Belfast city tour – o vlog!

Já estamos quase a acabar os relatos da viagem incrível às Irlandas. Foi mesmo um sucesso, e não me canso de ficar impressionada com a Natureza que vimos por lá. Ainda falta um vídeo com as imagens do dia em que fizemos o tour pela costa, visitamos a Calçada dos Gigantes e a Ponte de Corda, mas hoje despedimo-nos de Belfast com um vídeo gravado durante o city tour na cidade.  Isto de enveredar pelo vídeo tem sido engraçado, e atendendo ao meu nível elevado de infoexclusão, estou até bastante orgulhosa com o resultado final.  Para além da escolha das músicas que é sempre dramática – neste caso nem por isso, os U2 salvam qualquer viagem à Irlanda – o que mais me tem aborrecido é a estabilização da imagem e as mudanças de cor por causa da luz. Alguém conhece algum truque incrível para minimizar esse problema? A gerência agradece as dicas. E já agora, façam a gentileza de subscrever o meu canal do Youtube – aqui! -, ainda somos só quatro por lá, o que é triste, a menina ia ficar muito contente se também vos visse por lá. 🙂 Câmaras: Nikon J1, iPhone 6S

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Giant’s Causeway!

A visita à Calçada dos Gigantes foi, sem dúvida, o ponto alto da viagem. Acho que as fotografias que possa mostrar aqui nem sequer fazem jus ao que se vê no local. É mesmo impressionante! Este conjunto de cerca de 40 000 colunas de pedra basalto em forma de prisma, ao longo de três quilómetros junto ao mar, foi formado durante o arrefecimento do magma expelido durante uma erupção vulcânica há cerca de 60 milhões de anos.  A forma está relacionada com a velocidade de arrefecimento e as fendas que existiam na rocha, mas sinceramente nem percebo muuuuito bem como é que saíram uns hexágonos tão perfeitinhos. Há ainda uma lenda, uma bocado parva que diz que um gigante irlandês construiu a calçada desde a irlanda até à escócia para poder lutar com um gigante escocês, já que eram tão grandes que não havia barco que aguentasse com nenhum deles. O gigante irlandês era grande, mas bem mais pequeno do que o escocês, e um belo dia quando o gigante escocês atravessou o mar para lutar com ele vestiu-se de bebé. Quando o gigante escocês chegou e o viu pensou que era o seu filho e fugiu cheio de medo – se o filho já era daquele tamanho, imaginem o pai – e pelo caminho de regresso destruiu a calçada que atravessava o mar, só sobrando um bocadinho de cada um dos lados – irlandês e escocês. Muito parvo, I know, mas o guia fartou-se de rir enquanto contava isto. Existe uma pequena extensão de formação rochosa semelhante numa pequena ilha da costa da Escócia, que corrobora a lenda e lembra aos geólogos que aqueles dois pedaços de terra já estiveram bastante mais perto um do outro. No local existe agora um pequeno museu com explicação sobre o fenómeno geológico e a sua lenda, uma cafeteria e uma lojinha com coisas imperdíveis. Só visitei a loja porque gastamos o resto do tempo todo a percorrer a praia até à zona da calçada e a tirar milhares de fotografias. Há um mini bus que faz esse percurso entre o centro de interpretação e a calçada, cerca de 20 minutos de caminhada, mas o passeio é bonito, ao longo de uma baía basáltica. Deixo-vos algumas das fotografias que tirámos. Espero que tenham oportunidade de lá ir um dia, porque vale bem a pena. Toda esta zona costeira da Irlanda foi uma surpresa mais do que agradável, apesar das expectativas já irem bem altas.      

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Carrick-a-Rede Rope Bridge.

Atravessar uma ponte de corda em cima do mar a bater nos penhascos pode não ser muito apelativo para algumas pessoas, dá um bocadinho de medo, mas a ponte é curta e o medo passa depressa. Aconselho a que tentem porque a vista é incrível! Caso não consigam mesmo, e sob pena de cair de lá abaixo com as vertigens, pelo menos vão ver a ponte, que já vale a pena!

Carrick-a-Rede é uma ilhota na ponta norte da Irlanda bem próxima do continente, inserida numa paisagem natural de cortar a respiração, e que ficou famosa graças à sua ponte de corda, que atrai diariamente imensos turistas.
Nós estivemos lá ao fim da manhã num sábado de inverno, e tinha bastantes pessoas, mas nada impossível.
Toda a zona envolvente é cercada e paga-se para entrar. Ou seja, mesmo que só queiram “ver” a ponte, têm de pagar para ir até lá. A travessia depois é controlada por um segurança que não permite mais do que umas 8 ou 10 pessoas em cima da ponte de cada vez.
Desde a entrada do parque até à ponte a caminhada é de um pouco mais de 1 km, os 45 minutos que nos deram foram justos para ir, tirar milhares de fotos pelo caminho, e voltar. Se forem por conta própria talvez gastem um pouco mais de tempo. Deixo-vos com as fotografias que são a melhor parte! read more

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A costa nordeste da Irlanda do Norte.

Este foi, sem dúvida, o passeio da viagem!  O dia estava meio cinzento e molhado, ou não estivéssemos nós na Irlanda, mas valeu mais do que a pena, e recomendo a todos que tenham a oportunidade de o fazer que vão, sem hesitar. As principais atracções do passeio são a Calçada dos Gigantes e a Ponte de Corda de Carrick-a-Rede, mas são tãããão fixes, que depois de milhares de fotografias vão ter direito a post próprio. Hoje mostro-vos o resto do caminho que percorremos até lá chegar. A estrada ao longo da costa, Antrim Coastal Route e Causeway Coastal Route, não incríveis, com mar de um lado e verde de outro, passa por sítios lindíssimos, muitas ovelhas e pequenas aldeias que merecem uma paragem para fotografias. Mas só ir sentado no banco do carro, a olhar pela janela, já deixa qualquer um embasbacado. A primeira paragem do tour – que compramos à Belfast City Sightseeing mas que foi operado pela McComb – foi no castelo de Carrick Fergus, mesmo junto ao mar, e ao porto da cidade.

Após esta paragem estratégica para fotos, seguimos o nosso rumo para norte, fazendo a Antrim Costal Route, passando em Balleygalley até pararmos de novo em Carnlough. a zona piscatória da cidade, com os seus barquinhos e pequenas casas é muito gira, vão até ao pontão tirar umas fotografias que ficam incríveis.

Depois desta paragem e de passarmos também em Carrick-a-Rede (amanhã!) continuamos ainda mais para norte, agora um pouco afastado da costa, para atravessar as montanhas (nada de especial de altura nem de curvas) até ao topo norte. Antes de chegarmos finalmente à Calçada dos Gigantes fizemos um paragem na destilaria de Bushmills, para aproveitar para almoçar e permitir aos interessados abastecer-se de whiskey.  Esta zona estava repleta de ovelhinhas brancas a pastar pelo verde, mesmo aquela imagem da Irlanda que temos na mente. Foi um passeio incrível que espero que tenham oportunidade de fazer um dia 🙂

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Belfast Hop-On Hop-Off city tour

Como vos disse no post geral com dicas da viagem, este tour entrou no programa como um bónus. Já que por apenas 5 libras tinhamos direito a ele, depois de ter comprado o Tour à Calçada dos Gigantes. Já que foi um bónus tentamos aproveitá-lo ao máximo, e foi a primeira coisa que fizemos quando chegámos a Belfast. Para tentar ficar com um ideia geral da cidade e visitar os locais mais distantes. O tour completo começa perto do Albert Clock, próximo ao centro da cidade, que podem ver marcado com o número 1 no mapa abaixo.
Clicar na imagem para ver em tamanho maior ou ir diretamente ao site da empresa aqui!
Como em frente ao nosso hotel havia uma paragem, a número 10 (Dublin Road) foi exactamente aqui que começamos o passeio, que fizemos de seguida até ao final (paragem número 20), visitando nesta primeira fase a Universidade de Belfast, os bairros mais periféricos da cidade, passando pela Shankill Road e pela Falls Road onde são famosos os murais – pintados com mensagens políticas e relacionas com a guerra ainda recente no país que dividiu durante anos a comunidade cristã e protestante. A volta completa acaba novamente perto do Albert Clock e tivemos meia hora livre por lá até apanhar o autocarro seguinte para fazer a parte inicial do tour. Desta vez a viagem foi mais curta e saímos logo na paragem 4/5, junto às docas, para visitar o Titanic Quartier, que será o assunto do próximo post. O horário dos autocarros é bastante certinho (claro que estará sempre sujeito ao trânsito) e portante dali a meia hora estava a passar o seguinte, que apanhámos novamente para fazer a terceira e última parte do percurso. O começamos por sair completamente do centro da cidade até à colina onde se encontra o Parlamento de Belfast, o edifício é imponente e desta-se bem lá no alto, o autocarro faz aquela voltinha que permite tirar a melhor fotografia, sem sair e assim voltamos novamente ao centro da cidade para cruzar a zona do rio – bem gira, já ao lusco-fusco – até novamente ao centro, onde saímos no porto 8 (por trás do City Hall onde estava o mercado de Natal que virão neste post aqui!). O caminho ebtre o ponto 8 (onde saímos) e o ponto 10 (onde entramos) acabámos por não fazer de autocarro, mas era o caminho a pé entre o nosso hotel e o centro da cidade, pelo que não ficou por explorar. Não tendo nenhum atractivo turístico imprescindível eram rua comerciais, com várias opções de bares e restaurantes. Como falei no post geral com as informações da viagem, tive muito azar com o guia que nos tocou para o primeiro troço do percurso, gostaria de ter ouvido melhor a parte histórica sobre os conflitos recentes no país mas o sotaque cerrado do senhor não me permitiu perceber nem metade do que ia dizendo. No geral achei uma opção bem válida para ficar com uma ideia geral da cidade, que nos permitiu ir a locais mais distantes sem ter de recorrer aos transportes públicos. No total, com as paragens e os tempos de espera fizemos este passeio em cerca de 3 horas.

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Belfast, o centro da cidade e o mercado de Natal

O factor limitante de qualquer viagem no Inverno, principalmente para o Norte da Europa, é o tempo médio de sol por dia. Já vos contei aqui o flop que foi ir a Hallstatt e ainda estávamos em Outubro, pois que ir à Irlanda em Dezembro torna tudo muito pior. A vantagem é que não há como não estar a contar com a situação por isso acabamos por tentar fazer todos os passeios o mais cedo possível e sobraram dois fins de dia (a partir das quatro) para conhecer o centro de Belfast e passear pelo mercado de Natal. E se nos dias de sol aberto ainda há um lusco-fusco, nos dias enevoados é o breu total.  Não deixa de ser bonito, principalmente nesta época de Natal, as decorações e as luzinhas ajudam a dar um ar mais agradável, mas às vezes gostava de um bocadinho de luz para tirar umas fotografias mais giras, ou mesmo para me pôr na frente de alguma foto, porque pessoas sem luz é o fim de qualquer tentativa de foto, até respirar a deixa tremida. Gostei de passear nesta zona da cidade, havia uma série de ruas comerciais animadas, com lojas abertas e muita gente dum lado para o outro – ser sexta e sábado deve ter ajudado – o jardim em frente ao Cityhall tinha sido inteiramente vedado para pôr a funcionar um mercado de Natal bem giro, com barraquinhas de vários países com comidinhas típicas e decorações de natal em tudo quanto era lado. Os Irlandeses aderiram em massa e saíram à rua com o seus ugly Christmas Jumpers para comer e beber de tal maneira que nas horas mais concorridas havia fila de espera para entrar no mercado. Já se sabe que sou fã de qualquer mercado de Natal, mas este de Belfast surpreendeu-me bastante pela positiva, talvez porque não estava a contar que fosse tão típico e porque vinha de Dublin onde não havia nada de especial em termos de decorações natalícias. Deixo-vos com as fotografias possíveis!

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Cambridge #2

Depois do passeio de barca pelo rio Cam, e no tempo que nos restava, percorremos as ruas do centro da cidade, com os seus parques verdes, edifícios históricos e igrejas originais. Vimos o ‘outro lado’ dos Colleges – aquele que não está virado ao rio Cam – e passeamos pelo mercado que decorria em Market Hill.Cambridge é uma cidade pacata e muito cuidada, é visível a ‘dependência’ do meio Universitário, mas pode proporcionar um dia de passeio muito agradável, com os seus bares e pubs típicos, lojinhas engraçadas em edifícos bem cuidados e estudantes com ar bem interessante 🙂 Recomendo a visita e voltaria, sem dúvida, numa próxima oportunidade. Espero que tenham ficado com vontade de conhecer Cambridge.

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Cambridge, uma surpresa agradável.

Depois de marcar os voos para a viagem da última semana apercebi-me que íamos ter várias horas de espera no aeroporto de Stansted-Londres, tanto na ida como na vinda. De imediato comecei a procurar onde ir, o que visitar, em alguma cidade mais próxima do que Londres nas horas que tínhamos de espera. E a resposta óbvia foi Cambridge. Fica a cerca de 35min de comboio do aeroporto de Stansted, dá para apanhar o comboio no próprio aeroporto (a estação fica no piso -2) e há vários comboios directos por dia e outros em que é necessário trocar de comboio, mas nada de muito complicado. O bilhete de ida e volta custou 14£ mas valeu bem o dinheiro… Para começar (outra dica preciosa) resolvemos levar as malas connosco para Cambridge, em vez de deixá-las no aeroporto onde cada locker por um dia custava 10£ (inconveniente de viajar low cost, não há connecting flights), e arriscar procurar onde deixá-las lá mesmo na estação. Foi a decisão mais acertada, havia uma loja de bicicletas mesmo ao lado da estação que oferecia esse mesmo serviço por apenas 3£. Maravilha. Já que assim é resolvemos logo começar o dia gastando as 7£ que tínhamos poupado num belo pequeno almoço inglês, que para nós já quase era um almoço – há horas que estávamos acordadas -, que mostrei aqui. Com o estômago bem mais recomposto fomos a pé até ao centro da cidade e à zona dos famosos Colleges que se estendem ao longo do rio Cam. Não é muito fácil passear pelas laterais do rio em muitos sítios porque os terrenos pertencem às faculdades, apesar de haver várias pontes para atravessar o rio optamos por fazer um passeio de barco que nos permitiu explorar aquela zona de uma maneira que não seria possível ‘a pé’. O passeio foi num dos tradicionais barcos planos empurrados à vara e rendeu dezenas de fotografias incríveis, as imagens falam por si…                  

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Finalmente… O que faltava: Londres!

Eu sei que deixei a meio as fotografias que tinha para vos mostrar de Londres. Shame on me. Mas agora aqui estao eles, depois de um post sobre The Royal Borough of Kensington and Chelsea, onde passei bastante tempo porque era uma zona da cidade que ainda nao conhecia bem, aqui ficam as fotos mais tradicionais do resto da cidade. I hope you enjoy it 🙂  Picadilly Circus – de dia… …e de noite.  Carnaby St. – Rolling Stones Christmas decorations Calling home (or not) – The best store in town (M&M)  O Natal em Covent Garden é assim, vale a pena uma visita. Regent St. – decorações de Natal Trafalgar Square – National Gallery Trafalgar Square – Lord Nelson and me. Lendo as notícias no dia de regresso. Parece que a Princesa saiu do hospital nessa manhã. Já deve estar boa que em baixo estão todos com um ar muito feliz 🙂

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The Royal Borough of Kensington and Chelsea.

A viagem, apesar de curta, teve direito a uma visita mais alongada pela zona de Kensington e Chelsea (incluindo Notting Hill) que não conhecia tão bem de viagens anteriores.
Gostei muito, vale bem a pena para quem passa lá mais alguns dias para entrar no espírito da cidade não tão turística, mas com aquele estilo londrino (muito Vitoriano) que adoro.

Houve passeio ao fim da tarde para ver as iluminações de Natal no Harrod’s, Sloane Square e King’s St.

Pista de gelo em frente ao Museu da História Natural Muitas vezes apanhada pelos paparazzi, Kate Middleton costuma andar às compras por aqui. Entrei na sua loja de sapatos favorita, L K Bennett, e ficam a saber que por menos de 200 libras já podem comprar sapatinhos de Princesa.

 Para a luz do dia ficou a visita a Notting Hill e aos Kensington Gardens. read more

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