Parque das Nações | Expo ’98, 20 anos depois

Faz hoje precisamente 20 anos que foi inauguração a Expo ’98 em Lisboa, sob o mote dos Descobrimentos e dos Oceanos. E eu estive lá para ver. Há eventos que nos fazem ter a sensação que a vida passou a correr, mas este não é um deles, lembro-me como se fosse hoje, mas parece que já foi noutra vida, afinal passaram só 20 anos.

Nos últimos 20 anos o Parque Expo já passou por muitas fases, algumas não muito simpáticas, mas acho que finalmente conseguiram revitalizar o espaço e por os lisboetas e os turistas a usufruir das infraestruturas. Já estive por lá várias vezes ao longos dos últimos anos e acho que nunca teve tanta vida como agora.
Há imensas zonas residenciais (aos olhos da cara, detalhes!), empresas, cada vez mais restauração e alguns pontos chave cada vez mais influentes na vida da cidade. A estação do Oriente, o Pavilhão que começou por ser da Utopia, já foi Atlântico, virou Arena da Meo e agora da Altice, o Oceanário, o Centro Comercial Vasco da Gama ou a Pala do Pavilhão de Portugal que continua a criar impacto.
A zona junto ao rio está ótima para passear ou fazer desporto, há cada vez mais esplanadas.
E claro, continua por lá o Gil que é a mascote mais fofa da história.

(+) The Fifties American Diner | Parque das Nações

(+) Pizzaria La Dolce Vita | Parque das Nações

Ontem estive por lá para ver o concerto do Roger Waters no Altice Arena, há 20 anos estava aqui neste dia, com alguns colegas e professores para participar na Inauguração oficial da Expo ’98. Do dia lembro-me que acordei de madrugada. Visitamos o Oceanário, vimos a parada com aqueles bicharocos do espetáculo da Utopia e várias entidades e convidados em desfile (a primeira e última vez em que botei os olhos no Rei Eusébio, aquilo que verdadeiramente marca uma criança) e esperamos até à noite para assistir ao espetáculo de luzes, som e fogo-de-artifício junto ao rio. Depois de um concerto da Teresa Salgueiro e José Carreras, sem autorização de entrada a crianças, debaixo da pala do pavilhão de Portugal.

Haveria de voltar à Expo mais quatro dias ao longo desse Verão, com a família, para palmilhar todos os pavilhões e mais alguns e encher o meu passaporte de carimbos. Já na altura “viajar” era incrível se pudesse tinha feito mil vezes o simulador de esqui do pavilhão de Andorra, e os ovos gigantes que simulavam cada uma das estações no pavilhão da Suécia. Em jeito de recordação deixo-vos com este tesourinho, algures na Ásia.

2 Comments

    1. Inês

      May 25, 2018 at 7:49 am

      Inacreditável. 🙂 Eu continuo entre o só? e o já?

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