Às voltas pelo centro de Paris #2

Mais um dia à deriva pelo centro de Paris, desta vez pela zona da Ópera, dos boulevards e dos grandes armazéns que terminou junto à ponte Alexandre III. Começamos o dia pela visita à ópera e de seguida fomos explorar as Galerias Lafayette e o Printemps, que para além de inúmeras oportunidades para gastar muito dinheiro merece uma visita pela beleza do interior dos seus edifícios. Durante a tarde estivemos mais perto do Sena, junto à ponte Alexandre III, e no Grand Palais, onde estava a decorrer uma exposição temporária de Niki de Saint Phalle, pintora/escultora francesa e autora das estátuas que já mostrei aqui no lago artificial que fica mesmo ao lado do centro George Pompidou. Bem alternativa. Foi um dia bastante calmo, sem grandes correrias, sem muitos planos nem muitos must see. Mas também é sempre óptimo passear assim por Paris.

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Até ao topo da Torre Eiffel.

Há que anos que eu não subia à Torre. Ela está sempre lá e tal, hoje não que a fila é grande, hoje não que o tempo não está bom, hoje não que é caro, e fui sempre adiando o regresso até ao topo. Grande erro. A vista continua mais do que incrível! Aproveitando um dia que acabou mais cedo do que o previsto e o tempo que começou discretamente a melhorar durante a tarde, decidimos subir à Torre e vim de lá encantada. A luz estava incrível, não havia gente a mais (talvez por ter chovido durante o dia), apanhamos o pôr-do-Sol e recomendo a todos que o façam quando tiverem oportunidade. Acho que as fotografias dispensam muito mais palavras sobre o assunto, eu voltei a ficar embasbacada só de revê-las.

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Versailles, a cidade.

 Depois da visita a Saint-Germain-en-Laye foi a vez de voltar a Versailles onde tinha estava há bem menos tempo (em 2013 quando visitei o palácio e os jardins) e como o bilhete ainda custa uns cobres desisti de voltar a entrar e resolvi conhecer a cidade de Versailles, que é apenas o ponto de passagem de milhões de turistas para chegar ao famoso Palácio mandado construir por Louis XIV, mas que também tem o seu encanto.  O mercado domina uma parte central da cidade, bem aconchegante e com aquele je ne sais quoi que só as cidades francesas têm. Depois de deambular por lá, acabei mais uma vez às portas do imponente castelo, como não podia deixar de ser.

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Saint-Germain-en-Laye.

A cerca de 20 Kms de Paris, na linha vermelha do RER, podem conhecer uma cidadezinha adorável, o seu castelo e jardins com uma excelente vista para Paris. Há já alguns anos que não visitava a cidade e desta vez quis voltar e relembrar que vale a pena tirarem meio dia de viagem e passar uma horas por aqui. Associado desde sempre à história da França o Castelo de Saint Germain foi mandado construir no ano de 1124 pelo rei Louis VI, dessa época já não existe nenhum edifício no local e o castelo que podemos ver hoje corresponde à reconstrução ordenada pelo rei Henry II em 1556. Foi residência de muitos reis franceses e a 5 de Setembro de 1638 nasceu aqui o rei Louis XIV, também conhecido como rei-Sol, o governante com reinado mais longo do Europa (72 anos) que mandou construir o Palácio de Versailles para onde mudou a corte e onde viria a morrer em 1715.

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Château de Chantilly.

A pequena cidade de Chantilly fica a cerca de meia hora de comboio a norte de Paris, saindo da Gare du Nord, na região da Picardia.E foi para lá que fomos numa das tardes que tive na zona d Paris. A Gare du Nord é um pequeno inferno na terra, gente sem fim, plataformas mil e toda uma confusão instalada, pelo que não vos sei dizer onde exactamente apanhei o comboio. Chegados lá através do metro ou do RER sigam as placas que indicam os comboios da snfr (a cp lá do sítio) e quando sentirem que finalmente chegaram à superfície perguntem a alguém, porque quem tem boca vai a Roma ou neste caso a Chantilly.Já à chegada não tem nada o que enganar, é possível fazer a pé o percurso que vai da gare até à zona do castelo (uns 10 a 15 minutos talvez), a cidade é pequena e as indicações são boas, mas mesmo à saída da gare do lado direito existem umas paragens de autocarro de onde uma simpática navette sai regularmente para levar os turistas até ao castelo e é uma pequena gentileza da mairie já que não pagam nada por isso.

Existem bilhetes que permitem aceder apenas aos jardins e bilhetes combinados que permitem visitar também o interior do palácio (podem consultar os pormenores aqui).
Num dia de Sol simpático os jardins podem valer muito a pena pois são enormes, mas infelizmente ameaçou chover a tarde toda e portanto nós ficamos apenas pela zona mais próxima do palácio e optamos por visitar o seu interior. Gostei bastante também, a visita inclui os apartamentos reais, a biblioteca, a capela, e muitas outras salas ricamente ornamentadas e repletas de obras de arte, como podem ver pelas fotografias. read more

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Às voltas pelo centro de Paris #1

Na manhã da visita à Catedral de Notre Dame aproveitamos ainda para passear um pouco mais na zona entre a Île de la Cité e o Centro George Pompidou, famoso pela sua arquitectura arrojada e controversa. Visitamos a imperdível Sainte-Chapelle e os seus vitrais, a torre de Saint Jacques e o Hôtel de ville, antes de voltar a apanhar o comboio para sair de Paris e visitar o Château de Chantilly. O percurso fica ainda mais completo se aproveitarem para fazer uma pequena caminhada ao longo do rio. E para um dia mais completo (o nosso foi curto) sugiro que estiquem até à margem esquerda so Sena e conheçam a zona de Saint Germain, ou sigam para este e percam-se no novo bairro do Marais.

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Notre Dame de Paris.

Foi com a história do Corcunda e da Esmeralda em mente que resolvemos começar a minha primeira manhã em Paris (na viagem de regresso a casa, depois de um mês na Eslováquia) com uma visita à catedral mais famosa de Paris, bem no meio do rio Sena.
Apesar de já ter passado várias vezes na frente, e ter até já visitado o interior, acho que por um motivo ou por outro acabei sempre por não subir até ao topo para ver de perto as famosas gárgulas e as vistas sobre a cidade.
Desta vez não escapou e lá fizemos a visita. Um pouco overcrowded lá em cima, mas com uma óptima paisagem sobre o centro da cidade e com as gargulazinhas mesmo ali ao pé.
A construção da catedral de estilo gótico começou no séc. XII, ao que consta a primeira pedra foi colocada em 1163 na presença do Papa Alexandre III. read more

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Encontro com o futuro.

Num dos dias que passei em Paris fui passear até à zona da Défense. Há bastantes anos que não ia para aqueles lados e gostei da visita. A cidade moderna construída à volta da estátua La Défense transporta-nos quase que para o futuro. Com as suas obras de arte modernas espanhadas ao longo da alameda, é possível tirar algumas fotografias bem giras.
O grande arco da Défense encontra-se mesmo no enfiamento do outro arco, o do Triunfo, e apesar dos 5 km que os separam vêem-se perfeitamente. read more

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Giverny!

  A visita a Giverny e à casa (e aos jardins) de Monet foram um dos motivos para voltar a França, há muito que queria conhecer, mas por motivos óbvios só estão abertos de Abril a Outubro. Finalmente surgiu a oportunidade e foi, sem dúvida, uma aposta certeira. A variedade de flores, a beleza dos jardins, o lago com os nenúfares são verdadeiramente inspiradores e transportam-nos para dentro dos seus quadros. A cerca de 1 hora de viagem de Paris, em direcção à Normandia, é um passeio que me encheu as medidas e que recomendo vivamente. As flores são cuidadosamente tratadas, diariamente, por uma equipa de jardineiros, que tira delas o melhor partido e nos dá imagens lindíssimas.

E o cartão de visita do jardim – Os nenúfares – palavras para quê.

 Não deixem de visitar, é imperdível.

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Cemitério Americano. Colleville-sur-mer.

 “These endured all and gave all that justice among nations might prevail and that mankind might enjoy freedom and inherit peace.”

“This embattled shore portal of freedom is forever hallowed by the ideals, the valor and the sacrifices of our fellow countrymen.”

Um pedacinho de solo Americano, na Normandia, em homenagem a todos os que deram a vida pela Liberdade.

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