Roteiro de 3 dias em Roma

Como prometi na semana passada, aqui está um roteiro fresquinho sobre a capital italiana. Três dias está de bom tamanho para ver os principais pontos de interessa da cidade sem ter de correr muito e conseguir ainda curtir a atmosfera da cidade. Dividi os percursos principais em três sendo que o primeiro é dominado pela parte religiosa no Vaticano, o segundo pelo centro da cidade e as suas marcas mais renascentistas e o terceiro pelos vestígios do Império Romano. Mas claro que as três vertentes se misturam e confundem a cada virar de esquina nesta cidade que é praticamente um museu a céu aberto. Três dias é o tempo qb para o fazer, mas claro que quatro ou cinco nunca é demais, e podem dedicar-se com mais atenção às pastas, pizzas, gelattos e prochiuttos que vão encontrar a cada virar de esquina. Mas se só tiverem dois dias, também não desesperem, podem conhecer toda a cidade já que é praticamente impossível conhecer a zona 1 e 3 sem entre idas e vindas e almoços e jantares passar bastante tempo pela 2. Portanto, aqui vamos nós. Bem-vindos a Roma! Dia 1 – Em redor da cidade do Vaticano A minha sugestão é que comecem o dia no Vaticano, mais precisamente nos Museus do Vaticano, é a melhor hora para não apanharem filas intermináveis. Entrei sem problemas usando esta estratégia, mas a outra opção é comprar o bilhete pela internet, vão é pagar um pouco mais caro pela ‘reserva’. Aqui podem ver a famosa Capela Sistina, a imensa coleção de arte do Vaticano, de onde se destaca “A Escola de Atenas” ou a enorme galeria dos mapas geográficos – a minha favorita com boa amante de viagens. Depois de visitarem os museus podem então ir até à Praça em frente à Basílica de São Pedro, ver a janela dos aposentos papais – ou o próprio Papa se tiverem sorte, e visitar o interior da igreja. A entrada é livre.  Deixando o Vaticano em direcção ao centro da cidade, vão passar pelo Castelo de Sant’Ângelo, é possível visitá-lo por dentro mas confesso que nunca entrei, aqui a minha sugestão é que não atravessem o rio e continuem por essa margem até à zona da Piazza del Popolo, aí sim, atravessando o rio. A Piazza del Popolo vale a visita, tem uma configuração diferente do habitual, é enorme e está rodeada de igrejas, mas o destaque é para as duas igrejas gémeas que vos irão aparecer à direita. Gostei imenso desta zona, que rendeu imensos cliques e ainda um regresso, mas é preciso continuar o passeio portanto façam a rua que fica entre as duas igrejas e vão caminhando até à famosa Piazza d’Spagna. Este é um dos cartões postais da cidade, onde todo o movimento do centro da cidade vai dar. Sentem-se por lá, juntamente com outros milhares de turistas (eu tive a sorte ou o azar de apanhar a cidade num dia depois da neve, por isso fotografei a escadaria quase vazia, mas é uma proeza de que poucos conseguem gabar-se.) A ideia agora é subir toda a escadaria e aproveitar o resto do dia que ainda sobra a explorar o bairro que fica nas imediações da colina que alberga a Villa Borghese, um parque verde com alguns museus e vistas para a cidade, é também nesta zona que podem conhecer a famosa Via Venetto, uma das ruas mais chiques da cidade, com os seus hóteis e cafés 5***** e que ficou famosa por ser cenário de acção do filme La Dolce Vita de Fellini. Dia 2 – O coração da cidade Esta é a melhor zona para curtir o ambiente da cidade, pelo menos é a minha favorita. Claro, que Roma é o Vaticano e o Coliseu, mas para mim Roma é comer um gelado na esplanada de uma das muitas praças que vão encontrar no centro da cidade, rodeada de história, de vida e mesmo de turistas. O percurso sugerido começa na praça onde vão encontrar a famosa Fontana di Trevi e podem aproveitar para pedir os vossos desejos, esta foto que vêm ao lado é o melhor que provavelmente vão conseguir para não apanhar milhares de turistas. É impressionante a quantidade de pessoas que passa por lá a deixar os seus pedidos, com as moedas daquele fundo podia dedicar-me a viajar em exclusividade o resto da vida. Uma das artérias principais desta zona bastante comercial (e com várias Benetton, vale como souvenir.) é a Via del Corso, percorram um pouco esta zona até entrarem numa zona mais pedonal que vos vai levar a mais umas praças simpáticas. A não perder estão a Piazza Navona – talvez a mais famosa -, a praça do Panteão – a minha favorita – e o Campo dei Fiori – super típica e onde costuma funcionar um marcado de flores, pois claro. De lá sugiro que façam um passeio até à zona mais próxima da estação Termini, vale a pena visita a Igreja de Santa Maria Maior e dar uma passada pela Praça da República. A zona mais próxima da estação está repleta de alojamentos mais em conta, se ficarem alojados por aqui talvez seja uma boa ideia inverter o percurso. Este é o dia para passear nas calmas sem grandes compromissos turísticos, entrar em lojinhas simpáticas, numa bela trattoria, comer um gelado e andar um pouco sem destino a ver a vida, e Roma, passar. Há poucas coisas melhores do que isso. Dia 3 – Roma e o Império Romano Difícil pensar em Roma e não ter imediatamente em mente o Coliseu, um dos maiores símbolos do Império Romano, apesar de não ser o que está em melhor estado de conservação, que foi eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo. A minha sugestão para este dia é que comecem precisamente por aí, é na zona envolvente ao Coliseu que se encontram a maior quantidade de vestígios romanos na capital italiana (apesar de os haver por toda a cidade). Visitem o Coliseu por dentro, subam ao Monte Palatino e não percam por nada a visita ao Forum Romano. A última vez que estive em Roma não consegui fazer estas visitas porque tinha nevado nos dias anteriores – coisa quase nunca antes vista por aqueles lados – e por questões de segurança devido ao gelo formado todas as ruínas estavam encerradas. Mas lembro-me bem do fascínio que foi conhecer o Forum da primeira vez que lá estive, mais ainda que do Coliseu.  Acompanhando a visita sugerida, com os mapas e reproduções da Roma Antiga é possível olhar para aquele monte de calhaus e perceber como era a vida no antigo império romano. Desde a vida social nos banhos públicos aos momentos mais solenes em edifícios públicos, ainda há pedras de tudo isso e achei a visita óptima. No final façam a avenida ao lado do Forum, do outro lado vão ver os Mercados de Trajano, várias estátuas, entre eles a do Imperador Júlio César e terminar na Praça de Veneza. Já quase no centro da cidade novamente.  Para terminar o passeio pela cidade sugiro que atravessem o rio para conhecer o bairro de Trantevere. Está na minha lista para uma próxima viagem, já que nunca andei por lá. Mas tenho lido bastantes coisas interessantes, diz que o bairro virou moda, portanto vão lá conferir que eu farei o mesmo na primeira oportunidade.

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Vem aí a Itália!

Por vezes parece que algum tema faz conluio na nossa vida para aparecer num determinado momento a toda a hora, e este mês de Maio o meu país é Itália.  Na próxima semana vou voar até Milão para passar um fim-de-semana a explorar o Lago di Como, mesmo nos dias em que por cá se celebra o centenário das Aparições e portanto não corro o risco de me cruzar por lá com o Papa, porque ele estará em Portugal. Nos últimos dias também andei a repescar guias e livros sobre Roma, porque tenho um amigo que vai passar por lá os próximos dias e me pediu aquelas dicas – nessas pesquisas cheguei à conclusão que tenho muito pouco informação aqui no tasco sobre Roma, onde já estive duas vezes, e também nada de nada sobre Florença e Nápoles/Pompeia, onde já estive em viagens antigas. Portanto, e aproveitando que estarei na terra das massas na próxima semana, vou repescar o tema, fazer alguns posts mais genéricos com a informação que fui recolhendo ao longo do tempo e construir ainda um roteiro simpático para Roma. Entretanto e para abrir o apetite podem ir lembrando as viagens mais antigas e os posts mais completos que tenho sobre o Norte da Itália, onde estive mais recentemente (clicar nos nomes a bold para aceder aos links):

  • Cinque Terre – as terrinhas mais fofas de sempre, valem muito a pena a visita, óptimo para amantes da Natureza e para os mergulhos no mar.
  • Roteiro em Verona e Recantos em Verona –  a terra de Romeu e Giulieta entrou no roteiro numa ida a Veneza e foi uma óptima opção, para além da história do Shakespeare, a presença romana na cidade deixou imensas marcas e a cidade está super bem organizada e gira. Recantos incríveis.
  • Veneza – é um clássico que ninguém deveria perder, tão diferente de tudo o resto, com milhões de turistas mas mesmo assim não perde o encanto. Se estiverem apaixonados podem passar por lá uma vida, se forem em modo turístico um dia dá para fazer um bom passeio pela ilha principal e ainda apanhar o barco pelos canais e conhecer Murano e Burano.
  • Uma tarde em Milão – é uma cidade para viver e desfrutar (se possível com bastante dinheiro), caso isso não seja bem uma opção a parte mais turística pode ser feita em menos de um dia, mas é bem bonita. Depois disso é comer, beber, sair, fazer compras e curtir.
  • Roma dia 1 e Roma dia 2 – Estes posts são maioritariamente fotografias, vou completar em breve com detalhe tudo o que precisam saber para aproveitar a capital italiana.
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    Verona #2 – Esqueçam o roteiro e deixem-se levar

    Depois de no post passado ter mostrado tudo o que visitamos na cidade, como aproveitar o tempo e tirar partido do Verona Card, tenho que confessar que o melhor de tudo é deixarem-se levar.A cidade é tremendamente encantadora, as praças são lindíssimas e tem recantos e pormenores incríveis. Vale a pena viver apenas o ambiente, passear pelas ruas, curtir a esplanada e desfrutar.Felizmente também conseguimos algum tempo para isso e ainda paramos para um belo almoço – pasta italiana numa esplanada da Piazza Erbe, perfeito!Como viram num dia conseguimos fazer tudo isto, mas se realmente quiserem passar um fim-de-semana incrível, dois dias em Verona são uma óptima opcção.Acho que as imagens falam por si.    

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    Verona #1 – Roteiro para um dia com Verona Card.

    Após o dia passado em Veneza, aproveitando o regresso a Milão, paramos um dia quase inteiro em Verona. A cidade tem bastantes atrações mas estão bastante condensadas no centro da cidade, pelo que com o planeamento certo, deu para visitarmos tudo aquilo que queríamos. Um bom investimento, que fizemos e não nos arrependemos de maneira nenhuma, foi a compra do Verona Card (mais informação aqui), um passe diário de 15 euros que nos permitiu andar nos transportes públicos (útil para ir e vir da estação do comboio) e ainda entrar em todas as atrações que tínhamos planeado ver. Assim, conseguimos visitar: – A Arena de Verona na Piazza Bra, um anfiteatro Romano, do ano 30 a.c., semelhante ao de Roma. O terceiro maior do mundo e um dos que se encontra em melhor estado de conservação.   (Decorrem regularmente muitos espectáculos na Arena,  estava tudo preparado para uma ópera.) – A Casa da Julieta – Via Capello 23 – ou pelo menos a casa onde supostamente a famosa personagem de Shakespeare viveu, com direito a foto na varanda onde esperava pelo seu Romeu.   – Torre dei Lamberti, com entrada numa pracinha bem atrás da Piazza Erbe (Piazza dei signori) e que vale bem a subida por a vista para a cidade é excelente. (Dica para espertos: O Verona Card permite apenas subir pelas escadas. Forretas, decidimos não pagar o extra pelo elevador e deitamos os bofes de fora a subir centenas de escadas para no final perceber que não havia ninguém a controlar a entrada no elevador, era só chamá-lo e subir, simples assim, aproveitamos a descida, nunca pior!) – A Igreja de Santa Anastacia e o Duomo. – Teatro Romano, vale a pena ir até lá, pois fica na encosta do lado de lá do rio que atravessa a cidade e a vista é bonita, mas organização e conservação ficou um pouco abaixo das expectativas. – Castel’Vecchio, também junto ao rio, noutra zona da cidade, permite visitar as exposições no interior do castelo, os pátios e passear nas muralhas. Começamos e terminamos na Piazza Bra, onde fica a Arena, que era também onde o autocarro para a estação chegava/partia, e o percurso final ficou mais ou menos assim:

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    Um dia em Veneza.

    Um clássico onde é sempre bom voltar.A minha primeira visita a Veneza fazia já uns anos e apesar das memórias ainda serem boas tinha vontade de regressar e voltar a perder-me por entre os seus canais.Veneza foi uma surpresa incrível para mim aquando da primeira visita, ia preparada para nenhum do glamour com que é apresentada ao mundo, para um canal sujo e mal cheiroso numa cidade escura e antiga. Vim fascinada com a cor da cidade e o azul da água. Veneza é tudo o que dizem dela e mais aquilo que cada um descobre à sua maneira, porque sem guia e sem mapa é impossível fazer duas vezes o mesmo caminho, passar duas vezes no mesmo canal…E o plano era mesmo esse, passar pelos pontos mais importantes, claro está – a piazza de San Marco, a ponte do Rialto, a ponte dos suspiros, o Grande Canal – mas principalmente ir andando à descoberta. E no final apanhar o barco até as ilhas de Murano e Burano.-Veneza

    -Viagens de Vaporetto
    Os transportes não são muito baratos na cidade (um passeio de gôndola custa cerca de 100 euros) mas existe um passe diário, que permite aceder não só a todas as rotas de vaporetto na cidade, mas também aos autocarros que ligam Veneza ao continente, e que custa 18 euros, foi o que nós compramos e valeu a pena porque para além das duas viagem de autocarro para cada um dos lados ainda fizemos mais quatro percursos de vaporetto (bilhete individual 7 euros). Para além deste passe diário existem outras opções semelhantes para mais dias e também algumas que incluem entradas em museus. read more

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    Cinque Terre.

    Para além da visita rápida a cidade, Milão serviu principalmente de base para explorar alguns outros recantos do norte de Itália. E o primeiro deles não foi um recanto, mas sim cinco. Monterosso, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore.Acho que as imagens vão dispensar muitas palavras, são as terrinhas mais encantadoras de sempre. Valeu bem a pena a viagem de três horas de comboio para cada um dos lados para poder passar o dia por aqui.

    O Parque Natural das Cinque Terre oferece a possibilidade de comprar, por doze euros, um bilhete diário que dá acesso ao comboio que faz a ligação entre todas as terre e ainda ter acesso aos trilhos que as unem – neste momento a Via dellAmore está fechada para obras porque houve algumas derrocadas no caminho.

    Nós aventuramo-nos a fazer a ligação entre Monterosso e Vernazza mas fica já aqui o aviso de que foi mesmo uma ventura para a qual não íamos minimamente preparadas. O trilho é bem difícil, íngreme, irregular, e perigoso e requer umas boas sapatilhas de montanha e uma preparação física aceitável. Foram mais de duas horas a caminhar debaixo de Sol forte (levem muita água) e vestidas para a praia nós não estávamos em nada a contar com aquilo.
    Conseguimos terminar, mas ao fim da primeira meia hora, sempre a subir vi a minha vida a andar para trás, felizmente acabamos por chegar a uma zona de planalto menos exigente fisicamente, mas perigosa principalmente para quem tem vertigens, algumas zonas de trilhos são bem estreitas e na beira do precipício.
    Ou seja, vão bem preparados com sapatilhas/botas de montanha, levem água e algo doce na mochila, evitem a hora de maior calor e levem a máquina fotográfica, porque as vistas vão compensar todo o sacrifício.
    Depois da aventura que é completar um destes trilhos há apenas mais duas coisas para fazer, subir e descer ladeiras para explorar as terre – o que nós fizemos em Vernazza, Manarola e Riomaggiore – intercalar os passeios com um mergulho nas águas quentes do Mediterrâneo – Monterosso, Vernazza e Manarola – e acabar o dia de papo para o ar na praia em Monterosso, de onde o comboio partiria de novo até Milão. read more

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    Um fim de tarde no centro de Milao.

    Soltem os fogos, finalmente vão começar os posts sobre a minha loooonga aventura (que ainda dura) por essa Europa fora.Fui colocando alguns instamomentos por aqui, mas posts que é bom ainda não havia nada. Mas é desta…Estávamos num distante dia do final de Agosto (aquele em que se bem se lembrem nem calor decente fez…) e eu partia com duas malas gigantes em direcção a Milão, a primeira paragem da viagem.Aterramos por volta da hora de almoço, mais as complicações das malas, o autocarro até a cidade, instalámo-nos e tal, se ó as cinco da tarde estávamos na rua prontas a explorar.Uma vez que perto das seis tínhamos marcada uma visita ao Cenacolo Vinciano, o famoso refeitório onde é possível ver a Última Ceia de Leonardo Da Vinci, o passeio foi feito em versão express e apenas aos ícones mais importantes da cidade. (Não houve tempo para ver montras nem para comprinhas… snif, snif, vou ter de voltar…)O passeio facilmente se arrastou até se transformar em jantar, uma bela pizza com vista para o castelo Sforzesco, e rendeu também algumas fotografias by night.

    Galerias Vitorio Emanuelle.

     by night…

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    Dolce fare niente… #14

    Os últimos dias em Roma.Tentamos visitar o Coliseu e o Forúm Romano, o que não foi possível por causa da neve/gelo, fecharam por questões de segurança. Vimos o Coliseu de fora e subimos ao Palatino para “espreitar” o Fórum de cima.O Panteão reabriu à segunda tentativa de lá entrar…No Vaticano não entrou neve, nem frio, deve ter alguma protecção “superior”! Escapou aos tormentos do mau tempo inesperado…

    Coliseu, Fórum, a Roma Imperial…

    César…

     Cidade do Vaticano

    Catedral de S. Pedro Literalmente embasbacada a olhar para o tecto, cada sala era melhor que a anterior, vale muito a pena. Campo dei Fiori Praça do Panteão, a minha favorita…

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    Dolce fare niente… #13

    O primeiro dia em Roma.Depois da estadia em Milão, as temperaturas “pouco” negativas já quase faziam lembrar as Caraíbas… Piazza di Spagna
    Fontana di Trevi
      Piazza Navona Piazza del Popolo Até o Boneco estava quase a desaparecer…

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