Roteiro de um dia em Sófia.

No último fim de semana de Setembro, fiz nova esticadinha a partir de Bratislava, desta vez até à Bulgária, onde passei mais três dias non-stop que me permitiram conhecer as duas principais cidades do país e ainda as montanhas Rila e alguns dos seus tesouros mais bem escondidos.  Viajei sábado bem cedo para Sófia, onde cheguei por volta da hora de almoço. Apanhei um autocarro até ao centro da cidade e pouco tempo depois estava no Rila Hotel, velhinho que só ele – a precisar de obras desde o tempo da URSS -, com sinal wi-fi fraco mas extremamente bem localizado no centro da cidade e walking distance para todos os principais pontos de interesse. Uma vez instalada, pus pernas ao caminho e aproveitei a tarde para conhecer a cidade.  Apesar da infraestrutura turística ainda ser um bocado precária e toda a cidade estar ainda em bruto e por explorar é possível encontrar pérolas incríveis ao virar de cada esquina. A catedral Alexandre Nevsky é o ex-libris da cidade, mas outros tesouros como o Teatro Nacional, os Banhos Públicos ou a Igreja Sveti Nicolai podem ser encontrados explorando as ruas da cidade, para além disso vários edifícios imponentes da era comunista, bem como pequenas igrejas ortodóxas aparecem a cada virar de esquina.

Uma das marcas do país é a produção de extracto de rosa para o fabrico de perfumes e cosméticos de todos os tipos, a região Sul do país possui campos de rosas de perder de vista e são actualmente um dos maiores produtores mundiais.
Os souvenirs alusivos ao tema estão por todo o lado.

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Roteiro de três dias na Roménia.

No fim de semana seguinte à viagem até à Polónia, foi a vez de embarcar para a Roménia, desta vez para um fim-de-semana de três dias planeado com meses de antecedência e em que me encontrei com o meu pai. Queríamos conhecer Bucareste e a mergulhar nas profundezas da Transilvânia e das histórias do Drácula.

Mas três dias não é muito tempo e para ficarmos com um cheirinho de tudo isto planeamos três dias non-stop, com a ajuda de um guia local – conhecido de conhecido de conhecidos que já viveu uns anos em Portugal – que andou connosco para todo o lado. O plano era ambicioso e teria sido impossível completá-lo de outra maneira que não fosse de carro.
Chegamos na sexta-feira à hora de almoço ao aeroporto Henri Coanda e partimos de imediato em direcção ao Castelo de Peles, de seguida seguimos caminho até à cidade medieval de Sighisoara, onde pernoitamos. No sábado depois de visitar a cidade, viemos em direcção a Brasov, a capital da região da Transilvânia, visitamos ainda o castelo de Bran e seguimos caminho até Bucareste, onde passamos a noite de sábado para domingo e que visitámos no domingo antes de regressar a casa ao fim do dia. read more

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Verona #1 – Roteiro para um dia com Verona Card.

Após o dia passado em Veneza, aproveitando o regresso a Milão, paramos um dia quase inteiro em Verona. A cidade tem bastantes atrações mas estão bastante condensadas no centro da cidade, pelo que com o planeamento certo, deu para visitarmos tudo aquilo que queríamos. Um bom investimento, que fizemos e não nos arrependemos de maneira nenhuma, foi a compra do Verona Card (mais informação aqui), um passe diário de 15 euros que nos permitiu andar nos transportes públicos (útil para ir e vir da estação do comboio) e ainda entrar em todas as atrações que tínhamos planeado ver. Assim, conseguimos visitar: – A Arena de Verona na Piazza Bra, um anfiteatro Romano, do ano 30 a.c., semelhante ao de Roma. O terceiro maior do mundo e um dos que se encontra em melhor estado de conservação.   (Decorrem regularmente muitos espectáculos na Arena,  estava tudo preparado para uma ópera.) – A Casa da Julieta – Via Capello 23 – ou pelo menos a casa onde supostamente a famosa personagem de Shakespeare viveu, com direito a foto na varanda onde esperava pelo seu Romeu.   – Torre dei Lamberti, com entrada numa pracinha bem atrás da Piazza Erbe (Piazza dei signori) e que vale bem a subida por a vista para a cidade é excelente. (Dica para espertos: O Verona Card permite apenas subir pelas escadas. Forretas, decidimos não pagar o extra pelo elevador e deitamos os bofes de fora a subir centenas de escadas para no final perceber que não havia ninguém a controlar a entrada no elevador, era só chamá-lo e subir, simples assim, aproveitamos a descida, nunca pior!) – A Igreja de Santa Anastacia e o Duomo. – Teatro Romano, vale a pena ir até lá, pois fica na encosta do lado de lá do rio que atravessa a cidade e a vista é bonita, mas organização e conservação ficou um pouco abaixo das expectativas. – Castel’Vecchio, também junto ao rio, noutra zona da cidade, permite visitar as exposições no interior do castelo, os pátios e passear nas muralhas. Começamos e terminamos na Piazza Bra, onde fica a Arena, que era também onde o autocarro para a estação chegava/partia, e o percurso final ficou mais ou menos assim:

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Fizemo-nos à estrada… na Madeira.

Depois de uns dias no Funchal, tirámos um dia para alugar um carro e visitar outras zonas da ilha. Já tínhamos reservado online um carro na Europcar e de manhã cedo estávamos lá para preencher todas a mil papeladas que existem de seguros, identificações e tal (guardem à vontade uma meia hora para tudo, nada de chegar pegar na chave e zarpar).Depois de tudo resolvido e chave na mão, partimos finalmente em direcção à zona norte da ilha. As estradas são óptimas, com imensos túneis e foi bem depressa que por entre paisagens incríveis, atravessamos a ilha bem pelo centro, parámos pelo caminho no ´Véu da Noiva’ -perto do Seixal – e chegamos a Porto Moniz. Seguimos viagem em direcção a Santana, passando por São Vicente, e seguindo em cerca de 30 km o troço de estrada antiga da costa – demoramos uma hora só nesse pedaço e felizmente quase contamos o numero de carros com que nos cruzámos, bem empregues os milhões dos túneis e vias-rápidas, lembrem-se de não mais criticar o défice público da região – De Santana seguimos em direcção à ponta mais leste da ilha, a Ponta de São Lourenço, e ainda paramos na Prainha, Caniçal. Voltamos ao Funchal já no fim do dia descendo até ao sul da ilha pelo lado leste – zona do aeroporto e de Santa Cruz. Ao longo do percurso foi possível ver as mais variadas paisagens, todas elas incríveis. Foi uma viagem muito engraçada e que fizemos bem nas calmas. Ficaram algumas regiões por conhecer melhor, nomeadamente o lado oeste da ilha. Se quiserem uma visita mais completa penso que dois dias de carro serão suficientes. Posso dizer-vos que com um mapa actualizado na mão vão a qualquer lado na Madeira, até porque não há assim tantas estradas e está tudo bastante bem indicado, inclusivamente nos acessos na zona do Funchal, mas se sentirem mesmo um zero em orientação basta alugar um GPS junto com o carro e a ilha é vossa. São apenas 50 km entre as duas pontas mais distantes da ilha, não têm muito para onde ir 🙂 Ainda esta semana chegam os posts dos locais que visitámos ao longo deste dia. Deixo-vos um mapa do percurso detalhado. (clique para aumentar)

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Stop-over em Munique – logística e roteiro.

É difícil explicar a alguém que é possível fazer o roteiro básico de uma cidade em apenas 3 horas, mas o facto é que depois de muitas viagens, com um bom ritmo, um plano bem estudado, e uma cidade cujas atracções sejam bem centrais, tudo é possível. No regresso da nosso viagem à Índia faríamos uma escala de 7 horas em Munique, chegando às 5h da manhã e partindo de novo às 12h, num domingo de Páscoa. Pode parecer um horário péssimo e mesmo a convidar a uma soneca num qualquer banco do aeroporto, mas a verdade é que eu nunca digo que não a uma viagem atribulada e corrida. Daí que encarámos aquilo que foi mais ou menos ‘ir tomar o pequeno-almoço ao centro da cidade’. Já tinha estado em Munique há uns anos, o que ajudou a saber exactamente onde queria ir e o que queria rever. Deixo-vos aqui um plano detalhado desta aventura expresso, para que quando tiverem uma oportunidade parecida não se arrependam por ter ficado a ver as montras do dutty free no aeroporto. – Comboio Aeroporto <> centro da cidade Há duas linhas de comboio (S-Bahn) que ligam o aeroporto de Munique ao centro da cidade, a S-1 e a S-8, e demoram cerca de 45 minutos (depende da estação em que saírem). No aeroporto é muito fácil encontrar a estação do S-Bahn uma vez que as indicações são óptimas, mas podem levar já uma ideia consultando este mapa aqui. Os bilhetes podem ser comprados nas máquinas da estação indentificadas com o símbolo da rede de transportes da região de Munique (MVV) e existem duas versões: – o bilhete de uma pessoa (11,70 euros) – e o bilhete de grupo, até 5 pessoas (21,30) O preço é um bocado puxado, principalmente para o bilhete simples de quem quer apenas ir até ao centro da cidade e voltar, mas permite fazer viagens ilimitadas durante um dia e se for partilhado pode ser muito boa opção. As condições mais detalhadas podem ser consultadas aqui. -Percurso no centro da cidade Este é um roteiro básico de reconhecimento que fizemos em menos de três horas, claro que não é o ideal e implica não visitar nenhum destes locais por dentro mas apenas ir andando pelas ruas para absorver o movimento da cidade (no nosso caso o não movimento – também é interessante (!) – já que era a manhã do domingo de Páscoa). Se não forem umas lesminhas prometo que vão ter ainda uns 20 minutos relaxados numa esplanada para beber uma cerveja da Baviera. Se tiverem mais umas horinhas, algo que se pareça com um dia inteiro aproveitem para disfrutar melhor do Viktualenmarkt, para entrar no Residenz ou para subir ao topo da Rathaus na Marienplatz. Se sobrar algum tempo apanhem o metro até ao Englisher Garten, aproveitem para beber lá a cerveja prometida e imaginem que estão em pleno OktoberFest. Roteiro fotográfico amanhã.

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Índia, dicas e roteiro.

-Roteiro
A ideia de viajar para a Índia sem o apoio de uma agência de viagens nacional começou a ganhar força quando reparamos que os preços caiam quase para metade. Depois de semanas de pesquisa na internet, de ler todos os reviews e mais alguns decidimos avançar por conta própria e apenas com o suporte ‘no terreno’ de uma agência de viagens Indiana.
Comprámos os bilhetes de avião na Internet, à Lufthansa, e começamos a negociar os percursos e os passeios com a agência A1 – Tour and Travels, India (A1toursindia@gmail.com). Acabamos por fechar um roteiro que incluía o Triângulo Dourado – passeio clássico entre Delhi, Jaipur e Agra – de carro, e uma extensão de uma noite (viagem de avião) a Varanasi.

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