Roteiro de 1 semana na Terra Santa!

No final de 2017 rumei à Terra Santa com um simpático grupo de viajantes da Magellan Route, que acompanhei como líder de viagem, na descoberta de Israel, da Jordânia e da Palestina. Foram dias cheios, com novos lugares, novas pessoas, novas descobertas. Muito ficou por ver, porque 8 dias nunca chegam para tudo o que queremos, mas aqui fica o nosso roteiro, que espero que possa inspirar-vos a conhecer também uma das regiões com maior peso histórico neste nosso planeta.

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Pelas Españas | Roteiro

No último fim-de-semana prolongado, fizemo-nos à estrada de coche até Espanha. Enquanto estava por lá contei-vos um pouco do que andava a fazer, mas hoje deixo-vos o roteiro completo da viagem. Que, como sempre, pode parecer louco e impossível de executar, mas acreditem que deu tempo para tudo, mesmo para esplanadar com unas cañas na frente.
A ideia começou em Salamanca, mas depressa estávamos a pensar em cidades da Extremadura e num piscar de olhos começamos o passeio pelo Alentejo. Foram quatro dias intensos mas muy buenos. E a minha teoria é sempre, mas descansar tinha ficado em casa…

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Roteiro de 3 semanas | Ásia 2017

Acho que nunca tinha começado a escrever sobre uma viagem tão próximo do fim da mesma. É meio estranho porque ainda nem tenho a certeza de ter as ideias organizadas como deve ser. Ainda não assentei completamente do regresso, metade das fotografias e dos vídeos ainda estão nas máquinas. Mas vamos lá a isso, comecemos pelo roteiro final da viagem, vai ajudar-vos a perceber o que aí vem nas próximas semanas (meses!) e vai ajudar-me a perceber o que tenho pela frente.

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Roteiro pelo centro histórico | Braga

Tive há pouco tempo oportunidade de voltar a Braga e constatar que a cidade está a ficar mesmo animada, jovem e com um ambiente óptimo. Tirando os dias de imenso calor do Verão (gente, quando dá para aquecer aquilo não se recomenda nem ao pior inimigo, ahah) é uma óptima opção de passeio. Eu diria que o centro de Braga está a tornar-se uma mini Baixa do Porto, com lojas, cafés e restaurantes muito fixes, modernos e giros, mas sem os milhares de turistas que já invadiram o Porto – apesar de também já não ser o segredo mais bem guardado de sempre. Para além da Piadina que já vos falei aqui, recentemente voltei às frigideiras – um clássico – e sei que podem encontrar por lá filiais de alguns dos sítios fixes para comer que também há no Porto, no o DeGema ou a Casinha, que já entraram no blogue. Braga está a virar moda. =&0=& =&1=& =&2=& =&1=& =&4=& =&1=& =&6=& Se acabarem por ir até lá, deixo-vos aqui um roteiro para explorar o centro histórico.  A artéria principal da zona antiga é a rua do Souto, que começa no Arco da Porta Nova e vai até à confluência entre a Avenida da Liberdade e a Avenida Central. Pedonal, muito comercial e cheia de esplanadas. Pelo caminho têm umas série de igrejas para conhecer, ou não fosse Braga a cidade dos Arcebispos, sendo que a maior e mais emblemática é a Sé-Catedral e vale a pena a visita. O percurso pode ser efetuado em qualquer um dos sentidos, se vierem de carro podem começar pela Igreja do Pópulo já que aqui têm o enorme parque de estacionamento do Campo da Vinha, se vierem de comboio a estação de Braga fica na continuação da Rua do Souto um pouco mais abaixo do Arco da Porta Nova, 5 minutos a pé e sempre em frente, não há o que enganar.   Por isso já sabem, não escolham o 15 de Agosto, mas venham até Braga, é uma óptima ideia para combinar com uma visita a Guimarães ou para um bate-volta a partir do Porto.      

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Lago di Como | Roteiro e dicas práticas, tudo o que precisam saber.

Depois dos posts das últimas semanas com as fotografias incrivelmente azuis e verdes do Lago di Como, assumo que estão todos a morrer de vontade de ir até lá um destes fins-de-semana, certo? Para facilitar essa tarefa aqui estou eu com todas as dicas imprescindíveis para que seja um sucesso.

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Roteiro de 3 dias em Roma

Como prometi na semana passada, aqui está um roteiro fresquinho sobre a capital italiana. Três dias está de bom tamanho para ver os principais pontos de interesse da cidade sem ter de correr muito e conseguir ainda curtir a atmosfera da cidade. Dividi os percursos principais em três sendo que o primeiro é dominado pela parte religiosa no Vaticano, o segundo pelo centro da cidade e as suas marcas mais renascentistas e o terceiro pelos vestígios do Império Romano. Mas claro que as três vertentes se misturam e confundem a cada virar de esquina nesta cidade que é praticamente um museu a céu aberto.

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Roteiro pelo centro histórico | Valência

Acho que nunca me vou de cansar de dizer por aqui que os cascos viejos das cidades espanholas são mesmo fixes. É um mix de edifícios antigos giríssimos e bem conservados com um ambiente de basres, restaurantes e lojinhas mesmo ao nosso jeito latino de ser. É sempre uma festa, e há poucas coisas tão boas de se fazer em viagem como se sentar numa esplanada com umas cañas e umas tapas na frente e a ver só a vida passar. O centro de Valência é mesmo tudo isso, por isso mesmo que tenham ido para a região apenas numa de curtir as praias das redondezas não o deixem de fora de jeito nenhum, mais não seja ao fim do dia, vai ser a melhor ideia de sempre (aliás, no Verão ou de manhã ou mesmo ao cair da tarde, porque nesta zona duvido que consigam fazer grande coisa durante a tarde, sob pena de morrerem assados!). 

O roteiro que sugiro faz-se bem a pé, até porque parte das ruas são pedonais e começa e acaba perto da Estação do Norte e da Praça de Touros de Valência, onde têm também umas das principais estações de metro (Vativa, onde as linhas se cruzam). A não perder mesmo a Plaza de la Reina – na fortografia do cabeçalho, onde fica a catedral. O outro ponto de convergência do centro é Praça do Ayuntamiento e a partir daqui todas as ruelas terão uma surpresa à espreita, sejam igrejas, torres ou laranjeiras. Percam-se por lá, é sempre a melhor opção. read more

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Cuenca, património mundial | Roteiro pelo centro histórico

Hoje, trazemos finalmente à luz, o post prometido com o roteiro para conhecer o centro histórico de Cuenca. Tal como já tinha contado por aqui, um tive apenas uma manhã muito curta para fazer este percurso, mas consegui. Portanto um dia de passeio, mesmo que precisem do início da manhã e do fim da tarde para chegar/regressar, dará para ver tudo nas calmas e aproveitar para curtir a cidade. A proposta de plano começa na Plaza Mayor, que é onde param os autocarros. Este é o centro da zona antiga e certamente vão passar por aqui várias vezes ao longo do dia, para além das suas casinhas coloridas, destacam-se na praça os edifícios da Câmara e a Catedral de Cuenca. De seguida penso que a melhor opção é fazer o pouco de caminhada que falta até ao Bairro do Castelo, a zona mais alta da cidade, enquanto as pernas ainda estão frescas. O bairro tem ainda algum casario no seu interior e as ruínas das muralhas, de onde têm uma vista óptima para os arredores da cidade, para o rio Júcar, e para as famosas Serranias de Cuenca com imensas trilhas e percursos para os amantes da Natureza. (mais detalhes aqui!). É também daqui que podem ver do alto a famosa ponte e convento de San Pablo e as Casas Colgadas – a atracção mais famosa da cidade.          Voltando a descer em direcção à Plaza Mayor podem explorar as ruinhas adjacentes, sem a pressão da subida, a igreja de São Pedro e depois meter pela vielas que vos vão levar à ponte de San Pablo. Aqui preparem-se para fazer disparar os flashes, já que esta é a imagem mais conhecida da cidade e pode render os melhores cliques 🙂 posem as máquinas no chão ou peçam a um turista passageiro, vale tudo para guardar o momento. Quando tiverem o rolo gasto, ou a memória do cartão cheio, é hora de voltar à Plaza Mayor e talvez parar por aqui para umas canãs e tapas, para almoço ou lanche e aproveitar para curtir um pouco o ambiente da cidade. Eu estive por lá num sábado de manhã de inverno e estava tudo “meio desmontado”, mas fiquei com a sensação que todos aqueles cafezinhos tinham a sua esplanada pronta a ser montada na praça. É uma óptima opção.- uma pesquisa rápida no google permite ver a praça cheia de guarda-sóis, não devo fugir muito à verdade.          Para terminar o passeio acabem de explorar a zona mais alta da cidade, na Plaza la Merced, vão até à Torre de Mangana, com ums boa vista para o outro lado – recente – da cidade, e desçam até à colorida Calle Alfonso VIII. A minha sugestão é que vão percorrendo o percurso que faz o autocarro, descendo por esta zona até à Plaza Trinidad, as ruínhas são muito giras, vão encontrar recantos mesmo a pedir uma (ou duas) fotografias e tem a vantagem de ser sempre a descer. Não tem o que enganar, é a rua principal, sempre a descer e o autocarro (linha 1 ou 2) que vos deixou na Plaza Mayor à ida, vai parar na ponte sobre o canal que atravessa o jardim da Plaza Trinidad.          Chegados cá em baixo começa aí a zona baixa da cidade, com imenso comércio e ar de cidade. Eu dei uma volta por lá, se tiverem tempo podem fazer o mesmo, mas sinceramente se já não tiverem tempo nem vontade, não vão perder nada de especial. Abaixo fica o mapa detalhado do percurso sugerido, para todas as informações práticas de transportes e acessos à cidade podem ver este post aqui:

Dicas práticas para um bate-volta a Cuenca

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Valência e Cuenca – Roteiro entre o Património mundial e o Mediterrâneo.

Apesar das previsões de frio e de chuva, não podia ter corrido melhor o meu fim-de-semana prémio no Inverno Mediterrâneo. Como vos contei aqui, tinha uns prazos importantes da entrega da minha tese a esgotar no início de Fevereiro e nada melhor para me dar ânimo a trabalhar como ver a luz ao fundo do túnel, que é como quem diz, ofereci-me uma viagem a mim própria para o fim-de-semana seguinte. Num dos meus passeios habituais por motores de busca de voos, assim só para ver como param as modas, deparei-me com um voo para Valência, baratinho e de horários perfeitos, pelo que nem pensei duas vezes. Obrigada Ryanair, Espanha aqui vou eu. Não é fácil ir muito longe, nem fazer muita coisa num fim-de-semana normal em que se trabalha à sexta à tarde e à segunda de manhã, principalmente quanto o teu ponto de partida é o Porto, que está na ponta d Europa e vai sendo lentamente abandonado pelos voos regulares. Mas as low cost estão cá para nos salvar e portanto o roteiro para o fim-de-semana ficou mais ou menos assim: =&0=& Voo Porto – Valência à hora de jantar =&1=& Comboio bem cedo Valência – Cuenca Manhã de passeio por Valência Comboio de regresso a Valência no fim de almoço Tarde de passeio pelo centro histórico. =&2=& Passeio pelos praias e marina Cidade das Artes e das Ciências Voo Valência – Porto ao fim da tarde Gostei imenso da viagem, é sempre inacreditável a quantidade de coisas que uma pessoas consegue fazer quando viaja sozinha. Andei quilómetros a fio, ainda consegui fazer algumas comprinhas nos últimos dias de rebajas em Valência. Comi paella, montaditos, bebi umas cañas e vim embora satisfeita. Valeu bem a pena o passeio e nos próximos dias trago-vos todos os detalhes e as imensas fotografias e vídeos que fiz da viagem. Próximos posts: (disponíveis em breve) =&3=& =&4=& =&5=& Valência e o Mediterrâneo, praias e infraestruturas balneares =&7=& =&8=& Vlog a caminho de Cuenca

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