sentimo-nos mesmo no México.

(+) Motel Monterrey | Albuquerque

Dia 7 – Albuquerque NM à Floresta Petrificada AZ (350 km) + desvio até Reserva Navaja, Chinle (150 km)

Neste dia, depois de um pequeno almoço de bagels em Albuquerque, fizemo-nos à estrada a caminho do Arizona. O tempo começou a mudar rapidamente e depressa estávamos debaixo de chuva. O objetivo da manhã era visitar a Floresta Petrificada, onde chegamos quase à hora de almoço. Infelizmente o tempo continuava a piorar – já nevava – e não conseguimos fazer o passeio para ver a maioria dos troncos petrificados. Ficamos pelo museu e aproveitamos para almoçar por lá um taco Navajo, um dos pratos típicos da região.

Depois do almoço iniciámos o nosso desvio da Route 66, era tempo de subir pelo Arizona até Chinle, uma cidadezinha bem no meio da zona preservada onde habitam os Índios Navajos. Pelo caminho apanhamos um nevão monumental pelo que evitamos grandes paragens pelo caminho e chegamos a Chinle ainda a meio da tarde, com uma paragem num supermercado local e o final de dia passado no nosso alojamento gerido pelos Navajos onde aproveitamos para descansar e jantar os petiscos adquiridos.

Foi um dia calmo, em que passamos pelas quatro estações do ano, e com tempo para descansar. Uma ótima opção já que o dia seguinte ia ser bem longo e cheio de aventuras.

Dia 8 – Monument Valley, Antelope Canyon, Horseshoe Bend (550 km)

As imagens mais icónicas do deserto americano estão aqui. Não foi fácil encaixar tudo no planeamento da viagem e implicou perder uns quilómetros de estrada entre a Floresta Petrificada e Flagstaff (cerca de 170 km) mas valeu a pena cada momento do desvio. Algumas das imagens mais icónicas dos EUA, dignas de proteção de ecrã do Windows. As fotografias valem mais do que qualquer das minhas palavras para descrever o que vimos, mas sai em breve post detalhado sobre este dia e os passeios que fizemos na fronteira entre o Arizona e o Utah.

(+) Monument Valley, Antelope Canyon e Horseshoe Bend, imperdíveis no deserto do Arizona e Utah

Dia 9 – Grand Canyon (250 km)

Começar por dizer que este foi o momento alto (apesar do incrível que foi tudo o resto) da viagem. Completamente impensável fazer a estrada sem visitar o Gran Canyon. Todos os adjetivos são poucos para descrever a imensidão do local. Por tudo isso e muito mais haverá post detalhado sobre o nosso dia por lá. Em que tivemos oportunidade de percorrer a pé vários troços do South Rim, tirar milhares de fotografias, fazer um passeio de helicóptero, e voltar para o pôr-do-sol. Difícil pedir um domingo de Páscoa melhor que este.

(+) Tudo o que precisam saber para uma visita ao Grand Canyon

Dia 10 – Flagstaff AZ a Kingman AZ (240 km) + desvio até Las Vegas (160 km)

A manhã começou bem cedo no centrinho de Flagstaff, cidade base de acesso ao Grand Canyon, e que é atravessada pela Route 66. Depois de um pequeno-almoço tranquilo e de um passeio com direito a algumas compras, voltamos à estrada.

Ainda na Route 66, fizemos duas paragens principais, uma em Williams – onde visitamos a loja de velharias mais cool da viagem, e outra em Kingman – o nosso ponto de desvio para norte – onde paramos no famoso Mr. Dz Diner, mas acabamos a comer um hamburguer noutro local porque a fila dava a volta ao quarteirão.

Daqui cortamos em direção a norte, porque o dia ia acabar em Las Vegas, o segundo desvio da nossa viagem. Chegamos ao final da tarde à cidade mais louca que visitamos e o primeiro impacto não poderia ser mais surpreendente. Teríamos ainda um dia para aproveitar a experiência em pleno.

(+) Paris Hotel | Las Vegas

Dia 11 – Las Vegas

What happens in Vegas, stays in Vegas.
Mas eu vou contar-vos tudo, num post bem detalhado, porque a loucura da cidade merece ser partilhada, kkkk. Começo por dizer que não é exatamente o meu tipo de destino, tudo demasiado artificial para valer a pena deslocar-me para o outro lado do mundo. Ainda assim, e estando nas redondezas, diria que vale a pena o desvio – mais não seja para perceberem os contrastes. Isto também é a América, um dos países mais diversos do mundo provavelmente. E a loucura de Vegas é assinalável. Aproveitamos a paragem na cidade para tirar um dia mais calmo e descansar. Foi verdadeiramente o único dia de calor que apanhamos e entre compras e passeios passamos parte do dia na piscina ao sol. Só assim se justificam as duas noites, um dia apenas será suficiente para perceber a vibe da cidade.

(+) Crazy Vegas, o que não perder

Dia 12 – Regresso à estrada (150 km) Arrowhead Junction CA a Barstow CA (215 km)

Era dia de retornar à Route 66 e saímos de manhã de Las Vegas de novo em direção a sul. Desta vez fizemos uma pequena paragem logo no início da viagem num dos miradouros sobre a represa da Hoover Dam – uma das maiores obras de engenharia à época da sua construção, na década de 30 do séc. XX.

Seguindo caminho, com uma pequena paragem em Ludlow, o ponto seguinte de interesse na estrada, e que sugiro não perderem é o Badgad Cafe. Literalmente no meio do nada, e sem sequer ter um cerveja para vender, é uma loja ótima para os últimos souvenirs da viagem, com uma decoração surreal e o vendedor mais americano da América – ansioso por tirar uma fotografia com todos os turistas a segurar a bandeira do seu país (acho que vão encontrar a vossa mesmo que venham de uma micro ilha na Polinésia Francesa).

A maior paragem do dia foi na Cidade Fantasma de Calico. Antiga localidade mineira, já desativada, foi conservada para fins turísticos, e podem visitar as antigas construções conservadas, fazer um passeio de comboio pela rota da mina e visitar pequenas exposições que demonstram um pouco o que era a vida nesta região no séc. XIX. Almoçamos naquilo que já foi um saloon, uma pizza com cerveja artesanal e explorámos com calma a cidade. É um passeio que vale a pena incluir no roteiro.

Daqui fizemos a nossa viagem até ao destino final do dia, Barstow – uma cidade estratégicamente posicionada na California, bom ponto de partida para os quilómetros finais, mas sem grande interesse.

Dia 13 – Barstow CA a Santa Monica CA (200 km)

O último dia de estrada foi todo passado na Califórnia e na prática sem fazer grande quantidade de quilómetros. Depois de atravessar o Passo de Cajón – com uma paisagem natural que se destaca e marca a fronteira entre o deserto e o litoral californiano -, ainda de manhã já estávamos na Grande área de Los Angeles – que engloba várias cidades vizinhas. A primeira paragem foi em San Bernardino, onde um pequeno museu ocupa aquele que foi o Primeiro McDonald’s que abriu nos Estados Unidos, em 1940. Incluam esta paragem no vosso roteiro, é um ícone do país.

Daqui para a frente nunca mais saímos verdadeiramente da cidade e fomos atravessando as localidades de Fontana, Ontario, Monrovia e Pasadena – onde paramos para almoçar porque passamos horas (literalmente!) neste percurso – antes de entrar verdadeiramente em Los Angeles através do Santa Monica Boulevard já na região de Hollywood.

Muitos mais quilómetros depois, enquanto íamos tendo uma primeira percepção da vibe desta cidade, atravessando também Beverly Hills, chegamos finalmente à praia de Santa Mónica. O nosso alvo, ponto final da Route 66, e a nossa ideia de missão cumprida. Todos os quilómetros valeram a pena, e o Pier de Santa Mónica é exatamente como nos filmes. Para celebrar o sucesso da missão ainda houve oportunidade para um mergulho no Pacífico antes de voltar a Hollywood para fazer check-in no hotel onde iríamos ficar nos dias seguintes.

(+) Hollywood Historic Hotel | Los Angeles

Dia 14 – Los Angeles

Los Angeles é o destino final desta viagem, mas merece um post por si só. É uma amalgama de bairros dentro de uma só cidade e não é fácil navegar por lá. Tivemos umas horas à chegada no primeiro dia, apenas um dia inteiro por lá, e a manhã do dia de regresso a casa, por isso trago-vos uma versão de roteiro de 2 dias na cidade, já que muito menos do que isso me parece demasiado pouco para explorar a cidade. Posso dizer-vos que adorei o espírito da cidade, aquilo que imaginamos como estilo de vida californiano está mesmo ali e respira-se em todo o lado. O poder de compra espreita a cada esquina, e essa foi uma surpresa pela positiva porque os feedbacks mais recentes eram de uma imagem bastante degradada para a cidade.

(+) Roteiro de 2 dias em Las Vegas

Dia 15 – Venice Beach e regresso a casa

Este era o último dia de viagem, com um avião à nossa espera para nos trazer de regresso a Portugal. Amanheceu chuvoso e aproveitamos para umas últimas compras (acho que passamos 2h na Target kkkk) e quase à hora de almoço, quando o sol começou a espreitar deixamos o hotel e conduzimos até Venice Beach – onde passamos as últimas horas a caminho do aeroporto.

O dia melhorou significativamente, passeamos junto ao mar, estivemos a assistir ao show de skaters do dia, tal como nos filmes. Caminhamos junto com centenas de californianos que estavam a desfrutar do seu estilo de vida e ainda almoçamos num dos spots instagramáveis da moda. Foi um fim de férias tranquilo, a despedida ideal para as nossas férias.

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